Defensora pública classifica postura de empresa de monocultivo de palma (BBF) de “completa ilegalidade”

E Ministério Público Federal diz que a Terra Indígena Turé Mariquita “está estrangulada” por plantações da empresa

Por Dilson Pimentel, em O Liberal

A defensora pública do Estado do Pará Andréia Barreto, coordenadora do Núcleo das Defensorias Agrárias, classifica como “completa ilegalidade” a postura da empresa de monocultivo de palma Brasil BioFuels (BBF), chefiada por Milton Steagall, que é acusada de violar direitos de indígenas e quilombolas no nordeste do Pará. E umas das práticas é criar obstáculos físicos para impedir o acesso dessas populações aos territórios dessas comunidades.

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Monoculturas ditam as regras e encurralam a floresta no Espírito Santo

Na Reserva da Costa do Descobrimento, eucalipto e do café disputam espaço pela redução de pastagens e concorrem com a necessária expansão da floresta

Por Fernanda Cozumenco, em O Eco 

O Espírito Santo é um dos únicos três estados cobertos exclusivamente pelos domínios da Mata Atlântica. Como em outros locais, as florestas capixabas perderam espaço para o avanço das cidades, das monoculturas e da exploração predatória da natureza. Ainda assim, o estado abriga 46% das florestas da Reserva de Mata Atlântica da Costa do Descobrimento, título concedido pela Unesco em 1999 à região compreendida entre a vila de Regência, na foz do Rio Doce, até o município de Una, no sul da Bahia. O Sítio do Patrimônio Mundial Natural representa uma importante faixa contínua de floresta remanescente.

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Quilombolas pedem que eucaliptais se afastem do território das comunidades

Pedido se respalda em decisão judicial de anular os títulos de domínio de terras devolutas dados à Suzano (ex-Aracruz/Fibria)

Por Fernanda Couzemenco, no Século Diário

As comunidades que vivem no território quilombola tradicional do Sapê do Norte, entre São Mateus e Conceição da Barra, no norte do Estado, voltam a pedir prioridade no atendimento de uma pauta fundamental para a segurança e qualidade de vida das famílias: o afastamento dos eucaliptais da Suzano (ex-Aracruz Celulose/Fibria) mais próximos das casas e lavouras quilombolas na região.

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Fragmentação de biomas pode colocar pequenos mamíferos em rota de extinção nos Campos Gerais

Estudo do Projeto Promasto em áreas reservadas de Mata Atlântica do Paraná identificou espécies raras e ameaçadas de morcegos, marsupiais e roedores

Em Ciência UFPR

Os ecossistemas dos planaltos paranaenses vêm sofrendo com os impactos trazidos pelas atividades humanas na região. Rodovias, estradas, bairros e outras intervenções acabam ameaçando a diversidade de espécies presente nesses locais, diminuindo seus espaços. Mesmo nas áreas rurais, o impacto da agricultura convencional é muito elevado, com a progressiva substituição da paisagem natural para dar lugar a pastagens, monocultivos e plantios comerciais de pinus e eucaliptos.

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Comunidade quilombola faz retomada para impedir novo avanço do monocultivo

Com plantação de alimentos e árvores nativas, Angelim 1 exige do Estado proteção ao seu território tradicional

Por Fernanda Couzemenco, Século Diário

A comunidade quilombola do Angelim 1 abriu uma nova retomada nesse sábado (23) para impedir que a Suzano Papel e Celulose (ex-Fibria e ex-Aracruz Celulose) expanda os monocultivos de eucalipto em áreas já demarcadas como Território Quilombola Tradicional do Sapê do Norte.

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‘Morde e assopra’: Suzano apoia plano de restauração, mas avança sobre vegetação

Moradores pararam trator da empresa para proteger área em regeneração no limite com o Parque de Itaúnas

Fernanda Couzemenco, Século Diário

Um mal-estar permanece, desde a manhã desse domingo (26), na microbacia do Córrego da Velha Antonia, no limite com o Parque Estadual e a vila de Itaúnas, em Conceição da Barra, norte do Espírito Santo.O motivo é a incoerência – e desrespeito, na opinião de moradores da região – expressada pela Suzano Papel e Celulose, ao avançar com um trator sobre uma área em processo de regeneração ambiental há cerca de uma década, apesar de ter assinado apoio formal ao Plano de Restauração Florestal das Bacias dos Rios Itaúnas e São Mateus, voltado a todo o extremo norte e o noroeste capixaba, região com menor cobertura florestal e maior déficit hídrico do Estado.

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Documentário que mostra o avanço da monocultura de eucalipto na Bahia é selecionado pela mostra Ecofalante de cinema

POR ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO FILME “MATA” / CIMI

“Esta é uma floresta morta, um fantasma”, conta Rodrigo Santana Mãdỹ, do povo Pataxó, ao caminhar por uma área de cultivo de eucalipto no extremo sul da Bahia. Cercados pela monocultura, indígenas e agricultores familiares enfrentam os impactos do eucalipto na região. O filme MATA acompanha a trajetória de Rodrigo e Etevaldo Pereira Nunes, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), na luta pela garantia de seus territórios.

O documentário foi selecionado para a 10a edição da  de cinema. A estreia do filme acontece no dia 24/08 às 15h. Acesse a página do filme com a programação completa da mostra.

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