Trabalho arqueológico do professor e pesquisador contabiliza uma trajetória de mais de três décadas reunindo artefatos e evidências científicas para contar a história dos povos amazônicos
Por: Baleia Comunicação | IHU
A anedota popular ensina que a única coisa que muda o tempo todo é o passado. E como a história está sempre por ser contada, nada melhor que olhar as evidências pretéritas para compreendermos o nosso presente. Isso passa por recolocar os conceitos em seus devidos lugares. Por exemplo, a antinomia selvagem e civilizado, para ficar em expressões descritivas coloniais sobre os povos nativos do Brasil, já vem de longe sendo reconfigurada. Quando se reúne a etnologia castreana, de que sociedades sem Estado podem ser altamente sofisticadas, com estudos e artefatos arqueológicos de grande envergadura na Amazônia brasileira, percebemos que nossa história tem par, por exemplo, com a Antiguidade ocidental. (mais…)
