URGENTE: Posseiros são atingidos por armas de fogo em conflito de terra na divisa entre Acre e Amazonas

Com informações da CPT Regional Acre

Aproximadamente 35 famílias, que ocupam parte do Seringal Novo Natal (situado no Km 98 da BR 317, na divisa entre os estados do Acre e Amazonas) desde o ano de 2022, estão amedrontadas e pedem socorro devido ao alto número de violência na região. Elas não ficam permanentemente na ocupação, com medo de sofrerem violências por parte do fazendeiro que diz ser dono da propriedade (mesmo sendo terras da União), e que contratou jagunços para atirarem contra os trabalhadores. (mais…)

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MPF produz nota técnica para atuação conjunta com a PF no combate à violência no campo no Amapá

Documento reúne orientações baseadas em experiências práticas para inibir qualquer tipo de violência e proteger a população

Ministério Público Federal no Amapá

O Ministério Público Federal (MPF), por meio da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão no Amapá (PRDC/AP), expediu nota técnica com diretrizes para auxiliar a atuação conjunta do MPF e da Polícia Federal (PF) na prevenção e na repressão de casos de violência no campo contra pessoas socialmente vulneráveis pela disputa de terras no estado. (mais…)

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ES: Famílias aguardam trâmites de desapropriação em novo acampamento

Ocupação anterior, em área industrial anexa à fazenda, foi encerrada há uma semana. A atual tem 270 famílias

Por Fernanda Couzemenco, Século Diário

Mais pessoas e mais esperança. Assim tem transcorrido a primeira semana do novo acampamento formado próximo à ocupação Coqueirinho, em São Mateus, norte do Estado, desde seu encerramento, no dia 30 de abril, em cumprimento a mandado judicial. Das 250 famílias iniciais, outras se somaram, chegando a cerca de 270 atualmente. E a esperança de assentamento, essa cresce a cada dia, mediante a análise do contexto legal e político da área. (mais…)

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“Antonio Tavares está vivo nas pessoas que acreditam na luta e não desistem”

No marco dos 24 anos do assassinato de camponês Sem Terra, ato cobra efetivação da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos que condenou o Estado brasileiro pelo crime, cometido pela Polícia Militar do PR

Por Setor de Comunicação e Cultura do MST no PR
Da Página do MST 

Vinte e quatro anos após o que ficou conhecido como massacre da BR 277, militantes e amigas/os do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) se reuniram em um ato às margens do KM 108, em Campo Largo (PR), nas proximidades do local onde o crime ocorreu. Ali está o Monumento Antonio Tavares, batizado com o nome do camponês que foi morto pela Polícia Militar naquele 2 de maio do ano 2000, erguido também em homenagem a todas as vítimas do latifúndio e do aparato militar do Estado. (mais…)

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7° Ato em Memória às vitimas do Massacre de Pau D’arco

CPT

Comissão Pastoral da Terra – CPT de Xinguara e a Associação de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Nova Vitória, localizada na Ocupação Jane Júlia, fazenda Santa Lúcia, município de Pau D’arco/PA, convidam para participar da programação que marcam os 07 anos do triste episódio de violência no campo, ocorrido em 24 de maio de 2017, nacionalmente conhecido como Massacre de Pau D’arco. (mais…)

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“A impunidade a militares que cometem crimes contra civis é sistêmica no Brasil”, aponta jurista Ela Wiecko

Ela Wiecko foi uma das peritas no julgamento do Estado brasileiro pela omissão do assassinato do camponês Antonio Tavares. 

Terra de Direitos

No dia 02 de maio de 2000 a Polícia Militar do Paraná, organizada em uma tropa de 1500 agentes e sob comando do governador à época, Jaime Lerner (antigo DEM), bloqueou a BR-277 e impediu – à bala – a chegada da comitiva de 50 ônibus a Curitiba. Eram cerca de 2000 trabalhadores rurais integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) que se dirigiam à capital paranaense para participarem da Marcha pela Reforma Agrária, em comemoração ao Dia dos Trabalhadores e Trabalhadoras. (mais…)

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“Ocupações de terra são um direito de ação pela redução da pobreza”

Confira parte final da entrevista com Larissa Packer sobre o agronegócio e a crise ambiental, em que a pesquisadora aponta os caminhos para a superação dos problemas do ‘capitalismo verde’

Por Fernanda Alcântara, na Página do MST

Ao longo dos 40 anos do MST, uma das bandeiras que mais se destacam é que, quando se trata de Reforma Agrária, também estamos abordando a reforma urbana, a solução para o acesso à moradia, ao emprego digno, à água e à qualidade de vida. Este é o caminho para abordarmos as crises complexas e urgentes pelas quais passamos hoje. (mais…)

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