Mexicanas protestan ante la sede del Poder Ejecutivo por feminicidios

Cientos de militantes de organizaciones feministas realizaron en México una protesta, frente a la sede del Poder Ejecutivo, donde el presidente Andrés Manuel López Obrador ofrece una conferencia de prensa diaria, contra el aumento de asesinatos de mujeres.

En la puerta principal y la fachada del edificio, donde también reside el gobernante, las manifestantes se congregaron desde el amanecer y pintaron consignas como “Estado homicida”, “Nos matan, no más muertes”, mientras clamaban “¡Justicia, justicia!”. 

Sputnik / Servindi

“¡Señor, señora, no sea indiferente, se mata a las mujeres en la cara de la gente!”, coreaban las mujeres, en su mayoría jóvenes, según las imágenes difundidas por noticiarios televisivos y redes sociales.

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‘O feminicídio é uma questão cultural’, afirma Mônica Francisco

‘O feminicídio é uma questão cultural’, afirma Mônica Francisco

Por Alexandre Braz, O Dia

Em novembro do ano passado,o Instituto Igarapé divulgou dados de uma pesquisa sobre a violência contra a mulher. No Rio de Janeiro – segundo o estudo -, entre os anos de 2016 e 2018, houve aumento de 317% nos casos de feminicídio, com 167 vítimas. Das mulheres vitimadas, a maioria, ou seja, 62% eram negras. Na contramão do preconceito, do racismo e da discriminação, a deputada Mônica Francisco, do PSOL, iniciou seu primeiro mandato em 2019 tendo a defesa dos direitos humanos e das mulheres como duas de suas principais plataformas de trabalho. “O feminicídio é uma questão cultural, atravessada pela questão econômica, e também pela questão racial”, afirma a carioca nascida no Morro do Borel, na Tijuca, destacando também que “a sociedade de alguma maneira legitima, consente, a mulher como propriedade do homem”. Confira abaixo outros trechos da entrevista.

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40% dos casos de transfeminicídios no mundo acontecem no Brasil

Dos casos de transfeminicídios registrados em 74 países, cerca de 40% ocorreram no Brasil

Clarissa Nunes*, Brasil de Fato

Um levantamento da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) apontou que o Brasil é o país que mais mata por transfobia no mundo. Dos casos de transfeminicídios registrados em 74 países, cerca de 40% ocorreram no Brasil. Além do elevado número de mortes, o assassinato de transexuais chama atenção ainda em razão da brutalidade de suas circunstâncias. Foi assim que o caso de Quelly Silva, mulher transexual que residia em Campinas (SP), chamou atenção da mídia. O assassino confesso, chamando-a de demônio, arrancou seu coração.

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MPF vai acompanhar ação que apura feminicídio de liderança quilombola na Bahia

Elitânia de Souza da Hora era secretária da Associação de Mulheres Quilombolas do Tabuleiro da Vitória e Adjacências

Procuradoria-Geral da República

Representantes do Ministério Público Federal (MPF) estiveram, na última semana, na comunidade quilombola de Tabuleiro da Vitória, situada no município de Cachoeira, na Bahia, para prestar solidariedade a familiares e amigos de Elitânia de Souza da Hora, assassinada em 25 de novembro. A jovem de 25 anos era secretária da Associação de Mulheres Quilombolas do Tabuleiro da Vitória e Adjacências (AMQTVA) e foi morta pelo ex-companheiro ao deixar a faculdade onde estudava.

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Violência contra mulher: militante relata “acirramento do patriarcado” com Bolsonaro

Em entrevista ao Brasil de Fato, Sônia Coelho falou sobre o desmonte das políticas públicas e a importância do 25N

Por Caroline Oliveira, em Brasil de Fato / MST

No mundo, uma a cada três mulheres já foi vítima de violência, segundo a Organização Mundial da Saúde.Os casos de violência contra a mulher, desde agressão a feminicídio, aumentaram vertiginosamente no Brasil, nos últimos dez anos.

