Barragens clandestinas impedem curso do rio Capivari, na Bahia

Por CPT Ruy Barbosa

Um dos afluentes da Bacia do Paraguaçu, o rio Capivari, que nasce em Mundo Novo (BA) e recebe as águas do rio Água Branca, tem grande importância na vida de milhares de moradores ribeirinhos. Ele é responsável pela garantia da sobrevivência de criatórios de animais que são fonte de renda para subsistência familiar. Porém, nos últimos anos, o rio que era perene não tem conseguido resistir devido a vários crimes ambientais, entre eles, a destruição das matas ciliares e a construções de barragens clandestinas que impedem a passagem da água em seu curso natural.

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Solidariedade: alimentos saem de assentamentos para bairros pobres e moradores de rua

Alimentos entregues em áreas carentes vêm de acampamentos e assentamentos do MST

Por Rede Brasil Atual, na Página do MST

Um mutirão levou para a área periférica de Goiânia alimentos produzidos em assentamentos e acampamentos. Isso tem ocorrido em outras regiões do país, como em Recife, onde desde 24 de março moradores de rua recebem marmitas.

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Em Jaqueira, famílias camponesas impedem, mais uma vez, empresa de cercar fonte de água da comunidade

Por Equipe Mata Sul – CPT PE, na CPT NE2

Hoje pela manhã, (03/04/2020), a empresa Agropecuária Mata sul S/A, por meio de quatro de seus funcionários, retornou à comunidade camponesa de Barro Branco para mais uma tentativa de cercamento da fonte de água que abastece famílias do local. A comunidade, que está cumprindo quarentena em decorrência da pandemia do coronavírus, ficou indignada com a postura da empresa e rapidamente se reuniu para impedir, mais uma vez, a construção da barreira. O segurança da empresa chegou ao local com máscara de proteção, mas as famílias, por serem pegas de surpresa, não tiveram tempo de se proteger adequadamente, e agora temem eventual  transmissão do vírus na comunidade.

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Em Jaqueira, famílias camponesas impedem empresa de cercar fonte de água da comunidade

CPT NE2

Mesmo em tempos de comoção social para combater o Coronavírus, a violência e os conflitos fundiários no campo não param de ocorrer em Pernambuco. Nos últimos dias 19 e 20 de março, a empresa Agropecuária Mata Sul S/A enviou funcionários para instalar cerca elétrica no entorno de uma fonte de água que abastece famílias da comunidade camponesa Barro Branco, localizada no município de Jaqueira, Litoral Sul de Pernambuco. A comunidade, indignada com a ação da empresa, decidiu resistir e impedir a instalação da cerca.

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PFDC pede ao Incra informações sobre decreto presidencial que alterou estrutura do órgão

Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão quer saber se a autarquia foi ouvida acerca das modificações implementadas pela medida

Na PFDC

A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), do Ministério Público Federal, solicitou nesta terça-feira (17) ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) informações sobre o Decreto Nº 10.252/2020, publicado pela Presidência da República em 20 de fevereiro. A medida altera a estrutura regimental do Incra, com remanejamento de cargos em comissão e funções de confiança.

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Espiritualidade Libertadora é tema de formação com comunidades camponesas de Monte Santo (BA)

Por Maria Aparecida de J. Silva e Clériston Oliveira/ CPT Centro-Norte

Camponeses/as de comunidades de fundo de pasto, quilombolas e assentamentos da reforma agrária participaram, no dia 12 de março, da primeira etapa de formação do Liderar em Monte Santo (BA), que teve como tema a Espiritualidade Libertadora. O encontro teve como objetivo fortalecer as lideranças na espiritualidade de Jesus que caminha com o povo e na forma de organização na luta da terra por direitos, preservação da natureza e dos laços comunitários, tendo em vista o bem viver das comunidades.  

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A reforma agrária dá certo

por Elaine Tavares, em Palavras Insurgentes

Desde que em 1985 um grupo de agricultores sem-terra decidiu ocupar terras da união ou improdutivas para forçar a reforma agrária que o Brasil passou a conhecer o Movimentos dos Trabalhadores Sem-Terra: o MST. Naqueles anos de fim do regime militar e de recomeço da frágil democracia brasileira, os sem-terra eram demonizados: bandidos, baderneiros, subversivos. Para a mídia comercial nada mais eram do vagabundos roubando terra alheia. E, para eles, o que estava reservado era a polícia, a prisão, a violência, a difamação. 

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Pachamama e os frutos das mulheres Sem Terra!

“Ser mulher é fazer com que a gente seja protagonista da nossa própria história”, diz Geneci Andriolli

Por Rafaela Ferreira, em Página do MST

O primeiro encontro com ela foi ao observá-la cuidando de uma de suas companheiras. Pegou uma garrafa com água, misturou óleo, esfregou nas mãos para massagear os pés de uma das mulheres deitadas. Fiquei ali parada, reparando na sequência. “Por que não faz a entrevista com Geneci?”, a pergunta feita por uma companheira me tira desse transe. “Ela é da saúde”, completou, quando me viu retornar os olhos à cena.

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O Feminismo Camponês e Popular, a identidade da mulher rural e mundo operário

Dirigentes Sem Terra apresentam reflexões sobre a construção do Feminismo Camponês Popular, o processo histórico desta construção e perspectivas para o próximo período

Por Viviana Rojas, em Via Campesina / MST

“O feminismo camponês e popular e a reforma agrária popular” foi tema da mesa que contou com a participação das companheiras Itelvina Massioli e Debora Nunes e apresentou reflexões sobre as linhas políticas construídas pelas mulheres Sem Terra. A mesa aconteceu no último dia 7, durante o I Encontro Nacional das Mulheres Sem Terra.

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MST protesta e ocupa por reforma agrária em 13 estados e em Brasília

Ministério da Agricultura, sedes do Incra e terras griladas estiveram entre os alvos; camponesas que voltavam de ônibus do DF para o Piauí foram presas; pelo menos seis das catorze manifestações ocorreram no Nordeste

Por Yago Sales, em De Olho nos Ruralistas

Em Brasília, a ocupação do Ministério da Agricultura — classificada por sites de direita e extrema-direita como vandalismo — foi a mais chamativa entre os protestos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) nesta segunda-feira (09), um dia após o Dia Internacional da Mulher. Um ônibus que voltava da Esplanada dos Ministérios para o Piauí foi abordado pela Polícia Federal e as camponesas chegaram a ser presas — e liberadas no início da tarde.

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