UFRJ: Nota sobre os problemas da qualidade da água provida pela Cedae

A pedido da Reitoria, grupo de docentes da UFRJ elaborou nota técnica contendo constatações e recomendações

UFRJ

Face aos questionamentos recentes sobre a qualidade da água potável distribuída para consumo na Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ) e cientes da responsabilidade acadêmica e social que a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) tem com toda a população, a Reitoria da UFRJ solicitou a um grupo de docentes que desenvolve suas linhas de pesquisa em assuntos relacionados à ecologia aquática, recursos hídricos, saneamento e saúde pública, a elaboração de nota técnica contendo constatações e recomendações.

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Pesticida da Syngenta contamina a água dos brasileiros

Agrotóxico proibido na União Europeia é importado massivamente no Brasil e se encontra na água para consumo humano

Por Igor Cardellini*, em MST

A multinacional Syngenta, com sede em Basileia, exportou 37 toneladas de profenofós para o Brasil em 2018. A ONG investigativa suíça Public Eye vê isso como um negócio “imoral” – esse inseticida, proibido na Suíça desde 2005, é amplamente utilizado no Brasil para o controle de pragas de cebolas, milho, soja, café, tomate, algodão, feijão, batata, entre outros.A Public Eye publicou ontem seu relatório com base nos dados obtidos do Departamento Federal do Meio Ambiente. Se a venda deste produto no estrangeiro não for proibida, a ONG denuncia este “comércio imoral” e apela ao Parlamento para que “ponha fim a essas exportações tóxicas”.

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Resíduos de óleo ainda contaminam 467 localidades no Nordeste e no Sudeste

Por Mariama Correia, em Marco Zero Conteúdo

Apesar da aparente limpeza, muitas praias que foram atingidas pelo derramamento de petróleo no Nordeste continuam contaminadas. De acordo com o boletim do Ibama divulgado esta semana, vestígios esparsos de óleo foram encontrados em pelo menos 467 localidades (áreas com até 10 quilômetros de extensão) nos nove estados da região, mais Espírito Santo e Rio de Janeiro. Nesses locais o nível de contaminação é de até 10% da área total.  

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Pesticida da Syngenta contamina a água dos brasileiros

Agrotóxico proibido na União Europeia é importado massivamente no Brasil e se encontra na água para consumo humano

Por Igor Cardellini*, da SwissInfo, no Brasil de Fato

A multinacional Syngenta, com sede em Basileia, exportou 37 toneladas de profenofós para o Brasil em 2018. A ONG investigativa suíça Public Eye vê isso como um negócio “imoral” – esse inseticida, proibido na Suíça desde 2005, é amplamente utilizado no Brasil para o controle de pragas de cebolas, milho, soja, café, tomate, algodão, feijão, batata, entre outros.A Public Eye publicou ontem seu relatório com base nos dados obtidos do Departamento Federal do Meio Ambiente. Se a venda deste produto no estrangeiro não for proibida, a ONG denuncia este “comércio imoral” e apela ao Parlamento para que “ponha fim a essas exportações tóxicas”.

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Em Brumadinho, a Vale causa outros crimes. Por Gilvander Moreira*

Na sociedade capitalista atual, o processo de desterritorialização acontece de forma sorrateira e, muitas vezes, onde se menos espera. Até o dia 25 de janeiro de 2019, a comunidade rural de Ponte das Almorreimas, em Brumadinho, MG, era um lugar tranquilo, bom de viver e conviver: comunidade simples com as famílias produzindo em regime de agricultura familiar, com fortes laços de amizade e ajuda mútua, em um bioma bastante preservado, onde o silêncio durante o dia era a tônica e à noite, tão bela quanto a vesperata em Diamantina, era a sinfonia do cantar dos pássaros, sapos e grilos. Ponte das Almorreimas se constituía como um território “espaço de segurança afetiva, “lar”, “abrigo físico”, “espaço de redes sociais” e “olhares múltiplos” (SANTOS, 1994 e 2000; HAESBAERT, 2004; SAQUET, 2007). 

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MPF consegue ampliar na Justiça auxílio a pescadores e marisqueiros afetados pelo derramamento de óleo em Pernambuco

Investigação do órgão apontou que benefício não contemplava todos os atingidos pelo desastre ambiental

O Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco conseguiu, na Justiça Federal, decisão em caráter liminar que amplia o número de pescadores e marisqueiros aptos a receber o auxílio emergencial em razão do  derramamento de óleo no litoral pernambucano. O benefício havia sido concedido pelo governo federal, por meio de Medida Provisória nº 908/2019, mas contemplava apenas 4.236 trabalhadores. A ação é assinada pela procuradora da República Carolina de Gusmão Furtado, titular da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) em PE, e pelas procuradoras da República Natália Soares e Ana Fabíola Ferreira, substitutas na PRDC.

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Empresa despeja dejetos em rio de João Pessoa, formando uma gosma de cerca de 0,5 km

População da região metropolitana da capital paraibana depende da água do rio Gramame

Cida Alves, Brasil de Fato

Mais uma vez o Rio Gramame foi vítima da atuação de empresas que usufruem daquela água para produção de suas mercadorias. Desta vez ,a empresa Conpel (Companhia Nordestina de Papel), identificada como autora do crime ambiental, assumiu a responsabilidade pela poluição de cerca de 0,5 km do leito do rio, ao passo que justificou como decorrência de problemas na sua bacia de contenção.  

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A pedido do MPF, Secretaria de Estado da Agricultura, Municípios e Comunidades tradicionais realizam cadastramento dos atingidos pelas manchas de óleo no litoral

Levantamento será realizado pelas Colônias e Associações de Pescadores artesanais e Marisqueiras, em parceria com os municípios afetados

Ministério Público Federal em Sergipe

Em reuniões realizadas na última sexta-feira (06/12) e ontem (09/12) o Ministério Público federal em Sergipe (MPF/SE), comunidades tradicionais e os órgãos públicos envolvidos pactuaram a realização de um cadastramento de todos os pescadores tradicionais e marisqueiras atingidos pelo derramamento de óleo na costa do Nordeste desde 30 de agosto. A medida atende solicitação do MPF.

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Não é a primeira vez que contaminação das águas afeta o litoral de PE

Impactos do derramamento de petróleo no meio ambiente, na saúde e na economia de pescadores artesanais é antigo

Eloísa Amaral, Rodrigo Lima e Edson Fly*, Brasil de Fato

O ano era 1983, o período início das chuvas fortes no litoral, as marés grandes, suas corredeiras, correntezas e redemoinhos assombravam os não conhecedores das dinâmicas do ambiente molhado. Predominantemente verde, mangue fortemente diversificado, de informações equiparadas às importantes contextualizações do ponto de vista acadêmico nas cadeiras das exatas, biológicas, sociais e humanas. Ou seja, um verdadeiro laboratório vivo.

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O destino incerto do óleo que atinge o litoral do Nordeste

Três meses após a tragédia, descarte em lixões e armazenamento em escola abandonada são alguns dos casos registrados pela Pública; improviso impera em alguns municípios afetados

Por Mariama Correia, Agência Pública

Três meses depois do primeiro registro, a mancha de petróleo continua se espalhando pelo litoral brasileiro, sem que sua origem tenha sido identificada. Neste desastre, até as soluções viáveis, como a destinação adequada dos resíduos coletados nas praias, se tornaram fonte de impactos ambientais.

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