Projeto da “Escola sem Partido” é derrotado na Câmara dos Deputados

Foram quase três horas de obstrução até o presidente do colegiado, deputado Marcos Rogério (DEM-RO), jogar a toalha e encerrar os trabalhos da comissão especial que analisa o projeto que ficou conhecido como Escola Sem Partido (PL 7180/14). Após seis semanas tentando votar o relatório do deputado Flavinho (PSC-SP) e enfrentando dura obstrução da Oposição, o parlamentar reconheceu o trabalho dos deputados contrários à matéria e criticou a ausência de seus aliados no colegiado.

Por Christiane Peres, no Portal Vermelho

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Homem abre fogo dentro de Catedral de Campinas e deixa mortos e feridos

Ao menos seis pessoas morreram, entre elas o atirador que se matou. Há pessoas feridas. Testemunhas relatam que o atirador invadiu a missa e disparou aleatoriamente contra as pessoas

No El País

Um homem armado invadiu a Catedral Metropolitana de Campinas, a cerca de 100 quilômetros de São Paulo, e atirou contra as pessoas que assistiam a uma missa no início da tarde desta terça-feira. Ao menos seis pessoas morreram, entre elas o próprio atirador, que se matou. Outras três pessoas ficaram feridas.

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Educação para redes e reconstrução de parâmetros de realidade: desafios da era WhatsApp. Entrevista especial com Sérgio Amadeu

por João Vitor Santos, em IHU On-Line

Para o professor Sérgio Amadeu, doutor em Ciência Política, a estratégia adotada por Jair Bolsonaro na campanha eleitoral de 2018 não é nova. “Enquanto os partidos e os publicitários tradicionais estavam apostando ainda a maior parte de suas fichas na TV, a campanha de ‘Messias Bolsonaro’ há muito tempo já era praticada pelos dutos do WhatsApp”, aponta. Essa tomada dos dutos foi possível, segundo Amadeu, através da expertise de estrategistas que passaram pela experiência norte-americana. “Nas eleições de 2016 nos Estados Unidos havia acontecido um fenômeno semelhante. A diferença está no uso do WhatsApp e na cultura política dos dois países. No Brasil, infelizmente, não acertamos contas com nosso passado escravista, com a violência desmedida das elites econômicas, com os crimes da ditadura militar. Isso permite que a desinformação encontre um terreno mais propício no Brasil”, analisa. Assim, considera que, por aqui, se perdeu o que chama de “parâmetros de realidade”, e notícias falsas assumiram verniz de verdade.

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Meio Ambiente e Direitos Humanos no fim da fila

“Ministros fracos para ministérios considerados secundários”. Dessa forma o Greenpeace define a indicação dos ministérios do Meio Ambiente e Família, Mulher e Direitos Humanos

IHU On-Line

O presidente eleito Jair Bolsonaro concluiu a formação do seu gabinete, com 22 ministérios, nomeando o advogado Ricardo Salles para a pasta de Meio Ambiente. Na última sexta, havia indicado Damares Alves para o Ministério da Família, da Mulher e dos Direitos Humanos. Não por acaso, ficaram para a última rodada de indicações os dois ministérios que carregam agendas negativas, aos olhos do presidente, e que sequer existiriam no desenho de 15 ministérios, proposto durante a campanha eleitoral.

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Novo Ministério do Meio Ambiente: o que podemos esperar?

Por Juliano Bueno de Araújo, 350.org Brasil

Ontem (9), foi anunciado o último integrante da Esplanada dos Ministérios: Ricardo de Aquino Salles (Novo), que ficará à frente do Ministério do Meio Ambiente (MMA). Natural de São Paulo, Salles é advogado e administrador e foi secretário estadual do Meio Ambiente durante o governo de Geraldo Alckmin (PSDB), no estado de São Paulo, entre julho de 2016 e agosto de 2017. Além disso, o futuro ministro também foi secretário particular de Alckmin.

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Um investigado por fraude ambiental comandará Meio Ambiente sob Bolsonaro

Advogado Ricardo Salles é alvo de ação por improbidade administrativa no período em que foi secretário da área no Governo Alckmin. Do Partido Novo, ele preside o movimento Endireita Brasil e defendeu “bala” como resposta ao MST

Por Beatriz Jucá, no El País

Apoiado por entidades ruralistas e presidente do Movimento Endireita Brasil, o advogado Ricardo de Aquino Salles comandará o Ministério do Meio Ambiente a partir de janeiro. O anúncio do ministro que  completa a Esplanada dos Ministérios de Jair Bolsonaro foi feito pelo presidente eleito na tarde deste domingo. Salles, que já foi secretário particular do ex-presidenciável Geraldo Alckmin e ocupou também a pasta de Meio Ambiente de São Paulo durante o Governo do tucano, vinha sendo citado há dias como nome para o cargo. O futuro ministro é alvo de ação de improbidade administrativa, acusado de manipular mapas de manejo ambiental do rio Tietê, e, durante a campanha eleitoral deste ano, chegou a sugerir o uso de munição de fuzil contra a esquerda e o MST.

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Tempo de combinar. Por Janio de Freitas

Na Folha

A falta de esclarecimento imediato por quem o devia aumentou a aparência viciosa da presença de Michelle Bolsonaro nas incoerências financeiras do motorista de Flávio Bolsonaro. Se não por ética pessoal, como obrigação de presidente eleito não podia Jair Bolsonaro dispensar-se de explicar o recebimento, por sua mulher, de um valor financeiro “atípico”.

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