Comissão de Juventude Indígena de PE organiza encontro e marcha antinuclear na TI Serrote dos Campos

A Carta da Marcha Antinuclear foi divulgada ao término do encontro que reuniu povos indígenas, Cimi e movimentos sociais. “O nosso Rio São Francisco, animais, pedras e matas merecem ser protegidos”

Por Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (Apoinme), no Cimi

Por conta da potencial ameaça de construção de uma Usina Nuclear no município de Itacuruba, sertão de Pernambuco, na divisa com Rodelas, pelo lado baiano, a Comissão de Juventude Indígena de Pernambuco (Cojipe) organizou a Marcha Antinuclear.

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Pacha: defendendo a terra. Extrativismo, conflitos e alternativas na América Latina e no Caribe

Por Leilane Nascimento dos Reis Santos*

O Grupo de Pesquisa em Relações Internacionais e Sul Global da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), após um estudo de aproximadamente dois anos dentro da linha de interesse sobre atores transnacionais (movimentos sociais globais e migrações transnacionais), elaborou uma cartilha educativa, lançada em novembro de 2018, que versa sobre o extrativismo na América Latina e no Caribe, e as formas de resistência a essa atividade. São 24 páginas bastante elucidativas, com versões em português, inglês e espanhol, atraindo de forma didática o público interessado no desenvolvimento na região e as consequências de uma política desenvolvimentista neoliberal.

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MPF se reúne com pescadores para garantir participação em reparação ambiental no aterro de Jardim Gramacho (RJ)

O acordo com Inea e empresas não consultou as comunidades tradicionais de pescadores da região

Procuradoria da República no Rio de Janeiro

O Ministério Público Federal (MPF) em São João de Meriti (RJ) se reuniu no último dia 19 com pescadores, representantes do movimento Baía Viva, da Associação Homens e Mulheres do Mar da Baía de Guanabara (AHOMAR), do Centro de Ação Comunitária (CEDAC) da Baixada Fluminense e da Comissão Ambiental da OAB de Duque de Caxias para discutir a ação civil pública que o órgão ajuizou para garantir a participação de pescadores artesanais na reparação ambiental no aterro de Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, Baixada Fluminense.

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Justiça determina proteção de defensores de direitos humanos no Pará com rondas e câmeras de vigilância

Atendimento psicológico e médico também foram tornados obrigatórios

A Justiça Federal obrigou a União e o Estado do Pará a protegerem cinco defensores dos direitos humanos que vivem no sudoeste do estado. A proteção deve ser feita por meio da realização de rondas policiais duas vezes por semana nas residências e nos locais de trabalho dos defensores, e da instalação de câmeras de segurança nas residências.

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PB – A comunidade do Porto do Capim e a sua luta

Uma história de abandono e resistência no centro da capital paraibana

Regina Célia Gonçalves*, Brasil de Fato

A comunidade do Porto do Capim, hoje formada por mais de 500 famílias, ocupa o local onde nasceu, em 1585, a cidade de João Pessoa, à margem direita do Rio Sanhauá, afluente do Rio Paraíba. Desde então, ali se localizava o porto comercial e os portos comunitários que ligavam as margens as ilhas do estuário. Em 1935, o porto comercial foi transferido para o município de Cabedelo devido ao assoreamento do rio Paraíba, provocado pela expansão descontrolada da atividade canavieira e pelo crescimento das cidades em suas margens. Iniciou-se, então, a decadência econômica da área, com as operações comerciais e financeiras, mudando-se para outros espaços. Enquanto isso, as instalações abandonadas deste antigo porto comercial foram sendo ocupadas, a partir dos anos 1940, por famílias de trabalhadores desempregados com o fim das atividades portuárias e das casas comerciais e de prestação de serviços. Elas se juntaram às de pescadores, marisqueiros, catadores de caranguejo e outros trabalhadores que já viviam ali, do rio e do mangue, desde que a cidade fora fundada no século XVI (herdeiros da cultura dos povos Potiguara).

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Cratera de empresa da Vale debaixo do mar gera conflito com pescadores em Santos

Cava subaquática reúne camadas de sedimentos com resíduos tóxicos da região de Cubatão; população, ambientalistas e MP dizem que projeto polui o mar e põe em risco saúde dos moradores

Por Julia Dolce, Agência Pública

Maria Vitória tem 8 anos, pele negra e grandes olhos amendoados. Com movimentos ágeis próprios de uma caiçara, ela entra e sai dos barcos de pesca atracados na palafita de seu avô, apontando ora um filhote de siri escondido, ora uma boneca Barbie que flutua entre o lixo da água quase imóvel debaixo da casa. “Eu sempre pego os brinquedos que passam na maré”, explica.

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Comunidades tradicionais de fundo de pasto realizam Encontro Regional em Juazeiro (BA)

Integrantes de associações comunitárias de fundo de pasto dos municípios de Campo Alegre de Lourdes, Casa Nova, Pilão Arcado, Remanso, Sobradinho e Sento Sé participaram de um Encontro Regional de Fundo de Pasto, realizado em Carnaíba do Sertão, distrito de Juazeiro, na Bahia.

CPT Bahia

O Encontro, que terminou nesta quinta-feira (28), foi organizado pela Articulação Regional de Fundo de Pasto com o objetivo de aprofundar o debate sobre a realidade das comunidades tradicionais da região.

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Em visita da Comissão de Brumadinho à Oriximiná, ribeirinhos e quilombolas reivindicam moratória de novas barragens

As lideranças reivindicaram junto aos deputados que nenhuma barragem seja construída pela Mineração Rio do Norte até que as pendências relativas à segurança e aos impactos socioambientais das estruturas já implantadas sejam equacionadas. A empresa planeja iniciar a construção de mais uma barragem ainda no primeiro semestre.

CPISP

Comissão Externa do Desastre de Brumadinho realizou ontem (29/03) visita às barragens da Mineração Rio do Norte (MRN). A empresa, que tem como principal acionista a Vale, é a maior produtora de bauxita do Brasil e já tem instaladas 25 barragens de rejeitos no Município de Oriximiná (PA). Duas das barragens são consideradas de Alto Dano Potencial Associado.

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Mortandades de peixes continuam no Rio Doce

Lançamentos periódicos de rejeito de minério matam peixes, que continuam sendo consumidos pela população

Por Fernanda Couzemenco, Século Diário

“É contínuo. O rejeito fica no fundo, quando começa a prejudicar as turbinas das hidrelétricas, eles abrem as comportas e os peixes morrem”, declara o presidente da Associação de Pescadores de Conselheiro Pena e região (Aspec), Lélis Barreiros, ao final da reunião do Comitê Interfederativo (CIF) realizada nestas quarta e quinta feiras (27 e 28) em Vitória.

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