Helicóptero lança veneno sobre comunidade rural em Pernambuco

Na tarde dessa terça-feira (7) as comunidades do engenho Barro Branco e Várzea Velha, em Jaqueira, Mata Sul de Pernambuco, encaminharam denúncia à CPT informando que foram surpreendidas com um helicóptero sobrevoando a área e lançando agrotóxicos.

por CPT NE 2

Os camponeses e camponesas afirmam que a pulverização do veneno foi realizada no período da tarde, pela empresa Agropecuária Mata Sul S/A, que vem entrando em sucessivos conflitos com os posseiros daquela região.

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O coronavírus, a barbárie e a força do Cerrado. Por Leonardo Melgarejo*

Enquanto a comunidade científica discute as origens do coronavírus, no Brasil as práticas que ampliam seus danos permanecem inalteradas

CPT

Teria sido o Covid-19 criado em laboratórios chineses ou em laboratórios norte-americanos, como arma de guerra e com fins geopolíticos? Teria surgido na China, ou teria sido levado para China, por soldados norte-americanos, por ocasião de jogos militares?

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Esquizofrenia, epilepsia, depressão: há 23 anos agricultor lida com efeitos trágicos do agrotóxico

Pelos efeitos do Round Up, feito à base de glifosato, Monsanto perdeu processo em primeira instância, mas recorreu e foi absolvida

Por Pedro Grigori, Agência Pública/Repórter Brasil

Depois de passar cinco anos aplicando o glifosato em sua pequena lavoura de café, o agricultor Sebastião Bernardo da Silva desenvolveu um quadro de epilepsia e esquizofrenia que, segundo perícias feitas por um neurocirurgião, foi consequência à exposição ao agrotóxico. Com laudos médicos atestando que suas doenças eram sequelas da intoxicação, o pequeno agricultor obteve uma rara conquista judicial contra a gigante Monsanto em 2009. Mas sua vitória durou pouco. A empresa recorreu e ganhou em segunda e em terceira instância com argumento de que o caso estava prescrito.

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Aprovação automática de agrotóxicos em 60 dias visa aumentar o lucro e a produtividade. Entrevista especial com Wanderlei Pignati

Segundo o médico, política de liberação de agrotóxicos está voltada para o desenvolvimento econômico e desconsidera as implicações dessas substâncias na saúde

Por: Patricia Fachin, em IHU On-Line

Portaria nº 43 instituída pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa, que determina a aprovação do registro para a comercialização de agrotóxicos em 60 dias a partir de 1º de abril deste ano, “está passando por cima da Lei dos Agrotóxicos” com o objetivo de “aumentar” a produtividade e o lucro, diz o médico Wanderlei Pignati, que estuda os impactos dos agrotóxicos na saúde. “Será que não existe mais lei neste país? Elas funcionaram somente até um ano atrás? A ministra do Mapa tem que obedecer à lei”, reage.

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Antiga Dow Agrosciences é campeã em acionar Justiça para flexibilizar controle de agrotóxicos

Levantamento inédito de ações no STF mostra que a empresa americana, que hoje se chama Corteva Agriscience, foi parte em 36 das 64 ações sobre agrotóxicos

Por Thays Lavor, Agência Pública/Repórter Brasil

Sétima empresa do setor com maior número de registros de produtos agrotóxicos no país – 97 ao todo – a Dow Agrosciences Industrial LTDA, subsidiária do grupo americano Corteva Agriscience, ex-Dow Agrosciences, recorre constantemente à Justiça para flexibilizar leis que procuram controlar o uso de pesticidas. É o que revela um levantamento feito pela Agência Pública e Repórter Brasil com base nos processos do Supremo Tribunal Federal. Dentre as 64 ações sobre o tema identificadas no STF desde os anos 1990, a Dow é responsável por 36, ou seja, 56%.

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Nota sobre a liberação automática de agrotóxicos

Ministério da Agricultura definiu que, caso um pedido de registro de agrotóxico não seja avaliado em 60 dias, ele será aprovado “tacitamente”, ou seja, de forma automática

Na Abrasco

Desde 2015, quando o então deputado Covatti Filho (PP-RS) propôs o PL 3200, a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida vem denunciando um processo de desmonte da legislação que regulamenta o uso de agrotóxicos no Brasil. Desde então, denunciamos as tentativas de desmonte da lei de agrotóxicos, a flexibilização das regras na Anvisa, e o desmonte do Programa de Avaliação de Resíduo de Agrotóxicos em Alimentos (PARA), entre outros.

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O poder político das empresas de agrotóxicos, por João Pedro Stedile

Setor não recolhe ICMS; ação no STF decidirá sobre inconstitucionalidade da isenção

João Pedro Stedile, no Poder 360

Há no Brasil, seis grandes empresas, todas corporações transnacionais, que controlam mais de 60% do mercado de agrotóxicos: Syngenta (China/Suíça), Bayer/Monsanto (Alemanha), Corteva (ex-DowDupont, EUA), Basf (Alemanha), UPL (índia) e FMC (EUA). O volume de vendas é de cerca de 550 mil toneladas de venenos por ano, segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a um faturamento aproximado de US$ 10,8 bilhões de dólares, segundo a Associação Brasileira dos Defensivos Genéricos (Aenda).

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Governo publica portaria que estabelece registro automático para agrotóxicos

Segundo especialistas, medida tende a ser preparação para a aprovação do “pacote do veneno” na Câmara

Erick Gimenes, Brasil de Fato

O Ministério da Agricultura (Mapa) publicou na quinta-feira (27) uma portaria em que concede liberação automática a novos agrotóxicos que não forem analisados dentro de 60 dias pelo órgão. As regras passam a valer em 1º de abril.

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BA – Itamaraju, um município encurralado pelo plantio de eucalipto das Empresas SUZANO e STORA ENSO

Por Ivonete Gonçalves*

Circundada por mais de um milhão de hectares de eucaliptos plantados, o município de Itamaraju, no extremo sul da Bahia, ainda conta com áreas de remanescentes da Mata Atlantica e uma economia diversificada. A agricultura familiar é o setor econômico mais importante do município, considerado o maior gerador de emprego e renda, acompanhado das atividades como a pecuária, café conilon, cacau, pimenta-do-reino e frutas como maracujá, mamão e banana.

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