Juventudes de Manaus discutem justiça climática e COP30

No evento “Manaus decide o clima”, as juventudes amazônidas de Manaus (AM) cobraram soluções para a crise climática nas periferias

Por Nicoly Ambrosio, em Amazônia Real

Manaus (AM) – Quem vai pagar a conta da crise climática? Norteadas por esse questionamento, as juventudes periféricas de Manaus se reuniram para discutir sobre a COP30 e seu impacto na realidade amazonense. Na quinta-feira (23), o evento “Manaus decide o clima”, encabeçado pela organização Palmares Lab, abordou a justiça climática e as propostas de soluções pensadas a partir da Amazônia urbana para mitigar a crise climática. (mais…)

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Comungando esperança: pela liberdade e contra a injustiça

No artigo Roberto e Ivan, do Cimi Regional Sul, refletem sobre a comunidade Kaingang de Faxinalzinho, na Terra Indígena Kandóia, que há mais de dez anos está com o procedimento de demarcação paralisado

Por Roberto Liebgott e Ivan Cesar Cima, do Cimi Regional Sul

A comunidade Kaingang de Faxinalzinho, na Terra Indígena Kandóia, encontra-se, há mais de dez anos, com o procedimento de demarcação de sua área paralisado. Os estudos circunstanciados de identificação e delimitação foram concluídos, publicados e as contestações – promovidas por terceiros – contra o ato administrativo, acabaram sendo rejeitadas pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). (mais…)

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TRF-3 decide manter PM em fazenda retomada pelos Guarani e Kaiowá na TI Guyraroká

“Na realidade, as polícias estaduais já estão dentro da fazenda desde o início. Com ou sem mandado”, diz indígena

O Tribunal Regional Federal (TRF) da 3a Região, em despacho na noite desta terça-feira (28), manteve os efeitos da medida cautelar que determina a atuação e presença da Polícia Militar (PM) na Fazenda Ipuitã, área sobreposta à Terra Indígena Guyraroká, em Caarapó (MS). (mais…)

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Itaipu e Estado Brasileiro pedem desculpas a indígenas expulsos de suas terras para construção da hidrelétrica

Medida faz parte de acordo criticado anteriormente pelas comunidades por ser considerado insuficiente: ‘Uma migalha’

No Brasil de Fato

Nesta quarta-feira (29), a Itaipu Binacional e o Estado Brasileiro, representado pela União, pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), divulgaram uma carta com pedido formal de desculpas ao povo Avá-Guarani, do oeste do Paraná, pelos danos e violações de direitos humanos ocorridos durante a construção da Usina Hidrelétrica de Itaipu nas décadas de 1970 e 1980. (mais…)

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Vozes indígenas “são indispensáveis” para evitar a catástrofe climática, diz secretário-geral da ONU

ClimaInfo

Os líderes globais precisam aprender com os Povos Indígenas a importância de uma relação harmoniosa com a natureza, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres à Sumaúma e ao Guardian. Foi a primeira vez que o secretário-geral da organização concedeu uma entrevista exclusiva a um jornalista indígena – Wajã Xipai, jornalista-floresta do Povo Xipai. (mais…)

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Nova ação do Governo Federal de combate ao garimpo ilegal intercepta mais de R$ 7 milhões em ouro

Na Funai

Uma fiscalização realizada na BR-401, em Boa Vista (RR), resultou na apreensão de 10 quilos de ouro, avaliados em mais de R$ 7 milhões, transportados ilegalmente em uma caminhonete que havia saído de Manaus (AM). O motorista foi preso após apresentar informações contraditórias e não comprovar a origem do metal. O ouro estava escondido em um fundo falso no painel do veículo. (mais…)

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E depois da desintrusão? O plano do governo para manter territórios indígenas seguros

Ação mais recente na TI Munduruku (PA) é microcosmo do desafio do governo, que atuou em nove terras indígenas desde 2023

Por Thiago Domenici | Edição: Ed Wanderley, Agência Pública

Outubro de 2025. Na vastidão da Terra Indígena Munduruku, no sudoeste do Pará, duas operações de fiscalização de pós-desintrusão, coordenadas pelo Ministério dos Povos Indígenas (MPI) em colaboração com outros órgãos e agências do governo, tiveram mais uma etapa finalizada. As ações ocorreram nove meses depois do governo federal concluir a “fase aguda” da desintrusão no território Munduruku, anunciando uma redução substancial nos alertas de novas áreas de mineração ilegal. A presença do Estado agora, longe dos holofotes, levanta a questão que assombra a política indigenista: o que vem depois que a poeira baixa e a fiscalização se retira? (mais…)

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