Pescadores e agricultores ainda lutam por reparação dois anos após rompimento em Brumadinho

Atividades econômicas diretamente impactadas pelo crime da Vale até hoje não conseguiram voltar à normalidade com a falta de assistência da empresa e o Paraopeba poluído

por Coletivo de Comunicação MAB MG

Há dois anos, em 25 de janeiro de 2019, o rompimento da barragem mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, deixou mais de 270 vítimas fatais e uma série de danos à natureza que são sentidos até hoje.

(mais…)

Ler Mais

Veneno do agronegócio contamina aldeia indígena na região Oeste do Paraná

Área é reivindicada pelos Avá-Guarani da cidade de Itaipulândia; Itaipu Binacional move processos de reintegração

Redação Paraná, Brasil de Fato

Um vídeo feito pelos Avá-Guarani da aldeia Yva Renda mostra fazendeiros pulverizando veneno em plantação de soja em área ocupada por indígenas, no município de Itaipulândia, no Oeste do Paraná. O vídeo foi gravado no domingo (10) e publicado nas redes sociais do Centro de Trabalho Indigenista.

(mais…)

Ler Mais

Ativista condena exportação do amianto no Brasil: “A vida dos indianos vale menos”

Com aval de Caiado, Eternit retoma produção em Goiás; Rede Indiana de Banimento ao Amianto considera postura “desumana”

Pedro Stropasolas, Brasil de Fato

Banido em mais de 60 países e proibido no Brasil pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por conta dos riscos à saúde humana, o amianto continua sendo explorado em Minaçu, no norte do estado de Goiás, onde há uma das maiores jazidas do minério no mundo.

(mais…)

Ler Mais

Agrotóxicos e Violação de Direitos Humanos: comunidades rurais pulverizadas em MT

Lançamento do relatório “Agrotóxicos e Violações de Direitos Humanos: Comunidades Rurais Pulverizadas em Mato Grosso”

Da Campanha Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, no MST

Nesta quinta-feira, 10, dia dos Direitos Humanos, a FASE em parceria com a Campanha Contra os Agrotóxicos e Pela Vida e a Terra de Direitos lança o Relatório Agrotóxicos e Violação de Direitos Humanos: comunidades rurais pulverizadas em Mato Grosso.

(mais…)

Ler Mais

Aterro de agrotóxico proibido contaminou solo e água por quatro décadas em Minas Gerais, diz MP

Comunidade convive até hoje com efeitos da contaminação; Ministério Público busca na Justiça que a Aperam, empresa responsável pelo depósito, pague indenização de R$ 1,5 milhão para recuperar área

Por Nilmar Lage, Pedro Grigori, Agência Pública/Repórter Brasil

Um aterro ilegal de 200 metros quadrados no interior de Minas Gerais abrigou por cerca de quatro décadas um depósito ilegal do agrotóxico Aldrin, um veneno letal, extremamente poluente e banido em mais de 100 países, incluindo o Brasil. O inseticida era usado em plantações de eucalipto, e ficou enterrado em valas de 50 centímetros de profundidade ao lado do córrego do Serra, que abastece a comunidade de Mandingueiro, no município de Itamarandiba.

(mais…)

Ler Mais

FGCIA alerta para falta de informações sobre contaminação de água por agrotóxicos

Agrotóxicos tem uso autorizado no país sem que haja capacidade laboratorial para monitoramento de seus resíduos na água

Ministério Público Federal no Rio Grande do Sul

O Fórum Gaúcho de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos (FGCIA) e o Fórum Catarinense de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos e Transgênicos (FCCIAT) divulgaram nesta sexta-feira carta aberta à sociedade, em que alertam para a presença de resíduos de agrotóxicos em águas superficiais e subterrâneas, e para a insuficiência de parâmetros monitorados, ante a grande quantidade de produtos disponíveis: são 404 ingredientes ativos autorizados no país e apenas 27 monitorados na água, acrescidos de outros 46 no RS.

(mais…)

Ler Mais

Estudo aponta contaminação por metais em peixes do Rio Doce

Por Maíra Menezes (IOC/Fiocruz)

Um artigo recém-publicado confirma cientificamente, pela primeira vez, a contaminação por metais em peixes do estuário do Rio Doce, no Espírito Santo, após o rompimento da barragem da mineradora Samarco em Mariana, Minas Gerais. O desastre, ocorrido em novembro de 2015, provocou o vazamento de, aproximadamente, 43 milhões de m3 de rejeitos de mineração. As análises mostram que, em agosto de 2017, peixes comestíveis coletados na Vila de Regência, localidade do município de Linhares, no Norte do estado, apresentavam níveis de arsênio, cádmio, cromo, cobre, mercúrio, manganês, chumbo, selênio e zinco acima do permitido para consumo humano. Na mesma época, a concentração de cádmio, cromo, chumbo e zinco nos sedimentos do estuário era de dez a 350 vezes maior do que no período anterior ao desastre.

(mais…)

Ler Mais

Estudo mostra contaminação de Mundurukus por mercúrio de garimpo ilegal

ClimaInfo

O custo do garimpo ilegal em Terras Indígenas (TI) não se desdobra apenas em desmatamento e episódios de violência, mas também em ameaças à saúde das pessoas que ali vivem. Um estudo realizado pela Fiocruz e o WWF-Brasil indicou que comunidades indígenas Mundurukus estão sofrendo com a contaminação por mercúrio em níveis muito acima dos limites de segurança reconhecidos pela comunidade médica. Em localidades próximas a áreas impactadas pelo garimpo, especialmente às margens dos rios, nove em cada dez pessoas analisadas apresentaram alto nível de contaminação. As crianças também são impactadas, sendo que quase 26% apresentaram problemas em testes de neurodesenvolvimento.

(mais…)

Ler Mais

Estudo mostra que mundurukus têm saúde afetada por mercúrio

Informe Ensp

No médio Rio Tapajós, nos municípios de Itaituba e Trairão, no Pará, o povo indígena munduruku está sofrendo com o impacto do mercúrio usado largamente em atividade de garimpo. Um estudo realizado pela Fiocruz em parceria com o WWF-Brasil indica que todos os participantes da pesquisa estão afetados por este contaminante. De cada 10 participantes, 6 apresentaram níveis de mercúrio acima de limites seguros: cerca de 57,9% dos participantes apresentaram níveis de mercúrio acima de 6µg.g-1 – que é o limite máximo de segurança estabelecido por agências de saúde.

(mais…)

Ler Mais

TST aumenta de R$ 10 mil para R$ 250 mil indenização por trabalho com amianto

Na Revista Consultor Jurídico

A 2ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho aumentou de R$ 10 mil para R$ 250 mil a indenização que a Saint-Gobain do Brasil terá de pagar a cada um dos filhos de um advogado que morreu com asbestose, doença causada pela aspiração de amianto. De acordo com os ministros, o valor anterior era muito baixo em comparação a casos semelhantes, e a coexistência de outras doenças não reduz a gravidade da contaminação ocorrida no trabalho.

(mais…)

Ler Mais