Carajás nos anos 80 – Histórias contadas por mulheres. Por Lúcio Flávio Pinto

O texto retrata a vida de mulheres que saíram de suas áreas de origens, em diferentes estados do Brasil, para acompanhar seus maridos que foram para Carajás trabalhar em mineração na década de 80. São mulheres que se encontraram em uma região tão distante e que tentaram se adaptar à nova realidade. Conheça quem são

Por Lúcio Flávio Pinto, da Amazônia Real

Elas eram oito, quatro de São Paulo, uma do Rio de Janeiro, outra de Minas Gerais e de Santa Catarina. Foram para Carajás acompanhando seus maridos. Rosa foi a primeira a chegar em fevereiro de 1982 e foi trabalhar no Hospital Nossa Senhora de Nazaré, sob a administração de Rosa Chamma, “tornando-se um ícone em Carajás”. A Logus Engenharia foi quem editou o livro. (mais…)

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Entidades de Vitória reforçam cobranças sobre aumento do pó preto

Monitoramento aponta que índice ultrapassou o permitido em vários meses de 2025

Por Mariah Friedrich, Século Diário

Associação Juntos SOS Espírito Santo Ambiental e a Associação de Moradores, Empresários e Investidores da Enseada do Suá (Ameies) reforçaram, nos últimos dias, cobranças aos órgãos públicos a respeito do que consideram um aumento visível da poluição atmosférica por poeira sedimentável – popularmente conhecida como “pó preto” – em Vitória. (mais…)

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Ação Civil Pública tenta evitar que Braskem vire dona dos bairros que destruiu em Maceió

por Wanessa Oliveira, da Mídia Caeté, no MZC

A Defensoria Pública do Estado de Alagoas ajuizou uma Ação Civil Pública (ACP) para reivindicar que a Braskem não detenha a posse das áreas destruídas pela mineração em Maceió. O instrumento, produzido por meio do Núcleo de Proteção Coletiva e endereçado à Justiça Federal, defende que os acordos realizados com os órgãos públicos, no contexto do afundamento dos bairros, sejam interpretados sob a finalidade exclusivamente reparatória, como instrumento de transação pública, e não a partir de uma relação de compra e venda entre empresa e ex-moradores – vítimas de remoção forçada em razão do afundamento provocado pela mineração irregular. (mais…)

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CGU aponta favorecimento em processo de mineração em Linhares

Auditoria realizada em cinco estados revelou “irregularidades” e “falhas graves”

Por Mariah Friedrich, Século Diário

Um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) identificou falhas graves na condução de um processo minerário no município de Linhares, no norte do Espírito Santo, envolvendo a Agência Nacional de Mineração (ANM). A auditoria concluiu que decisões administrativas tomadas pela diretoria da agência contrariaram pareceres técnicos, desconsideraram prazos legais e até uma decisão judicial transitada em julgado, criando um cenário de insegurança jurídica e risco ambiental. (mais…)

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Após ação do MPF, ANM tem 180 dias para iniciar estudo que diferencie pesquisa mineral da lavra garimpeira

Estudos técnicos devem contribuir para produção de norma válida em todo o território nacional

Procuradoria da República no Amazonas

Após uma ação civil pública apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF), a Justiça Federal determinou à Agência Nacional de Mineração (ANM) que inicie, no prazo de 180 dias, estudos técnicos para contribuir na elaboração do ato normativo capaz de diferenciar as atividades de pesquisa mineral das atividades de aproveitamento comercial de minérios, em todo o território nacional. (mais…)

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Exploração de lítio no Jequitinhonha tem mais casas rachadas do que promessas cumpridas

Moradores preferem deixar a região a conviver com impactos da Sigma, que enfrenta dificuldades financeiras

Por Rafael Oliveira | Edição: Marina Amaral | Fotógrafo: José Cícero, Agência Pública

No Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, moradores de uma comunidade colada em uma mina de lítio, entre os municípios de Araçuaí e Itinga, temem que o teto caia sobre suas cabeças. Há semanas não se escuta o barulho da mineradora, mas a preocupação com as rachaduras das casas, causadas por anos de detonações, é maior do que o alívio momentâneo. Ninguém sabe o que vai acontecer daqui para frente. (mais…)

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Ato político demarca o enfrentamento a mineração predatória em Minas Gerais

Durante a atividade foi assinado o projeto de recuperação agroecológico do Rio Doce

Por Flora Villela, da Página do MST

Como parte do 34º Encontro Estadual do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em Minas Gerais, aconteceu na noite deste sábado (13), o Ato Político e Cultural Sem Anistia Para os Crimes da Mineração. O momento denunciou os crimes, ambientais e humanos, cometidos pelo setor minerário nas bacias do Rio Doce e Paraopeba. E marcou a assinatura do Projeto de Recuperação Econômica Agroecológica da Bacia do Rio Doce. (mais…)

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