Negada cidadania alemã a muçulmano por não apertar mão de mulher

Tribunal estadual alemão considerou que – ao se recusar a saudar a funcionária que lhe entregava o certificado de naturalização, em 2015 – um médico formado no país reafirmou valores fundamentalistas islâmicos.

Na DW

Um muçulmano que se recusa a apertar a mão de uma mulher não deve receber a cidadania alemã, foi a decisão do Tribunal Administrativo de Baden-Württemberg (VGH) na sexta-feira (16/10). O solicitante, um médico libanês de 40 anos residente no país desde 2002, justificara sua recusa com razões religiosas.

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Os Silêncios do Papa Francisco na Fratelli Tutti. Por Antônio Canuto

Na CPT

A Encíclica social do Papa Francisco, Fratelli Tutti, lançada em Assis, no dia 03 de outubro de 2020, junto ao túmulo de São Francisco, é uma Encíclica que provoca as consciências de homens e mulheres para o tema central da Fraternidade urgente e necessária para se construir um mundo onde todos tenham seu lugar assegurado, com condições dignas de vida. Ninguém pode ser excluído da mesa da fraternidade. Nacionalidade, cor, religião nada pode e deve impedir uma autêntica fraternidade. “O mundo existe para todos, porque todos nós, seres humanos, nascemos nesta terra com a mesma dignidade. As diferenças de cor, religião, capacidade, local de nascimento, lugar de residência e muitas outras, não podem antepor-se nem ser usadas para justificar privilégios de alguns em detrimento dos direitos de todos”, diz o Papa. (118)

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Justicia griega dictó penas de hasta 13 años de prisión para los cabecillas del grupo neonazi Amanecer Dorado

La semana pasada esta entidad, que llegó a tener representación parlamentaria, fue declarada como “organización criminal”

La Diaria

El Tribunal de Apelaciones de Atenas, la capital griega, dictó este miércoles penas de hasta 13 años de prisión para la mayoría de los líderes del partido neonazi Amanecer Dorado, una semana después de que el mismo tribunal declarara a la entidad como una “organización criminal”.

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O futuro que foi negado pelo Estado

Por Siro Darlan de Oliveira*, na Conjur

Quem diria que já houve campo de concentração no Brasil? Pois é disso que se trata, quando uma política higienista do Estado brasileiro afastava os filhos de portadores de uma doença de seus pais, negando-lhes o direito à convivência familiar e comunitária, o carinho e cuidados dos pais e os colocava compulsoriamente em “preventórios”, onde além do “apartheid” familiar e comunitário, eram privados da liberdade e sofreram todo tipo de violência, incluindo estupros, violência física, psicológica e até assassinatos em nome do Estado brasileiro. Embora o futuro seja um mistério, não se sabe o que vai acontecer amanhã, mas para essas crianças negaram até o direito de sonhar e ter futuro. Muitos morreram nas masmorras do Estado e poucos sobreviveram despersonalizados e sem passado afetivo.

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Papa telefona para Padre Júlio Lancellotti, da Pastoral do Povo da Rua, e pede que não desanime e continue ao lado dos pobres

Padre Júlio foi ameaçado ao menos duas vezes este ano. Papa Francisco viu fotos dos moradores de rua em São Paulo e disse conhecer as dificuldades por quais passam.

Por G1 SP

O Papa Francisco telefonou neste sábado (10) para o padre Júlio Lancellotti, da Pastoral do Povo da Rua de São Paulo, para perguntar sobre os moradores de rua no Brasil. Segundo comunicado divulgado pela Arquidiocese de São Paulo, o papa telefonou para o padre Júlio às 14h15 e queria saber por quais dificuldades a pastoral passa.

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Nota de Posicionamento do Sistema Conselhos de Psicologia frente aos Retrocessos da Política Nacional de Saúde Mental

Desde a década de 1980, a Psicologia tem participado ativamente dos movimentos de Reforma Sanitária e de Reforma Psiquiátrica Antimanicomial que possibilitaram a criação do Sistema Único de Saúde (SUS) e a implantação de uma Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), comprometidos com a produção do cuidado em liberdade, da cidadania e da saúde das pessoas com sofrimento mental. Ao longo deste tempo, a Psicologia tem lutado e reafirmado o seu compromisso com estas políticas públicas de saúde em seus esforços de promoção de justiça social e de afirmação dos direitos humanos.

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Krenak: O Amanhã não está à venda

Líder indígena desafia: povos originários estavam ameaçados e isolados bem antes da pandemia. Mundo percebe enfim a iminência da extinção, e pode ser que não haja o “depois”. Perceberemos, enfim, que somos parte da Natureza?

Por Ailton Krenak, no OutrasPalavras

Parei de andar mundo afora, cancelei compromissos. Estou com a minha família na aldeia Krenak, no médio rio Doce. Há quase um mês, nossa reserva indígena está isolada. Quem estava ausente regressou, e sabemos bem qual é o risco de receber pessoas de fora. Sabemos o perigo de ter contato com pessoas assintomáticas. Estamos todos aqui e até agora não tivemos nenhuma ocorrência.

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Horror e anticientificismo da “guerra às drogas”

Criminalização gera mais violência e vai na contramão dos estudos científicos. Também intensifica o estigma: ao olhar dependentes sob valores morais, lei priva-os de cuidado, políticas de redução de danos e do direito à Saúde

por Almir Felitte*, em Outras Palavras

Com as eleições municipais tomando o debate público em São Paulo, a Cracolândia, mais uma vez, tem se tornado um tema central. De um lado, aqueles que apoiam a atual política pra região seguem defendendo a repressão policial diária como solução para este grave problema social. A realidade, porém, vem mostrando que este remédio está longe de conquistar bons efeitos. Ainda mais espalhada e ampliada que anos atrás, a região da Cracolândia continua sendo foco de uso abusivo de drogas, com o acréscimo de cenas diárias de violência policial protagonizadas pela PM e pela GCM paulistana.

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Um vírus e duas guerras: uma mulher é morta a cada nove horas durante a pandemia no Brasil

Foram 497 casos de feminicídio reportados entre março e agosto, mostra monitoramento da violência feito por mídias independentes 

Por Amazônia Real

Era manhã, em Paragominas, região sudeste do Pará, quando Fátima Gomes, 36 anos, caminhava com a filha no colo e foi morta pelo ex-companheiro. Também era dia quando no município de Abaetetuba, nordeste paraense, Andreza Vilhena, 22, ia para a academia e teve sua vida interrompida a mando do ex-namorado. Já em Várzea Grande, no Mato Grosso, não se sabe ao certo em qual horário Orany dos Santos, 28 anos, perdeu a vida, pois seu corpo foi encontrado apenas quatro dias depois em um matagal. 

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