Em defesa da soberania da Venezuela! Repúdio à agressão imperialista

“De forma irrestrita e veemente, as entidades que subscrevem esta NOTA repudiam a agressão militar perpetrada, na madrugada de 3 de janeiro de 2026, pelo governo dos Estados Unidos da América contra a República Bolivariana da Venezuela. Este ato de violência contra um território nacional é uma criminosa transgressão do direito internacional, uma afronta aos fundamentos da convivência pacífica entre os Estados soberanos e se configura como mais uma ação imperialista do governo Donald Trump.

O mundo, em 2026, começa, pois, sob o signo da rapinagem, da barbárie e da guerra! (mais…)

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O sequestro de Maduro e a terceira onda colonial. Por Vladimir Safatle

Por Vladimir Safatle*, em A Terra é Redonda

O colonialismo 3.0 não disfarça mais: suas razões são a pilhagem, e sua lógica, a força bruta. Resta-nos responder com a clareza de quem sabe que a próxima fronteira do império é nosso próprio quintal

1.

Entre 1884 e 1885, as principais potências ocidentais se reuniram em Berlim para decidir como elas partilhariam o território africano entre si. O evento foi conhecido como “Conferência do Congo”. Não faltaram discursos edificantes sobre tirar tais países da servidão, do atraso, a fim de trazer o progresso e a liberdade. O resultado final foi a consolidação de uma segunda fase do processo colonial europeu, que durou até os anos setenta do século passado, quando as coloniais portuguesas na África, as últimas pertencentes a uma potência europeia, enfim se libertaram. Durante esse quase um século, os africanos e asiáticos conheceram bem o que o “progresso e a liberdade” europeus efetivamente significavam. Saque de suas riquezas, genocídios, massacres administrativos, humilhação colonial. Nada muito diferente do que eles haviam feito séculos antes nas Américas, neste momento em que, pela primeira vez, o direito europeu se impôs como direito global. (mais…)

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Venezuela: a fabricação de uma mentira. Por Ted Snider

Alegação de que Caracas trafica fentanil oscila entre o trágico e o patético. As agências de inteligência dos EUA a desmentem. Aliados ocidentais de Washington tomam distância. Mas Trump insiste, pois seus propósitos imperiais o exigem

No Outras Palavras*

Segundo relatos, Donald Trump manteve uma conversa telefônica surpresa com o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, na semana passada. Dias depois, o Departamento de Estado dos EUA designou formalmente o Cartel de los Soles da Venezuela como uma organização terrorista estrangeira e, além disso, declarou que Maduro é o líder dessa organização terrorista estrangeira. (mais…)

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EUA são a nova Alemanha Nazista declarando a 3ª guerra mundial. Por Ualid Rabah

Os crimes estadunidenses na América Latina e no Caribe sempre buscaram roubar território – do México e da Colômbia – e suas riquezas.

No GGN

O ataque dos EUA à Venezuela, nesta madrugada, e o sequestro de seu presidente Nicolás Maduro, não diferem da longa lista de crimes estadunidenses na Península Coreana (1950/53) e no Vietnã (1955/75), ambas guerras de agressão com até 3 milhões de assassinados cada, a maioria civis; das invasões a países americanos – Granada (1983), Panamá (1989), Haiti (1915, 1994 e 2004), República Dominicana (1965) – ou dos assassinatos aos seus presidentes, dentre eles o panamenhos soberanistas José Antonio Remón Cantera (1955) e Omar Torrijos (1981), o chileno Salvador Allende (1973), para citar poucos na América Latina. (mais…)

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DPU recomenda que Florianópolis deixe de controlar entrada de pessoas de outros locais

Agência Brasil

A Defensoria Pública da União (DPU) enviou ao prefeito de Florianópolis, Topázio Neto, uma recomendação para que deixe de realizar a triagem de passageiros que chegam na cidade. Para o órgão, a iniciativa do político “viola direitos fundamentais e é um controle migratório ilegal dentro do território nacional”.

No início do mês, o prefeito comunicou a implantação de um sistema de controle de chegada de pessoas à cidade. Foi instalado na rodoviária local um posto avançado da assistência social para identificar quem chegava à cidade sem trabalho ou residência. (mais…)

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Carta ao Conselho de Segurança da ONU: a proposta EUA-França-Reino Unido apenas consolidará a ocupação, o apartheid e o genocídio em Gaza

Rejeitem a proposta EUA–França–Reino Unido de “força de estabilização” que apenas consolidará a ocupação, o apartheid e o genocídio em Gaza

Ao Conselho de Segurança da ONU

Excelentíssimo(a) Senhor(a),

Apelamos urgentemente a Vossa Excelência, como membro do Conselho de Segurança das Nações Unidas, para que rejeite a iminente resolução apresentada pelos Estados Unidos, França e Reino Unido, que pretende “estabilizar” a atual ocupação e o genocídio em Gaza por meio de uma força multinacional aprovada pela ONU — uma iniciativa destinada, na prática, a sustentar o chamado plano de paz de Donald Trump. (mais…)

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