Não postei nada ontem sobre o Dia do Jornalista. Um pouco porque foi um dia de muito trabalho. Mas também — e não é muito fácil admitir isso em um momento como este — por um certo constrangimento. Não me orgulho do que faz parte significativa de meus colegas. Pelo contrário: deploro.
Sim, compartilho da homenagem a todos aqueles que honram seu juramento. E àqueles que correm risco nas ruas. Mas no primeiro caso não são tantos assim. Mesmo que eu impute boa parte das responsabilidades aos patrões, há excessivo comodismo. Paramos de nos repensar.
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