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Seiscentos dias sem Marielle

Sabiam de sua potência: não a suportaram. Agora, escondem-se, furtam provas, tentam apagar o rastro que deixaram. Será inútil. Seu corpo político é emblema das lutas e iras que sepultarão os patifes e construirão uma democracia real

Por Áurea Carolina*, em Outras Palavras

Enfim chegará o momento
em que teu sofrimento não será em vão
E mãos desatadas de ti apartadas
em ti se reencontrarão
Olha o povo na rua
Olha o som da vitória
Olha a voz da memória
nas quebradas da Maré
Maré, canção de André Mussalém

Nos últimos dias, com o aparecimento de novos fatos relacionados à execução política da vereadora Marielle Franco, ficou ainda mais evidente o quanto esse crime que abalou o Brasil tem produzido efeitos decisivos sobre o momento histórico que estamos atravessando. Conforme noticiado pela imprensa, as investigações sobre o caso chegaram a um possível envolvimento da família Bolsonaro com os assassinos, em uma trama que desencadeou imediatamente reações desesperadas do presidente da República, do ministro da Justiça e do procurador-geral da República, entre outros atores bolsonaristas, que trataram de desqualificar a denúncia sem que houvesse uma conclusão definitiva do processo investigatório.

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Transporte precário, convite ao feminicídio

Mulheres são quem mais usa ônibus. Mas a longa espera e a iluminação precária as obrigam a recorrer à insegurança da frota pirata. Assassinato de servidora do MEC em Brasília chama atenção para seu drama: cidades planejadas contra elas

por Cleo Manhas, em Outras Palavras

Fala-se muito em direito à cidade, especialmente após os movimentos occupy ocorridos na Europa, Estados Unidos em 2011/2012 e Brasil, a partir das jornadas de junho de 2013. Não que o termo seja novo, ao contrário, por aqui veio na onda da abertura democrática com movimentos por moradia, especialmente os organizados no Fórum de Reforma Urbana. Dali vieram frutos, como o Estatuto das Cidades, aprovado em 2001, além da criação, em 2003, do Ministério das Cidades, extinto desde a posse do atual governo.

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Feminicídio cresce 53% em um ano na Paraíba, aponta Anuário Brasileiro da Violência

Estudo indica que 74% das mulheres mortas na Paraíba em 2018 foram vítimas de feminicídio

Redação BdF

A Paraíba registrou um crescimento de 53% no número de casos de feminicídio entre 2017 e 2018, segundo dados do Anuário Brasileiro da Violência 2019. O aumento foi de 22 casos em 2017 para 34 em 2018, a quarta maior alta em relação aos estados brasileiros, atrás apenas de Sergipe (163,9%), Amapá (145,2%) e Rondônia (100%).

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A cada quatro horas uma menina com menos de 13 anos é estuprada no Brasil

Dados são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que mostram que assassinatos no Brasil caíram 11%, enquanto mortes nas mãos da polícia aumentaram 19%, cujas vítimas são homens (99%), negros (75%) e jovens (78%)

por Naiara Galarraga Gortázar, em El País

O adolescente Marcus Vinícius da Silva, de 14 anos, e sete pessoas mais morreram por disparos durante uma operação policial no Complexo da Maré, no Rio, numa quarta-feira de junho do ano passado. O garoto ia para a escola quando foi atingido por um tiro estômago. A fria estatística indica que naquele dia 17 brasileiros foram mortos por tiros da polícia. Eles representam um inquietante fenômeno que está crescendo no Brasil. As mortes em ações policiais aumentaram 19% no ano passado, embora os assassinatos em geral tenham caído 11%, segundo o detalhado Anuário de Segurança Pública 2019 elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, apresentado nesta terça-feira em São Paulo. Os especialistas (acadêmicos, policiais, juízes, procuradores) que elaboraram o relatório de 200 páginas ressaltaram que não existe relação de causa e efeito entre os dois índices.

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