Pesquisadoras apresentam resultados de estudos sobre impacto dos agrotóxicos no Acampamento Leonir Orback, em Goiás

Devolutiva ocorreu na Roda de Conversa “Impactos dos Agrotóxicos nas Comunidades do Campo”, que fez parte da “Jornada Contra os Agrotóxicos em Defesa da Vida em Goiás”

Por Marilia da Silva / CPT Goiás

No dia 26 de novembro, o Acampamento Leonir Orback recebeu a Missão Territorial da “Jornada Contra os Agrotóxicos em Defesa da Vida em Goiás”, um encontro entre comunidade, pesquisadores, ativistas e jornalistas para debater como os agrotóxicos têm impactado a vida das famílias locais. (mais…)

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Pulverização aérea: agrotóxicos aumentam em 27 vezes o risco de câncer, diz estudo da UFC

Denúncia é de um grupo de pesquisadores vinculados ao Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento de Medicamentos (NPDM), da Universidade Federal do Ceará (UFC)

Por Felipe Araújo, no Portal do deputado estadual Renato Roseno (Psol CE)

Um trabalhador rural que é exposto a agrotóxicos por meio da pulverização aérea tem vinte e sete vezes mais chance de desenvolver algum tipo de neoplasia do que um agricultor que não teve contato com o veneno. A denúncia é de um grupo de pesquisadores vinculados ao Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento de Medicamentos (NPDM), da Universidade Federal do Ceará (UFC). (mais…)

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‘Tenham coragem de colocar freio nas empresas europeias que envenenam a América Latina’, cobra Stedile a parlamentares da Europa

‘Não aprovem o acordo Mercosul e União Europeia’, insistiu o líder do MST, em fala sobre impacto dos agrotóxicos

Redação Brasil de Fato

Na última quinta-feira (12), João Pedro Stédile, líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), participou, de forma remota, de uma audiência do Parlamento Europeu que tratava do uso indiscriminado de agrotóxicos e seus impactos na saúde humana e ambiental, e pediu que os congressistas sejam rigorosos com as grandes empresas do setor, que fazem fortuna exportando veneno para os países da América do Sul. (mais…)

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Nota de repúdio à proposta à liberação da pulverização aérea em atividades agrícolas no Ceará

A medida anunciada pelo governador do estado representa um grave retrocesso nas políticas de proteção ao meio ambiente e à saúde pública

Da Página do MST

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) vem a público manifestar repúdio à proposta anunciada pelo governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), que visa à liberação da pulverização aérea por drones em atividades agrícolas no Estado do Ceará. (mais…)

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Agrotóxicos: Fiocruz e Abrasco divulgam nota contra a pulverização por drones

Agência Fiocruz de Notícias (AFN)

A Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e a Fiocruz divulgaram, na quarta-feira (11/12), uma nota oficial conjunta em que se posicionam conta a pulverização de agrotóxicos por drones. As duas instituições se manifestam favoráveis à lei sancionada em 2019 pelo então governador do Ceará, Camilo Santana, que proibiu esse tipo de pulverização no estado. As duas instituições sugerem à Assembleia Legislativa e ao Governo do Ceará que não apoiem a criação de legislação liberando o uso de drones para a aplicação de agrotóxicos, em respeito também à própria Lei Zé Maria do Tomé – que foi subscrita pelo então deputado estadual Elmano de Freitas, atual governador do Ceará. (mais…)

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Fórum denuncia falta de transparência de dados sobre agrotóxicos no Estado

Grupo tenta superar inconsistências para divulgar dados detalhados à população

Por Mariah Friedrich, Século Diário

O Brasil ocupa a posição de maior consumidor mundial de agrotóxicos, como apontou levantamento da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), que revelou que as lavouras brasileiras utilizam mais agrotóxicos do que os Estados Unidos e a China juntos. Apesar dos impactos graves à saúde humana e da contaminação do solo, da água e da fauna, a obtenção de dados confiáveis sobre o uso desses produtos enfrenta barreiras, conforme alerta o Fórum Espírito-Santense de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos e Transgênicos (Fesciat). (mais…)

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Os desafios do movimento pela reforma agrária. Por João Pedro Stédile

Ainda temos 3 milhões de famílias sem-terra, que trabalham como assalariados rurais, como meeiros e arrendatários, e que desejariam ter seu próprio espaço

Em A Terra é Redonda*

No MST nós temos uma prática social de resolvermos tudo de maneira coletiva e mesmo que eu tenha uma cara mais conhecida na sociedade brasileira, sempre procuro expressar a opinião do nosso coletivo. Quando o MST nasceu e foi construído coletivamente há 40 anos atrás e o nosso ideal era a luta pela reforma agrária que se baseia naquela visão zapatista da Revolução mexicana: “tierra es para quien la trabaja”, que foi adotada em toda a América Latina pela luta dos movimentos camponeses, isso levava uma concepção campesinos da luta pela terra, ou seja se lutava de forma massiva mas a essência era resolver os problemas das famílias camponesas e agora nós estamos numa nova etapa do capitalismo internacional. (mais…)

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