Mentes perigosas

O título acima é também do livro escrito pela psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva sobre a sociopatia, também chamada de psicopatia ou transtorno de personalidade antissocial. São pessoas que não conseguem ver o “outro”, têm total indiferença, não conseguem olhar as outras pessoas como alguém que merece respeito e muito menos respeitam os direitos alheios. “Os psicopatas são minoria no mundo, mas o poder de estrago é enorme. Não só de crimes graves, de morte, mas também de corrupção. Querem status, diversão e poder. Estão em todas as profissões, médicos, políticos. Para eles, mentir é fácil. Difícil é dizer a verdade”, afirma a médica

por Pedro Calvi, em CDHM

Ana Beatriz participou da audiência pública realizada pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (17), sobre esse tipo de comportamento e as consequências na violação dos direitos dos cidadãos. (mais…)

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Defensorias públicas buscam mediar conflito em reintegração de posse promovida pela UFC

A universidade reivindica judicialmente a posse de área ao lado do Campus do Pici, onde vivem cerca de 260 famílias

DPU/CE

Na tarde desta terça-feira (16/10), foi realizada reunião de trabalho, na sede da Defensoria Pública da União no Ceará (DPU/CE), para debater os impactos de uma possível remoção de cerca de 260 famílias que vivem na comunidade Açaí, que fica no bairro Antônio Bezerra, em Fortaleza. (mais…)

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Chile destitui coronel por saudação a genocida da ditadura Pinochet em ato

Coronel Germán Villarroel, diretor da Escola Militar, permitiu homenagem a brigadeiro da reserva Miguel Krassnoff, condenado por 71 crimes cometidos durante o regime militar

por Rocío Montes, em El País

O Exército chileno passou compulsoriamente à reserva o coronel Germán Villarroel, que até esta segunda-feira dirigia a Escola Militar do país, por sua “responsabilidade de comando” na homenagem feita nas dependências da instituição ao genocida Miguel Krassnoff Martchenko, que cumpre pena por 71 crimes contra a humanidade cometidos durante a ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990). Em meio à premiação de uma competição esportiva na Escola Militar, onde são formados os oficiais do país, em 6 de outubro, o filho do genocida, coronel Miguel Krassnoff Bassa, tomou a palavra para agradecer publicamente “o carinho, a lealdade e a dignidade do diretor da Escola Militar, com o subdiretor e todo o seu pessoal, (…), de poder recordar o soldado, porque nem todos se lembram”. “Para nós, é super importante que nossos pais, que deram a cara e a vida pelo Chile e suas famílias, estejam sempre presentes no coração de todos vocês”, disse Krassnoff Bassa. “Coube a eles combater, e deram o ar que respiramos em nossa querida pátria”, acrescentou. (mais…)

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CDHM aprova emendas ao orçamento da União para 2019

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (16), as propostas de emendas ao Orçamento da União para 2019. Confira os valores e ações.

Na CDHM

A elaboração dessas propostas, todas de abrangência nacional, levam em consideração as áreas de atuação ou campos temáticos da CDHM; sugestões recebidas de instituições governamentais executoras de políticas públicas em direitos humanos, e de organizações da sociedade civil com atuação nas diferentes áreas de direitos humanos;  prioridade a emendas que atendam a diferentes programas governamentais, que a Comissão considere os mais necessários e que atendam segmentos vulneráveis que não estejam contemplados pela atuação de outras comissões permanentes; correspondência das emendas com aquelas apresentadas pela CDHM à Lei de Diretrizes Orçamentárias e ainda observando as recomendações apresentadas ao Estado no processo de Revisão Periódica Universal do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas. (mais…)

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Cidades: da especulação à Reforma Urbana

Quatro décadas de políticas habitacionais esgotaram-se, ao tornarem nossas metrópoles ainda mais desiguais e desumanas. Mas um novo caminho começa a se esboçar

Por Raquel Rolnik, em Outras Palavras

No final dos anos de 1970, quando arquitetos e urbanistas da minha geração começaram a se envolver com o tema das políticas urbanas, a situação das cidades brasileiras era de precariedade e pobreza, sobretudo em suas extensas periferias em formação. Desprovidas de água, luz, esgoto, pavimentação e calçadas, não eram poucas as casas com chão de barro e paredes de pau-a-pique, papel ou lona. (mais…)

