A pedido do MPF dados sobre monitoramento ambiental da radiação de urânio em Caetité são disponibilizados

Canal online informa o nível da radiação de urânio nos reservatórios de água devido às atividades das Indústrias Nucleares do Brasil na Bahia

Ministério Público Federal na Bahia

Após pedido do Ministério Público Federal (MPF), dados sobre o monitoramento ambiental da radiação de urânio nos reservatórios de água das comunidades de Caetité e Lagoa Real (BA) passaram a ser disponibilizados, sem a necessidade de solicitação prévia, para a população, com linguagem acessível. A Indústrias Nucleares do Brasil (INB) atende à solicitação do MPF e disponibilizou, em plataforma online, relatório síntese com os níveis de radiação pré e pós-operacional da Unidade de Concentração de Urânio (URA), única mineração de urânio em atividade no país, situada na região de Caetité.

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Pandemia desmascara modelos de negócio da educação privada

“Há escolas que estão mostrando que são só atividades de negócios, nada a ver com educação. É a mercantilização do ensino”, aponta dirigente da Federação dos Professores de São Paulo (Fepesp)

Por Redação RBA

Carreatas de escolas particulares por volta às aulas e demissões em massa nas universidades privadas. Essas ações, em meio à pandemia do novo coronavírus, mostram que parte das instituições de ensino não tem compromisso com a educação, apenas com seu próprio modelo de negócio. A avaliação é do presidente da Federação dos Professores de São Paulo (Fepesp), Celso Napolitano.

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Tragédia em Mariana: julgamento na Inglaterra é esperança para tribo indígena em Minas

Cerca de 500 índios Krenak, que vivem no Leste do Estado, tiveram a vida afetada pela contaminação do Rio Doce

Por Mateus Parreiras, em O Estado de Minas

A dádiva ancestral, que alimenta de peixes e purifica a tribo a cada geração nas águas do Rio Doce é algo que o pequeno Tembràm Krenak, de 4 anos, apenas ouviu falar. Ao contrário de seus familiares e do restante da tribo, que cresceu aprendendo as tradições e a religião imersos nas águas, o pequeno índio teve interrompida sua formação plena de Krenak porque as águas do Rio Doce estão poluídas pelos rejeitos de minério que lá se encontram desde o rompimento da Barragem do Fundão, em Mariana, em novembro de 2015.

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Estudo mostra forte presença de mercúrio em peixes do Amapá

Pirapucu, tucunaré e trairão, espécies mais consumidas na região, são também as mais contaminadas

No Informe Ensp

Um novo estudo realizado no Amapá sugere que os hábitos alimentares das populações locais, que incluem a preferência por peixes carnívoros, está agravando a contaminação pelo mercúrio usado na mineração artesanal de ouro em pequena escala.  Todos os peixes analisados na pesquisa apresentaram níveis detectáveis de mercúrio e 28,7% excederam o limiar de mercúrio da Organização Mundial da Saúde para consumo humano. Porém, quatro das sete espécies com as maiores concentrações de mercúrio estão entre as mais consumidas na região: o nível mais alto foi detectado em Boulengerella cuvieri (pirapucu), seguido por Cichla monoculus (tucunaré) e Hoplias aimara (traírão) – todas carnívoras. Como predadores, os peixes carnívoros bioacumulam grandes quantidades de mercúrio ao longo de seu ciclo de vida. 

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Derramamento de óleo: MPF quer ouvir na Justiça autoridades, cientistas e representantes dos povos das águas

O desastre socioambiental está prestes a completar um ano. Pedido foi realizado na ação judicial proposta pelo MPF dos nove estados do Nordeste

Ministério Público Federal em Sergipe

O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça Federal que sejam ouvidas diversas testemunhas no processo judicial que questiona a omissão da União em  implementar o Plano Nacional de Contingência para Incidentes de Poluição por Óleo em Águas sob Jurisdição Nacional (PNC). O pedido foi protocolado nesta quinta-feira (30). O derramamento de óleo impactou principalmente nove estados da Região Nordeste.

