Assistimos à naturalização do inaceitável: a transformação de um genocídio em mero episódio geopolítico, revelando que a razão já deu lugar aos monstros que produziu.
“A melhor forma de viver o futuro é criá-lo” (Joseph Conrad).
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“Relaxamento, torpor, anestesia e sonolência”, causadas pelo ópio fumado ou bebido em “tinturas preparadas para o consumo” foram – mais além das devastações materiais e humanas – os primeiros efeitos na perversão da subjetividade humana, desenhados desde dentro do capitalismo industrial. (mais…)
