Obras da Fiol dificultam isolamento social na comunidade Curral Velho, em Caetité (BA)

Por Beni Carvalho/ CPT Bahia

A mineração foi definida pelo Ministério das Minas e Energia como setor essencial durante a pandemia do novo coronavírus e, assim, as suas operações foram classificadas como indispensáveis neste momento. De forma indiscriminada e unilateral, o Governo Federal atendendo às reivindicações do capital mineral e sua cadeia produtiva põe em risco milhões de pessoas em todo o Brasil, desde trabalhadores/as do setor às comunidades localizadas em territórios minerados. É o caso, por exemplo, da comunidade Curral Velho, localizada no município baiano de Caetité. No local, os/as moradores/as não conseguem cumprir o isolamento social pois são obrigados a saírem de suas casas durante explosões e detonações.

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Vale nega indenização por danos psicológicos de crianças em Brumadinho

Em acordos individuais, Vale nega danos das crianças do Córrego do Feijão para indenização

No Mab

A mineradora Vale, na comunidade do Córrego do Feijão, em Brumadinho, nega indenização por danos psicológicos para crianças, que acompanharam de perto os desdobramentos do rompimento da barragem BI, do complexo Mina Córrego do Feijão. A denúncia é de moradores da comunidade que entraram individualmente com a Defensoria Pública ou com advogados particulares para indenização. 

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Fundação Renova e a violação do direito à moradia

É preciso perguntar como a Fundação Renova consegue fazer uma (não) reparação dessa forma. E para responder a essa pergunta é também preciso lembrar que, na verdade, estamos lidando com empresas: Vale, Samarco, BHP Billiton e a própria Renova

No Mab

5 de maio – 4 anos e 6 meses de impunidade e luta por direitos no Rio Doce!

Nessa semana, completa-se quatro anos e seis meses do crime da Samarco, Vale e BHP Billiton na bacia do rio Doce. Desde então, o Movimento dos Atingidos por Barragens – MAB têm buscado organizar as pautas, motivar as lutas, fortalecer a esperança dos atingidos diante da postura cotidiana da Fundação Renova que é um instrumento de violação de direitos mantido e coordenado pelas mineradoras. 

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Em meio à pandemia, obras portuárias seguem a todo vapor no Médio Tapajós

Obras da empresa RTL seguem apesar de terem sido suspensas em liminar de uma Ação Civil Pública; Terra de Direitos entrou com pedido para participar da ação.

Franciele Petry Schramm, Terra de Direitos

Mais de dez meses após a liminar da Justiça Federal de Itaituba (PA) que determinou a suspensão do processo de licenciamento de um terminal portuário da empresa Rio Tapajós Logística Ltda (RTL), as obras seguem a todo vapor – mesmo em tempo de pandemia e sem que as determinações da justiça tenham sido cumpridas.

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MPF: Justiça condena mineradoras por extração ilegal no Morro do Marapicu em Nova Iguaçu (RJ)

Indústrias de Mármores Cavaliere e Gondstone Minérios & Metais terão que recuperar a área degradada pela extração irregular de sienito

Procuradoria da República no Rio de Janeiro

Em ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal (MPF), a Justiça Federal condenou a Gondstone Minério & Metais LTDA e a Indústrias de Mármores Cavaliere LTDA por extração mineral de forma ilícita na região denominada Morro do Marapicu. A região faz parte da Área de Preservação Ambiental (APA) Estadual Gericinó-Mendanha, unidade de conservação implantada pelo Decreto no 38.183, de 5 de setembro de 2005. Diante disso, as mineradoras deverão reparar o dano ambiental provocado, no prazo de 60 dias, mediante a apresentação de Plano de Recuperação de Área Degradada (Prad) ao Instituto Estadual do Ambiente (Inea), a ser aprovado nos respectivos processos administrativos de concessão de Licença Ambiental de Recuperação (LAR). 

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Mineradora não para durante pandemia e Angico dos Dias sofre com novas explosões e risco de contaminação

Por Comunicação CPT Juazeiro

Com a pandemia do novo coronavírus, a população, da cidade e do campo, tem mudado de hábitos e adotado as recomendações de isolamento social dos órgãos de Saúde. Na Bahia, as medidas que visam conter a propagação do vírus já estão vigentes há mais de um mês. No entanto, para quem vive em territórios com a presença da mineração, se proteger da Covid-19 tem sido ainda mais difícil.

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Vale suspende voucher alimentação de atingidos em Macacos (MG) em meio à pandemia

Voucher de R$ 280 foi substituído por outro auxílio que exige “cadastro complexo”; famílias estão há um mês desamparadas

Amélia Gomes, Brasil de Fato 

Imagine ficar sem nenhuma fonte de renda ou de garantia de alimentação em meio à crise econômica e sanitária que o país enfrenta? Essa é a situação de quase 4 mil famílias atingidas pela Vale em São Sebastião das Águas Claras, conhecido como Macacos, distrito de Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG). Desde fevereiro de 2019, quando as sirenes da barragem B3/B4, da Mina Mar Azul, tocaram, a rotina dessas famílias tem sido de incerteza e medo.

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Governança da reparação do crime da Samarco/Vale-BHP ainda é falha, diz defensor

Rafael Portella alerta que não há, até hoje, nenhuma evidência do devido dimensionamento dos danos

Por Fernanda Couzemenco, Século Diário

Passados mais de quatro anos do rompimento da barragem de Fundão, da Samarco/Vale-BHP em Mariana/MG, considerado o maior crime ambiental do País e o maior da mineração mundial, o defensor público estadual Rafael Portella considera que a governança da reparação do crime, centrada no Comitê Interfederativo (CIF), continua falha, deixando um grande contingente de atingidos excluídos de direitos elementares, como o cadastro que lhes garante auxílio financeiro emergencial (AFE) e indenização por danos materiais e lucro-cessante, além de acesso à água potável e atendimento aos problemas de saúde decorrentes da contaminação do Rio Doce pelos rejeitos tóxicos de mineração. 

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Nível de barragem em Ouro Preto tem alteração, e moradores são retirados de área próxima

Barragem do Doutor, da Mina de Timbopeba em Ouro Preto, entrou em nível dois, no início de abril.

Por Bom Dia Minas, no G1

Em meio à pandemia do novo coronavírus, moradores do distrito de Antônio Pereira, em Ouro Preto, convivem com uma incerteza: quase 80 famílias serão retiradas de casa por causa do aumento do nível de risco da Barragem do Doutor, da empresa Vale.

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Vale alega ‘risco zero’ para fechar escola e expandir exploração de manganês em Conselheiro Lafaiete-MG

No Mab

A Vale conseguiu o fechamento da Escola Municipal Meridional, em Conselheiro Lafaiete-MG, que tem em torno de 600 estudantes e moradores próximos. O objetivo é expandir sua exploração de manganês na área. A empresa alegou risco iminente proveniente de instabilidade de pilha de estéril localizada próxima à escola e apelou para sua suposta política de ‘risco zero’ para alcançar seu intento.  Essa decisão foi informada pela Prefeitura em sua página oficial no dia 7/2 (sábado), com as aulas já suspensas no dia 9/2 (segunda). 

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