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MPF move ação para compensar dano ambiental causado à Rebio Tinguá com derramamento de 30 mil litros de óleo diesel

Acidente ambiental ocorreu no KM 96 da BR-040 após tombamento de carreta do Posto D’Angelis

Procuradoria da República no Rio de Janeiro

O Ministério Público Federal (MPF) ingressou coma ação civil pública contra o Posto D’Angelis e a seguradora AIG Seguros Brasil para que sejam condenados a compensarem os danos causados pelo derramamento de 30 mil litros de óleo diesel na zona de amortecimento da Reserva Biológica (Rebio) do Tinguá, no Rio de Janeiro, após o tombamento de uma carreta  no KM 96 da BR-040, em 26 de fevereiro de 2015. Como medida compensadora, o MPF requer que os demandados executem projeto ambiental constante em banco de projeto do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), com a instalação de sistema de radiocomunicação digital na área de atuação da Rebio, ou, alternativamente, paguem indenização de R$ 200 mil.

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Como o agronegócio atua para garantir a pulverização de agrotóxicos pelo ar

Contamos a história de uma lei vitoriosa e duas derrotadas pelo lobby das entidades agropecuárias e aeroagrícolas. Disputa chega agora ao STF

Por Pedro Grigori, Agência Pública/Repórter Brasil

Imagine viver em uma região onde é comum ter problemas respiratórios. Em que no começo da noite, o cheiro de produtos tóxicos invade as casas, levando os moradores a sofrer com dores de cabeça, náuseas e vômitos. Surgem casos de câncer, algumas mulheres grávidas sofrem abortos espontâneos e bezerros nos pastos passam a nascer sem órgãos. Essa é a história que contam os moradores do município de Boa Esperança, no interior do Espírito Santo. A revolta com a situação levou mais de 10% da população da cidade a assinar um projeto de lei de iniciativa popular para proibir a pulverização aérea de agrotóxicos.

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Justiça condena infrator à indenização de R$ 1 milhão por dano ambiental em Altamira (PA)

Condenado destruiu 5.860,00 hectares de floresta nativa da Amazônia Legal com a utilização de veneno proibido no Brasil

Procuradoria Regional da República da 1ª Região

O Ministério Público Federal (MPF) conseguiu a reversão de sentença proferida pela primeira instância, em Altamira (PA) para condenar Luiz Renato Batista dos Santos pela destruição de 5.860,00 hectares de floresta nativa da Amazônia Legal, objeto de especial preservação, com a utilização de veneno proibido no Brasil. Além da recomposição do dano ambiental, com a recuperação da área degradada, o infrator também foi condenado ao pagamento de indenização por danos materiais e morais no valor de R$ 1 milhão. A decisão é do dia 15 de julho.

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Projeto Belo Sun coloca Amazônia brasileira em risco de contaminação

Baseada em informações conflitantes, a empresa canadense não contempla medidas suficientes para impedir contaminação do rio Xingu. A mineradora planeja usar grandes quantidades de cianeto, substância altamente perigosa para a saúde das pessoas e ecossistemas

ISA / Amazônia Real

Uma avaliação técnica concluiu que a mina de ouro que a empresa canadense Belo Sun Mining pretende instalar na Volta Grande do Rio Xingu, no Pará, no coração da Amazônia, implica em um sério risco de contaminação ao meio ambiente e às comunidades ribeirinhas e indígenas. Isso se deve, entre diversos fatores, à possível infiltração de fluidos poluentes, ao uso de grandes quantidades de cianeto e de processos químicos que gerariam fluidos ácidos que podem atingir rios e aquíferos.

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Conheça dez rios em terras indígenas onde Mourão não se banharia: estão contaminados

Vice-presidente disse que povos originários não precisam de água potável porque “se abastecem da água dos rios”; dos crimes da Vale à poluição por garimpo ou agrotóxicos, etnias têm o modo de vida ameaçado; crianças na Amazônia morrem por diarreia

Por Sarah Fernandes, De Olho nos Ruralistas

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmou na quinta-feira (09) que povos indígenas não precisam de água potável já que “se abastecem da água dos rios que estão na sua região”. Na declaração, que ganhou imediatas críticas de movimentos sociais do campo, o general tentava minimizar o mal-estar causado por Bolsonaro ao vetar dezesseis artigos do Projeto de Lei (PL) nº 1142/2020 que previa medidas urgentes de apoio aos indígenas e povos tradicionais na pandemia do novo coronavírus:

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