Para o pastor Ariovaldo Ramos, a mídia brasileira é uma ‘escola de fake news’

Integrante de comunidade evangélica defende Estado laico e critica uso da religião como instrumento para “ganhos particulares”. Ele vê o racismo como “a maior agressão que se pode fazer a Deus”

por Redação RBA

São Paulo – O pastor evangélico Ariovaldo Ramos, convidado de Juca Kfouri no programa Entre Vistas, às 21h desta terça-feira (3), na TVT, é voz pouco usual no meio religioso televisivo. Aliás, Ariovaldo é absolutamente contrário a que instituições religiosas usufruam de concessões de rádio ou televisão. “Uma concessão pública, como a que a Record tem, me parece que só é possível numa perda total da noção da laicidade do Estado”, diz, lembrando que cabe ao Estado a outorga de concessões. (mais…)

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Mulheres ocupam jornal O Globo em defesa da democracia

“A Globo quer dar golpe na eleição, as mulheres organizam a reação” é o lema principal da ação

Da Página do MST

Neste 8 de março, 800 mulheres de diversos movimentos populares ocuparam o parque gráfico do jornal impresso no Rio de Janeiro, que pertence ao grupo Globo Comunicação. O objetivo da ação, iniciada às 5h30 da manhã, é denunciar a atuação decisiva da empresa sobre a instabilidade política brasileira. Elas destacam a articulação da Globo no processo do golpe, desde o impedimento da presidenta Dilma em 2016 até perseguição ao presidente Lula, para inviabiliza-lo como candidato em uma eleição democrática. (mais…)

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“Combate às fake news”: ética ou espetáculo?

Difusão em massa de notícias falsas é gravíssima para democracia. Mas há algo ainda pior: a crença em que esta prática pode ser freada por censura humana ou algorítimica

Por Sérgio Amadeu da Silveira* – Outras Palavras

Eliminar a mentira da política é possível? A informação distorcida e quase inverossímil, a informação duvidosa deve ser criminalizada no debate político? É viável determinar qual o grau de exagero seria aceitável na disputa eleitoral? Se qualquer uma das respostas for sim, então uma das primeiras providências a adotar é proibir o marketing e as técnicas de publicidade nas eleições. A propaganda, seja comercial ou política, seleciona elementos positivos de um candidato ou produto e os superdimensiona ou os contextualiza de modo a atrair as atenções para algo que não é efetivamente encontrado na realidade. Dito de outro modo, ela exagera, superdimensiona, distorce. (mais…)

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Manchetômetro Facebook: 14 a 20 de fevereiro, 2018

Por Natasha Bachini e João Feres Jr., no Manchetômetro

Entre 14 e 20 de fevereiro de 2018 foram publicados 3.786 posts nas 41 página[1] monitoradas por nossa pesquisa, totalizando 2.388.614 compartilhamentos. As páginas que mais postaram foram as de mídia: Mídia Ninja (276 posts), Metropolitana FM (260 posts) e VEJA (255 posts).

Os 10 posts da tabela AQUI concentram 15% do volume total de compartilhamentos alcançados pelas 41 páginas ao longo desse período. O recurso mais usado foi a foto (60%), seguido pelo vídeo (40%). (mais…)

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Manchetômeto Facebook: 24 a 30 de janeiro de 2018

Por Natasha Bachini, Luna Sassara e João Feres Jr., no Manchetômetro

Entre 24 e 30 de janeiro de 2018 foram publicados 4.698 posts nas 41 páginas monitoradas por nossa pesquisa, totalizando 3.346.158 compartilhamentos. As páginas que mais postaram foram as de mídia: UOL (407 posts), Folha de S. Paulo (391 posts) e Catraca Livre (369 posts).

Os 10 posts da tabela acima concentram 15% do volume total de compartilhamentos alcançados pelas 41 páginas monitoradas ao longo desse período. No âmbito dos recursos, verificamos a inversão de uma tendência. O recurso mais empregado nessa semana foi a foto, presente em 70% dos posts, seguida dos vídeos (30%). (mais…)

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Precisamos falar sobre a Globo

Além de discutir a concentração de audiência e de propriedade de mídia no país, entrevista traz bastidores de ex-editora do Jornal Nacional e ex-repórter do jornal O Globo

Agência Pública

A primeira Conversa Pública de 2018 trouxe para centro do debate o Grupo Globo e os impactos econômicos, sociais e culturais que o conglomerado tem no Brasil. A entrevista realizada na Casa Pública, no Rio de Janeiro, foi conduzida pela jornalista e escritora americana Julia Michaels. Os entrevistados foram Beth Costa, secretária-geral da Fenaj e ex-editora do Jornal Nacional, Ruben Berta, do The Intercept e ex-repórter do O Globo, e Mônica Mourão, do Intervozes. (mais…)

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Elite midiática nacional reproduz uma visão conservadora do Brasil e descolada de sua pluralidade. Entrevista especial com Olívia Bandeira

Por: João Vitor Santos – IHU On-Line

Muitos são os exemplos que ilustram a pluralidade que compõe o Brasil, desde seus biomas, suas diferenças climáticas, seus perfis populacionais. Se não falta diversidade nos quadrantes que formam nossa paisagem cultural, não se pode dizer o mesmo em termos de representação midiática. “Um grupo muito restrito de pessoas, todas pertencentes a uma elite socioeconômica, controla a informação que circula em um país que possui uma diversidade social e étnica e uma desigualdade socioeconômica como o Brasil”, pontua Olívia Bandeira, pesquisadora do Instituto Intervozes, em entrevista por e-mail à IHU On-Line. (mais…)

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A midiatização do medo: como o Direito Penal tem se comportado perante a mídia

Por Luíza Richter, no Justificando

Em meio a tantas notícias catastróficas que são colocadas em pauta diariamente, os cidadãos brasileiros estão envoltos em incertezas. Incerteza esta gerada por uma emoção que acompanha o ser humano: o medo.

Tal medo é a definição dada para todas as inseguranças, para a ignorância perante a ameaças, que nos são apresentadas diariamente, de modo que o sujeito não sabe o que pode e não pode ser feito para enfrentá-lo e pará-lo. Assim, é o medo, que se torna mais intenso quando disperso, indistinto, difuso, sem conhecimento de origem e destino.[1] (mais…)

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