E crescem a infiltração e divisão nas instituições que nos restam…

Tania Pacheco

Seguindo o exemplo de Fux com o Juiz das Garantias, às 19:10 de ontem, o site do MPF trocava a notícia em destaque e anunciava que a coordenadora da sua Câmara de Direitos Sociais e Atos Administrativos (Célia Regina Souza Delgado) havia enviado ofício a Weintraub e ao Inep reconhecendo “as medidas adotadas para sanear falhas identificadas na apuração das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)” (aqui).

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Articulação dos Povos Indígenas aciona PGR contra Bolsonaro por crime de racismo

Nessa quinta (23), presidente declarou que “o índio está evoluindo” e se tornando um “ser humano igual a nós”

Por Lu Sudré, no Brasil de Fato

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) protocolou uma representação na Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Jair Bolsonaro pelo crime de racismo nesta sexta-feira (24). Em vídeo publicado nas redes sociais, o presidente defendeu que comunidades indígenas se integrem ao restante da sociedade e afirmou que “cada vez mais o índio está evoluindo” e se tornando um “ser humano igual a nós”.

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A direita bom prato. Por Mouzar Benedito

No Blog do Mouzar

Esteve muito na moda falar mal da “esquerda caviar”, gente rica, que defende o socialismo, mas leva uma vida privilegiada, ou, para usar um termo também na moda, “gourmet”.

Mas o que me ofende os sentimentos não é esse tipo de militante, é o contrário: o pobre, que leva uma vida miserável e milita em movimentos de direita, vota em bolsonaros e afins e defende políticas que vão contra ele mesmo, de repressão e morte aos seus semelhantes, sua família, seus vizinhos, seus amigos…

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Alvim não fez nada diferente do que Bolsonaro prega

Mesmo quando Bolsonaro era um inexpressivo deputado do baixo clero, sempre foi nítida a natureza racista e fascista de seus posicionamentos

Por Gustavo Freire Barbosa, na Carta Capital

Somos julgados não só pelo que falamos, mas também pelo que deixamos de falar – ou pela edição interna que fazemos no sentido de selecionar os assuntos que achamos que merecem nossa indignação.

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A legislação brasileira criminaliza a incitação ao nazismo. Por Roberto Tardelli

Na condição de secretário especial da Cultura, Roberto Alvim produziu um discurso e estética nazista para um número incontável de pessoas

Na Carta Capital

Vamos falar sobre o medo. Não há ser vivo na face da Terra que não sinta medo, que eu despretensiosamente diria ser decorrente de uma certeza de morte. A caça foge de medo de seu predador, esteja ou não ele faminto, porque sabe, nesses saberes pré-constituídos, que pode morrer, por ele atacada. Temos medo da polícia porque sabemos tratar-se de uma força estatal, superiormente armada. Temos medo. Temos medo de altura, temos medo de situações desconhecidas, temos medo que nos trazem nossos repertórios de vivências pessoas ou coletivas.

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Caso Goleiro Bruno: o “não” é civilizatório. Por Djeff Amadeus e Carla Joana Magnago

Um criminalista e uma criminalista contrários à contratação do goleiro Bruno

No GGN

A consciência histórica, segundo Gadamer, é o principal acontecimento do século XX. Por isso, quando os olhos do mundo estavam voltados para o chanceler alemão Wily Brandt, no memorial da resistência judaica, no Gueto da Varsóvia, ele, movido pela vergonha em razão do holocausto, olhou para o chão, dobrou as pernas e… ajoelhou-se para o mundo.

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O esvaziamento da noção de subalternidade, a sobrevalorização da fala e os silêncios como resistência. Por Raquel Lima*

No Buala

Resumo: Partindo do artigo de Gayatri Chakravorty Spivak “Can the subaltern speak?” e considerando a sua recorrente aproximação aos movimentos feministas globais, proponho uma reflexão sobre o esvaziamento da noção de subalternidade, a sobrevalorização da fala e os silêncios como resistência, para demonstrar como esses conceitos são apropriados por um discurso obliterante de ferramentas que poderiam promover novos vocabulários e formas de protesto e emancipação feministas. Parto da análise de lutas concretas de diferentes mulheres do Norte e Sul Global para localizar algumas limitações formais que impossibilitam movimentos articulados e interseccionais de lutas feministas. Concluo que transformações sociais válidas terão que considerar a diversidade e especificidade das formas de opressão, à luz dos contextos políticos, geográficos e sociais em que se inserem, assim como as lógicas coloniais, capitalistas e patriarcais de produção de conhecimento que nos tornam agentes mais ou menos implicadas nessa equação.

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