Associação do Agronegócio do Extremo Sul da Bahia contratou grupo que realizou o ataque contra o Povo Pataxó

Apib

O Povo Pataxó da Terra Indígena Comexatibá, localizada em Prado-BA, sofreu um ataque de milicianos fortemente armados na última quarta-feira, dia 1°/10. O cacique Xawã Pataxó foi baleado no braço e outro indígena levou um tiro de raspão na cabeça. A chegada da força nacional impediu que o grupo de 40 pessoas fugisse. (mais…)

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Por que precisamos falar de sistemas alimentares na COP30?

A forma como os sistemas agroalimentares vêm sendo tratados nos espaços multilaterais compromete o enfrentamento às mudanças climáticas

Arilson Favareto e Nadine Marques, Le Monde Diplomatique Brasil

A presidência brasileira da COP 30, que acontecerá em Belém, já traz uma novidade: pela primeira vez, os sistemas alimentares são mencionados como eixo prioritário da agenda climática. Não é um detalhe técnico. Existe nisso potencial para uma mudança capaz de transformar o debate global sobre o clima e a forma como produzimos e consumimos alimentos. (mais…)

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Ferrogrão é atalho para o colapso

Uma gota no oceano

O debate sobre a Ferrogrão voltou ao centro da agenda nacional. Apresentada como uma solução logística para o escoamento da produção de grãos, a ferrovia que ligaria Sinop (MT) a Miritituba (PA) representa, na prática, um projeto de alto risco socioambiental: ameaça de desmatamento em larga escala, invasão de territórios e contaminação dos rios amazônicos. Às vésperas da COP30 em Belém, a discussão sobre a Ferrogrão expõe a contradição entre o discurso climático do Brasil e os interesses do agronegócio. (mais…)

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Sozinho, agro brasileiro emite mais que qualquer país da América do Sul

Brasil tem 238 milhões de cabeças de gado, contra 214 milhões de pessoas. Resultado disso é uma pecuária altamente emissora de metano, gás ainda mais potente para o aquecimento do planeta do que o dióxido de carbono

Por Carolina Dantas, Carolina Passos e Renata Hirota, no InfoAmazonia

O agronegócio brasileiro – agricultura e pecuária – não perde para nenhum país da América do Sul quando o assunto é “culpa climática”. (mais…)

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“Não queremos floresta de contrato, queremos floresta viva”. Entrevista com Alessandra Munduruku

O olhar de Alessandra Munduruku, coordenadora da Associação Indígena Pariri, sobre o avanço de projetos de REDD em territórios indígenas

Fabrina Furtado e Marina Lobo, Le Monde Diplomatique Brasil

Atualmente, os Munduruku são um povo formado por cerca de 14 mil pessoas, distribuídas pelas terras indígenas Munduruku, Sai Cinza e Kayabi, no alto curso do rio Tapajós e no rio Teles Pires; pelas terras Sawré Muybu e Sawré Bap’in, além das reservas Praia do Índio e Praia do Mangue, no médio curso da bacia do Tapajós. Há ainda grupos Munduruku que lutam pelo reconhecimento de seus territórios no Baixo Tapajós, nas proximidades de Santarém, e ao longo do rio Madeira, no estado do Amazonas. Um povo que vem lutando há anos pela demarcação das suas terras, autonomia e a defesa dos seus territórios, florestas e rios contra empreendimentos hidrelétricos como a Usina de São Luiz do Tapajós e Belo Monte, o garimpo ilegal, o agronegócio e a ferrovia Ferrogrão.  (mais…)

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5 crimes do agronegócio contra a natureza, os bens comuns e a humanidade

Durante o mês de setembro, o MST realiza ações em defesa da “Reforma Agrária Popular para cuidar da Natureza”, denunciando os crimes do agronegócio contra a biodiversidade, os territórios camponeses e as comunidades rurais

Da Página do MST

Diante da crise ambiental, avanços das catástrofes e efeitos climáticos extremos, que vem atingindo principalmente os povos mais pobres e carentes no Brasil e no mundo, a exemplo das enchentes e secas dos últimos períodos, a preservação e recuperação da natureza e dos bens comuns assume papel um central para a implantação de um modelo mais equilibrado de agricultura, para a própria manutenção da humanidade. (mais…)

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Por que devemos combater o Agronegócio?

Por Antonio Kanova Junior e Nílciney Toná*, no Brasil de Fato

Por que precisamos fazer a crítica ao modelo do Agronegócio? Esta pergunta permaneceu após os episódios polêmicos que aconteceram paralelamente à 4º Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária (JURA), em junho deste ano, na Universidade Estadual de Maringá (UEM). O lema foi: “Defender a vida, combater o agronegócio”. Um evento organizado por professores e movimentos sociais, com claro objetivo: mostrar as contradições do agronegócio e promover a agroecologia. Este evento acadêmico gerou um rebuliço na universidade, na cidade e nas redes sociais, como se o agro fosse uma “divindade” que não pode ser questionada. (mais…)

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