Efeitos de Brumadinho causam morte e anomalias em peixes da região

Pesquisa demonstra que mero contato com a água do rio Paraopeba afeta embriões de peixe por conta da alta toxicidade

Por Caroline Aragaki, Jornal da USP

Uma pesquisa, realizada pelo Instituto Butantan, Universidade Estadual Fluminense e Universidade Federal do Rio de Janeiro, mostrou que os efeitos do derramamento de rejeito de mineração em Brumadinho (MG) podem causar morte e anomalias em embriões de peixes. O alerta dos pesquisadores é que as consequências a longo prazo para a saúde humana e animal decorrentes do rompimento da barragem da Vale devem ser acompanhadas com extremo rigor. O estudo incluiu dosagem de poluentes, quantificação de micro-organismos potencialmente perigosos e testes ecotoxicológicos. O Jornal da USP no Ar conversou sobre o tema com Mônica Lopes Ferreira, doutora em Imunologia pelo Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP e pesquisadora do Instituto Butantan.

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MPF entra na Justiça contra empresa responsável por derramamento de óleo no rio Negro

Em ação civil pública, MPF pede condenação da empresa ao pagamento de R$ 3,5 milhões por danos ambientais e morais coletivos

Procuradoria da República no Amazonas

O Ministério Público Federal ajuizou ação civil pública contra a empresa Porto Chibatão (J.F. de Oliveira Navegação ) em razão do derramamento de óleo diesel que atingiu o rio Negro em agosto no ano passado. Na ação, o MPF requer ressarcimento por dano ambiental no valor de R$ 2,5 milhões e R$ 1 milhão por danos morais coletivos causado aos moradores afetados pelo derramamento.

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Agrotóxicos chegam às bacias de abastecimento público. Entrevista especial com Denise Barbosa da Veiga

Por: Patricia Fachin, em IHU On-Line

A combinação entre o uso intensivo de agrotóxicos em culturas agrícolas e a escassa cobertura vegetal de matas ciliares próximo a bacias de abastecimento público tem favorecido o escoamento de agrotóxicos para mananciais e pode contaminar a água, diz a geógrafa Denise Barbosa da Veiga, autora da pesquisa “O impacto do uso do solo na contaminação por agrotóxicos das águas superficiais de abastecimento público”.

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Indígenas Yanomami denunciam ao MPF retorno do garimpo ilegal em suas terras

Lideranças participaram de reunião na Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais do MPF

Lideranças Yanomami, acompanhadas de representantes do Instituto Socioambiental (ISA), estiveram na Câmara de Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais do Ministério Público Federal (6CCR) na última quarta-feira (15) para denunciar o aumento do garimpo ilegal em seu território, localizado nos estados de Roraima e Amazonas. De acordo com eles, os garimpeiros circulam na terra indígena armados e fazem ameaças aos indígenas, caso denunciem a atividade ilegal. Os índios temem o acirramento da tensão e a ocorrência de conflitos caso não sejam tomadas providências imediatas.

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Invasão em terra indígena chega a 20 mil garimpeiros, diz líder ianomâmi Davi Kopenawa

Por Rubens Valente, da Folhapress, no Jornal do Brasil

A invasão de garimpeiros à terra indígena Yanomami, em Roraima, cresce a cada dia e já envolve cerca de 20 mil pessoas, afirmou à reportagem o líder indígena Davi Kopenawa. Ele e outros líderes na região fizeram denúncias e pediram providências a autoridades do governo Bolsonaro em audiências nestas terça-feira (14) e quarta-feira (15) nos ministérios da Justiça e da Defesa e na Funai, em Brasília.

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Água do Paraná está contaminada com agrotóxico

Foram identificadas substâncias tóxicas em 326 cidades, incluindo Curitiba

Por Gabriel Pansardi Ruiz e Giovana Fogaça, em Brasil de Fato / MST

O paranaense consome uma das águas mais contaminadas do país. Em 326 das 399 das cidades do Paraná foram identificadas 27 variedades das substâncias tóxicas, incluindo Curitiba. O mesmo número encontrado em Londrina entre 2014 e 2017. Mas o veneno não está só na água. Entre 2012 e 2017, foram consumidas quase 5.500 toneladas dos mais diversos agrotóxicos na cidade.

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Manifestantes protestam contra mina de carvão na Região Metropolitana de Porto Alegre

Por Marco Weissheimer, no Sul21

Uma articulação de moradores de Porto Alegre, de cidades da Região Metropolitana e de representantes de movimentos ambientalistas e populares realizou, na manhã desta terça-feira (14), em Porto Alegre, um protesto contra o projeto de instalação de uma mina de carvão a céu aberto, em um território que abrange os municípios de Eldorado do Sul e Charqueadas, às margens do rio Jacuí. A manifestação foi realizada em frente ao Hotel Plaza São Rafael, no centro da capital, no momento em que iniciava o Seminário “Novos aproveitamentos para o carvão mineral do RS – Tecnologias inovadoras”, promovido pela Sociedade de Engenharia do Rio Grande do Sul (SERGS) com o objetivo de debater a implantação de um Pólo Carboquímico no Estado.

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