Não é piada: “Governo destina R$ 62 milhões para o turismo em Brumadinho”

Na Agência Brasil

Mais de sete mil empresários de Brumadinho (MG) receberão parte dos R$ 62 milhões anunciados hoje (16) pelo governo para tentar reativar a atividade econômica local.

No dia 25 de janeiro, o rompimento da barragem da mineradora Vale, na Mina do Feijão, causou a morte de 166 pessoas e o desaparecimento de 144.

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Mineração: cidade onde Vale nasceu vive cercada por 33 vezes o volume de rejeitos de barragem que se rompeu em Brumadinho

Por Rafael Barifouse, da BBC News Brasil

“O Rio? É doce/ A Vale? Amarga/ Ai, antes fosse/ Mais leve a carga.” Em 1984, Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) escreveu estes versos sobre a maior empresa de mineração do Brasil – e não foi por acaso.

Tanto o poeta quanto a Vale nasceram em Itabira, cidade a 107 km de Belo Horizonte. Em mais de uma ocasião, o escritor fez críticas em seus textos sobre os impactos da mineração em sua terra natal: “Quantas toneladas exportamos/ De ferro?/ Quantas lágrimas disfarçamos/ Sem berro?”

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Antes do Ceará, 8 municípios já haviam proibido fumigação aérea de agrotóxicos

Em janeiro, estado foi o primeiro a proibir pulverização em todo seu território; empresários cearenses se articulam para derrubar a lei e estão “mapeando” deputados estaduais

Por Thays Lavor, Agência Pública/Repórter Brasil

Enquanto no Congresso Nacional avançam projetos de lei que buscam flexibilizar e impulsionar o uso de agrotóxicos no país, diversas cidades brasileiras já possuem leis que proíbem a sua pulverização aérea. Além do estado do Ceará, o primeiro a proibir a prática em todo o território, um levantamento inédito da Agência Pública e Repórter Brasil revela que 8 cidades proibiram a prática para proteger a saúde da população. Além delas, três municípios também vetaram o uso em Áreas de Proteção Ambiental (APAs). E outros três impuseram restrições, como um perímetro de segurança nas áreas urbanas. Outras quatro cidades estão com projetos de lei tramitando nas Câmaras Municipais.

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Ao menos 305 km do Rio Paraopeba foram contaminados por rejeito da Vale

Qualidade da água está ruim ou péssima em todos os 22 pontos avaliados pela Fundação SOS Mata Atlântica; rejeito está impedindo entrada de luz, o que dificulta a fotossíntese

Priscila Mengue, O Estado de S.Paulo

Ao menos 305 quilômetros do Rio Paraopeba foram contaminados pelos rejeitos liberados com o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, no dia 25 de janeiro. O levantamento foi realizado durante uma expedição da Fundação SOS Mata Atlântica na região, em que foi avaliada a qualidade da água em 22 pontos do rio. 

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Em socorro da santa. Por Antonio Claret Fernandes

O nome é Universidade Aberta do Brasil, no Bairro Cidade Nova, Barão de Cocais. É sábado, nove de fevereiro. A Militante do MAB, que está na cidade, desde a véspera, acompanhando as famílias evacuadas às pressas da Comunidade Socorro, ameaçadas por Gongo Soco, vai cedinho para a UAB.

Gongo Soco, hoje da Vale, era mina de ingleses, no Séc. XIX. Entre 1.824-1856, teriam sido explorados 12.887 kg de ouro com trabalho escravo. O nome pode estar relacionado, segundo alguns historiadores, ao gongo (espécie de sino) que tocava, por ocasião de ‘roubo’ na mina, mas ninguém ouvia.

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Vale sabia que barragem de Brumadinho estava em “zona de atenção” e havia projetado mortes e custos de colapso

Documentos indicam que estrutura que se rompeu estava entre dez sob atenção da mineradora desde outubro. Empresa, que chegou a projetar mortes e custos de colapso, afirma que classificação não significa risco iminente.

Na Deutsche Welle

A barragem da Vale que se rompeu em Brumadinho e outras nove estruturas haviam sido classificadas pela mineradora como em “zona de atenção”, segundo documentos internos da empresa do ano passado, aos quais o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) teve acesso.

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O estado de Minas a serviço da Vale

A Pública investigou documentos sobre licenciamentos ambientais em Minas Gerais e concluiu que, para atender aos interesses da mineradora, integrantes do governo Pimentel ignoraram riscos e alteraram leis

Por Alice Maciel, Agência Pública

Partiu do ex-secretário da Fazenda do governo de Fernando Pimentel (PT), José Afonso Bicalho, o primeiro “empurrão” dentro do governo de Minas para acelerar o licenciamento ambiental da mina Córrego do Feijão, em Brumadinho. Foi ali que ocorreu o rompimento da barragem, no último dia 25, espalhando um mar de lama e deixando 165 mortos e 155 desaparecidos até o início da manhã de hoje (12/2). Outros sete licenciamentos ambientais de projetos da mineradora foram beneficiados pela canetada do então secretário, que também é membro do Conselho Fiscal da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), sócia da Vale na Aliança Geração de Energia. Enquanto era secretário da Fazenda, Bicalho, que fez 70 anos, foi retirado do processo conhecido como mensalão tucano por prescrição do crime.

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Caso Hydro, um ano: confirmada audiência pública em Barcarena (PA) nesta sexta-feira sobre cumprimento do TAC

No próximo dia 17, completa-se um ano que os MPs receberam denúncias da comunidade de Barcarena sobre lançamentos irregulares de água da chuva não tratada pela Hydro no Rio Pará

Ministério Público Federal no Pará

Será nesta sexta-feira (15) a nova audiência pública convocada pelo Ministério Público Federal (MPF) e pelo Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) relacionada ao caso dos lançamentos irregulares de água da chuva não tratada pela empresa Hydro no Rio Pará, denunciados em 17 de fevereiro do ano passado por várias comunidades de Barcarena (PA).

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Rio Doce: MPs e Defensorias Públicas se reúnem com governador do ES para falar das consequências do desastre de Mariana

Instituições e Governo firmaram compromisso de trabalhar de forma integrada para atender aos interesses da população atingida pelo desastre

Ministério Público Federal no Espírito Santo

As instituições dos Sistema de Justiça que atuam em defesa das pessoas atingidas pelo rompimento da barragem de Fundão, ocorrido em 2015, em Mariana (MG), reuniram-se com o governador do Estado do Espírito Santo, Renato Casagrande, na última quinta-feira, 7 de fevereiro, e entregaram nas mãos do chefe do Executivo dois documentos: um ofício sobre o fornecimento de água na comunidade remanescente do Quilombo do Degredo, em Linhares (ES), e um com uma série de solicitações ao Governo do Estado, reafirmando que sua atuação é de extrema importância para que os atingidos pelo desastre possam recuperar suas vidas.

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