Nota de Apoio – Em defesa do rio Tapajós, em defesa da vida!

Organização manifesta seu apoio aos parentes e parentas que se mobilizam desde o dia 22 de janeiro, em Santarém (PA).

Por Coiab

A Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) manifesta seu apoio aos parentes e parentas que se mobilizam em defesa do rio Tapajós, desde o dia 22 de janeiro, em Santarém (PA). A manifestação é símbolo da luta legítima dos povos indígenas do Tapajós contra a dragagem do rio e contra os projetos que ameaçam seus territórios, seus modos de vida e a própria existência dos povos que protegem e dependem desse rio. (mais…)

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Lixeiras cheias, barrigas vazias

O desperdício é um outro lado da fome. Do campo aos circuitos de consumo, mais de dois bilhões de toneladas de alimentos são descartados. No Sul global, o drama é acentuado na agricultura: camponeses, sem acesso a tecnologias, perdem boa parte da produção

Por Sergio Ferrari | Tradução: Rose Lima, em Outras Palavras

Atualmente, 13,2% dos alimentos — o equivalente a 1,25 bilhão de toneladas — são perdidos após a colheita e antes de chegarem ao varejo. Somente em 2022, 1 bilhão de toneladas (19% do total de desperdícios) foram desperdiçadas em residências, em locais que servem alimentação e no comércio varejista. (mais…)

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Cuba em perigo. Por Valerio Arcary

Após o assalto à Venezuela, a situação da ilha caribenha, já castigada, piorou muito. Um golpe pode se concretizar até final de 2026. Defendê-la é questão de princípios. Pois Cuba não é prova de que o socialismo não dá certo – é exatamente o contrário

Por Valerio Arcary, em Outras Palavras

O que significa dizer defesa “incondicional” da URSS? (…) Quer dizer que, independentemente do motivo (…) defendemos as bases sociais da URSS, se esta for ameaçada pelo imperialismo.[1]
                                                                                                                      Leon Trotsky (mais…)

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Os “acordos de paz” de Trump

O “pacifista” já bombardeou sete países, só no segundo mandato. Tentativas fracassadas de resolução na Faixa de Gaza, no sudeste asiático e na África Central expõem o rebaixamento dos EUA. Enquanto sequestra um presidente e cobiça territórios, Casa Branca constrói seu “Conselho de Paz”

Por Wagner Sousa, em Outras Palavras

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem se jactado em muitos de seus discursos como o sendo o “líder da paz” que “terminou oito guerras”, desde o início deste segundo mandato, o que claramente não procede. Algumas das “guerras” mencionadas não estavam em curso, como entre Sérvia e Kosovo ou entre Egito e Etiópia, tratando- se de tensões entre vizinhos. Outros conflitos como entre Paquistão e Índia, que cessaram, não têm o reconhecimento das duas partes sobre um suposto papel decisivo dos EUA como intermediador. Mas na habitual autocongratulação do republicano, estes “feitos” e outros supostos o credenciariam a tornar-se merecedor do Prêmio Nobel da Paz. (mais…)

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O urbanismo de “ordem e o progresso” no Brasil

Recente onda de militarização dos espaços, políticas de “revitalização” e obras megalomaníacas não são acaso. Em crise, o capital se agarrou às cidades: o “progresso” é usado transformar territórios em escombro e ruína para, depois, espoliá-los

Por Breno Serodio, em Outras Palavras

Dentro do contexto sociopolítico contemporâneo marcado pelo signo do colapso social e pela crise endógena do moderno sistema produtor de mercadorias — que engendrou o amálgama da modernização retardatária1, surgiram novos arranjos de poder alinhados a formas empresariais/corporativas que impactaram as formas de gerir as cidades e tomar as decisões no que tange aos processos de planejamento urbano. Apesar de apresentar um caráter híbrido, multifacetado e não-linear, a tendência de mercantilização das formas de governar as cidades e gerir os rumos das decisões urbanísticas pode ser observada em várias cidades pelo Brasil e em outras partes do mundo. Há um fio condutor neoliberal que sustenta a integração física e simbólica das cidades nos circuitos e fluxos da reprodução de capital. (mais…)

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Gaza: Como funcionam as IAs da morte

A partir de vigilância em massa, sistemas selecionam os alvos. Rastreiam-nos até suas casas. Decidem o momento do ataque – que pode causar até 100 mortes “colaterais”. Os robôs têm quase carta branca para bombardear. Eis o modelo de genocídio high tech no século XXI

Por Fabricio Solagna, em Outras Palavras

A guerra na Faixa de Gaza, perpetrada por Israel contra os palestinos, tem sido classificada como um genocídio por diversos especialistas, inclusive por uma investigação independente da ONU. (mais…)

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Massificação da agroecologia é a resposta do MST ao agronegócio e ao imperialismo no campo

O tema esteve no centro dos debates do 14º Encontro Nacional do MST, realizado em janeiro, em Salvador (BA). Confira as linhas estratégicas de atuação do Movimento para ampliação da escala de produção agroecológica em todo o Brasil

Por Ednubia Ghisi, do Setor de Comunicação e Cultura do MST no Paraná, da Página do MST

A agroecologia é capaz de alimentar o mundo? Esse é o questionamento comum quando o assunto é a urgência da superação do modelo do agronegócio. O fato é que, apesar dos lucros exponenciais do agro, 673 milhões de pessoas em todo o mundo (8,2% dos habitantes da Terra) enfrentam a fome todos os dias, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU). (mais…)

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