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‘Bando de viado’: após gritos de ódio, homem dá três tiros e acerta jovem em frente a bar

Proprietária vem recebendo ameaças na internet

Por , no Midiamax

Um rapaz de 20 anos foi atingido por dois tiros na madrugada deste sábado (13) em Campo Grande, enquanto estava do lado de fora do Bar Fly. De acordo com a proprietária do local, diversos frequentadores viram um homem estacionar um veículo prata na esquina, descer a pé com a arma em punho e dar tiros em direção às pessoas. (mais…)

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Quem não está em pânico é porque ainda não entendeu o que está acontecendo

Mulheres, negros, crianças, pais: todos são alvo do ódio

Por Rita Lisauskas, no Estadão

Em um evento desses super comuns no mês das mães eu conheci a Milena*, mãe do Pedro*, uma criança que tem a mesma idade do meu filho, 8 anos. Embora ele ainda seja pequeno e nem tenha bem saído da primeira infância, todos sabem que Pedro* não se identifica com o gênero no qual nasceu – inclusive ele.  O garoto gosta de usar vestido, “daqueles que rodam bastante”, nos contou Milena*, lágrimas nos olhos em um misto de orgulho por ter construído uma uma relação de confiança com o menino – a ponto dele não ter medo de contar aos seus pais como se sente – mas também por pavor ao saber que a intolerância e a violência contra os LGBT´s, como Pedro*, vêm crescendo de forma galopante e orgulhosa. (Dúvidas de que isso realmente está aumentando? Assista a esse vídeo da torcida do Palmeiras e seu assustador grito de guerra homofóbico  entoado em plena linha vermelha do metrô de São Paulo.) Você já pensou se essa turba um dia, por acaso, cruza com Pedro*, esse inocente garoto transgênero? Milena* tem pensado nessa possibilidade todos os dias de sua vida. A gente não, porque nossos filhos “não são como ele”, então “melhor deixar para lá”.

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CDHM: Nota de Repúdio sobre os recentes atos de violação de direitos humanos ligados ao processo eleitoral

O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (CDHM), deputado Luiz Couto (PT/PB), divulgou nesta quinta-feira (11), uma nota de repúdio onde manifesta preocupação com os recentes atos de violação de direitos humanos ligados ao processo eleitoral.

Na CDHM

“Manifesto repúdio às agressões físicas e violação de direitos humanos no contexto da eleição presidencial brasileira. A atuação de grupos contrários à afirmação de direitos fundamentais como a liberdade e a democracia, acirra a violência dirigida, especialmente, contra minorias políticas e militantes dos movimentos sociais. (mais…)

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Aliado a Bolsonaro, presidente da Anvisa tentou dificultar atendimento a vítimas de estupro

William Dib somou-se à bancada evangélica em cruzada para derrubar lei que prevê atenção hospitalar obrigatória a mulheres que sofrem violência sexual

Por João Peres, em O Joio e o Trigo

O novo presidente da Anvisa, William Dib, é autor de uma proposta que tenta dificultar o atendimento hospitalar a vítimas de violência sexual. Ao lado de Jair Bolsonaro (PSL-RJ) e Marco Feliciano (PSC-SP), o ex-deputado federal pelo PSDB paulista tentou a revogação da Lei 12.845. (mais…)

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El internacionalismo de las mujeres contra el patriarcado mundial

Por Dilar Dirik y Roar Magazine, en Servindi

La lucha contra el patriarcado, ya sea orgánica y espontánea, o militante y organizada, constituye una de las formas más antiguas de resistencia. Como tal, posee algunos de los conjuntos más diversos de experiencia y conocimiento dentro de ella, encarnando la lucha contra la opresión en sus formas más antiguas y universales.

Desde las primeras rebeliones de la historia hasta las primeras huelgas organizadas, protestas y movimientos, las mujeres que luchan siempre han actuado con la conciencia de que su resistencia está vinculada a problemas más amplios de injusticia y opresión en la sociedad. Ya sea en la lucha contra el colonialismo, el dogma religioso, el militarismo, el industrialismo, la autoridad estatal o la modernidad capitalista, históricamente los movimientos de mujeres han movilizado la experiencia de diferentes aspectos de la opresión y la necesidad de luchar en múltiples frentes. (mais…)

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