Casos de feminicídio aumentam no Espírito Santo; CDHM pede informações ao governo capixaba

Do início do ano até agora, nove mulheres foram vítimas de feminicídio no Espírito Santo. Só em janeiro foram seis assassinatos. Um recorde para este mês desde 2016. Somente em 2018, das 93 mulheres assassinadas no Espírito Santo, 33 foram vítimas de feminicídio. Ou seja, mais de um terço das mulheres mortas no último ano morreram apenas por serem mulheres.

Por Pedro Calvi, CDHM

Nesta segunda-feira (25), o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (CDHM), Helder Salomão (PT/ES) oficiou o governador do Espírito Santo, José Renato Casagrande ao procurador-geral de Justiça do estado, Eder Pontes da Silva, e o secretário de Segurança Pública e Defesa Social, Antônio Cesário de Sá.

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A semente gigante e a reinvenção da democracia

É desta mulher que estamos falando. De uma história de luta e superação que dá esperança às maiorias cuja existência é reduzida ou aniquilada, para garantir o pacto de exclusão em que vivemos

por Roberto Andrés, em Outras Palavras

Hoje faz um ano do dia em que nos tiraram o chão. Do dia em que alguns covardes a mando de outros covardes dispararam 13 tiros contra um carro na região Norte do Rio de Janeiro. Do dia em que tiraram a vida de Marielle Franco e de Anderson Gomes, seu motorista.

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Marielle e nossa brutalidade política

Execuções de ativistas por direitos humanos crescem no Brasil. Pesquisador adverte: é hora de frear as milícias e o discurso de violência difundido por Bolsonaro – ou país se transformará em túmulo da democracia

Bruno Paes Manso entrevistado por Rôney Rodrigues, em Outras Palavras

Foram treze disparos efetuados a partir do Chevrolet Cobalt, em uma execução que reacenderia o debate sobre assassinatos por motivações políticas no Brasil. Era o dia 14 de março de 2018 e Marielle Franco, vereadora do PSOL, recebeu três tiros na cabeça e um no pescoço — Anderson, o motorista, levou três nas costas – em um crime que chocou o Brasil.

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Eu Maria, luto por Marielle!

Hoje, dia 14, um ano depois do assassinato da vereadora e de seu motorista Anderson Gomes, atos e mobilizações que exigem justiça para o caso, acontecem em diversas cidades do país e do mundo

Por Maura Silva, na Página do MST
 

O dia ainda nascia quando parte das 1100 famílias do acampamento ‘Marielle Vive!’, na Estrada dos Jequitibás, no município de Valinhos, região metropolitana de Campinas, em São Paulo, reuniam-se para o ‘Amanhecer por Marielle’.

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Manifestações por justiça a Marielle tomam as ruas de todo o Brasil

Em Minas, mulheres do MST e do MAM prestaram homenagem à vereadora e denunciaram os crimes referentes à mineração; confira outras manifestações pelo país

Da Página do MST

Após um ano da execução da vereadora Marielle Franco e seu motorista Anderson Pedro Gomes,  muitas cidades realizaram homenagens à memória e legado da vereadora. Movimentos populares, organizações sociais e parlamentares cobram uma posição dos investigadores sobre a pergunta que segue sem resposta: quem mandou matar Marielle?

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O projeto anticrime agiganta o poder persecutório e punitivo do Estado. Entrevista especial com Adriano Pilatti

por Ricardo Machado, em IHU On-Line

O pacote anticrime do governo federal, enviado à Câmara dos Deputados no mês passado, que tem como meta combater a corrupção, o crime organizado e os crimes de violência contra a pessoa, é formulado “a partir de premissas simplórias e argumentações nebulosas” e “constrói um programa policialesco para o suposto enfrentamento da criminalidade, um programa que é uma espécie de antologia das fantasias mais obtusas e equivocadas do chamado punitivismo”, diz Adriano Pilatti à IHU On-Line, em entrevista por e-mail.

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Mulheres se organizam contra o feminicídio e a reforma da previdência no Piauí

Em São João do Piauí, Mulheres Sem Terra entregaram demandas às instituições e fazem protestos

Por Marilene Nascimento, na página do MST

Durante a Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra, que traz como tema este ano “Pela vida das Mulheres, somos todas Marielle”, cerca de 400 mulheres caminharam pelas principais ruas da cidade de São João do Piauí, a 470 km de Teresina. A caminhada teve como principais objetivos denunciar o feminicídio – assassinato de uma mulher pela condição de ser mulher – e a proposta da Reforma da Previdência que, colocada em prática, irá impactar negativamente as mulheres.

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Lideranças feministas convocam ofensiva internacional contra a extrema direita

Vinte e quatro lideranças feministas de diferentes países lançaram nesta quarta-feira (6) um manifesto contra o fortalecimento da extrema direita. Na semana do dia 8 de março, em que se realizam mobilizações em todo o mundo, a ideia é convocar uma ofensiva internacional para “deter o trem do capitalismo global, que descamba a toda velocidade em direção à barbárie, levando a bordo a humanidade e o planeta em que vivemos” – segundo o próprio manifesto.

por Brasil de Fato / IHU On-Line

O texto, intitulado “Para além do 8 de Março: rumo a uma Internacional Feminista”, pode ser assinado on-line. Para isso, é necessário informar o nome completo e as informações para contato via telefone e e-mail.

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Feminicídio não é crime passional. É crime de ódio

As mortes qualificadas como feminicídio em São Paulo aumentaram 12,9% em 2018 na comparação com o ano anterior, conforme dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo. Foram registrados 148 assassinatos no ano passado e 131 em 2017.

por Camila Maciel, em Agência Brasil / IHU On-Line

O homicídio qualificado como feminicídio foi definido pela Lei nº 13.104 de 2015, que estabelece penas maiores para os casos em que o assassinato é motivado pelo fato da vítima ser mulher.

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Todos e todas podem falar?

O artigo “Todos e todas podem falar?”, de Maria Aparecida de Jesus Silva, agente da Comissão Pastoral da Terra na Bahia, inaugura a Coluna “Vozes das Mulheres”, que terá publicações quinzenais na página da CPT-Bahia. Confira:

Por Maria Aparecida de Jesus Silva*, em CPT

Todos e todas podem falar? Se tomarmos como princípio o direito à liberdade de expressão, diremos que sim. No entanto, Marcia Tiburi, no seu livro “Feminismo em Comum”, chama a atenção para o lugar da produção dos discursos, assim como os mecanismos para a sua veiculação, como um monopólio das elites econômicas que vivem em sistemas de privilégios, forjados no capitalismo, que é estruturalmente racista e patriarcal.

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