Novo alvo do agronegócio e da indústria química, setor de bioinsumos têm crescimento de 339% nos registros desde 2015; debate sobre a multiplicação feita no estabelecimento rural tem rachado a bancada ruralista; em seu terceiro ano, projeto Brasil Sem Veneno mostra disputas de narrativas em torno dos agrotóxicos
Por Flávia Schiochet, de O Joio e o Trigo para o especial Brasil Sem Veneno
Faz quase cinco anos que a produtora de gado de leite Luciana Dinato passou a usar bioinsumos nos 65 hectares de milho e 7 hectares de pastagem em sua propriedade familiar. As plantas são transformadas em alimento para um rebanho de 270 vacas na fazenda de 200 hectares em Água Fria, Goiás. A prática não substituiu completamente o uso de produtos químicos, mas diminuiu consideravelmente os custos de produção e os riscos de contaminação à saúde humana. (mais…)
