Quem precisa da Barbie, tenha o corpo que tiver?, por Eliane Brum

O anúncio de que a Mattel rompeu com o padrão de sua boneca icônica foi celebrado como um triunfo da diversidade e do consumo consciente, mas vale a pena interrogar-se sobre essa “evolução” El País Brasil Demorou só 57 anos…





