Ignorados pelo Estado, povos indígenas no Amazonas e Roraima contam com solidariedade para enfrentar covid-19

As doações mobilizadas pelo Cimi Regional Norte I somam mais de 120 mil reais em ações de enfretamento à covid-19 junto aos indígenas nos dois estados

por Adi Spezia, e J. Rosha, em Cimi

O primeiro caso de covid-19 entre os povos indígenas no Brasil foi o de uma jovem do povo Kokama, da aldeia São José, no município de Santo Antônio do Içá (AM) – a 879 quilômetros da capital Manaus. O registro foi confirmado no dia 31 de março pela secretaria de Saúde do governo do Amazonas, apenas duas semanas após a primeira notificação na cidade de Manaus em um paciente não indígena.

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“Fome tem que ser combatida com renda básica e imposto sobre riqueza”, diz economista

Francisco Menezes afirma que dados do IBGE divulgados ontem revelam que a prorrogação do auxílio emergencial é indispensável para conter o crescimento da fome no país

Por Rute Pina, Agência Pública

“O presidente declarou que quem falava que havia fome no Brasil estava mentindo. Hoje se comprova o quanto eles estão distantes da realidade do país”, diz o economista Francisco Menezes, com a menção de uma declaração de Jair Bolsonaro feita em julho do ano passado. Menezes lembra do episódio ao analisar os dados preliminares da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (17). Segundo o levantamento, a insegurança alimentar grave atingiu 10,3 milhões de brasileiros em 2018.

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Fome: o pós-pandemia pode ser trágico

IBGE confirma: desde 2018, 10 milhões de brasileiros vivem insegurança alimentar grave. Quadro será muito pior se acabarem os R$ 600, em ambiente de crise econômica profunda. E mais: as Terras Indígenas devastadas pelo fogo no Pantanal

por Raquel Torres, em Outra Saúde

OS NÚMEROS DA FOME

O número de brasileiros enfrentando insegurança alimentar grave subiu 43,7% em cinco anos. Segundo dados do IBGE divulgados ontem, em 2018 havia 10,3 milhões de pessoas nessa situação, contra 7,2 mil em 2013. Mais de um terço da população – 84,9 milhões – morava em casas com algum grau de insegurança alimentar em 2018, e esse foi o maior percentual registrado desde 2004, quando o levantamento começou a ser feito. Dos lares onde havia fome, mais da metade eram chefiados por mulheres. E nas zonas rurais, a insegurança alimentar grave é muito mais preponderante do que nas cidades, com quase metade das famílias do campo vivendo com algum grau de insegurança – nessa população, a insegurança alimentar grave atinge 7,1%, contra 4,1% no meio urbano. 

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Fome volta a se alastrar no Brasil

Dados do IBGE apontam que quatro em cada dez famílias brasileiras vivem em insegurança alimentar – um índice que vinha melhorando desde 2004, e agora piorou. Fome grave atinge 10,3 milhões de pessoas no país.

por Deutsche Welle / IHU On-Line

Após seguidos recuos por mais de uma década, a fome voltou a crescer no Brasil. Segundo dados do IBGE divulgados nesta quinta-feira (17/09), o percentual de domicílios que gozam de segurança alimentar caiu para 63,3% em pesquisa realizada entre 2017 e 2018, contra 77,4% em 2013 e 65,1% em 2004.

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Insegurança alimentar grave chega a 2,6 milhões de pessoas no campo

Pesquisa do IBGE mostra que, entre 2017 e 2018, 10,3 milhões de brasileiros viviam em domicílios com “privação severa de alimentos”; proporção na área rural foi de 7,1%, contra 4,1% na área urbana; regiões Norte e Nordeste têm situação mais difícil

Por Mariana Franco Ramos, em De Olho nos Ruralistas

Os povos do campo — indígenas, camponeses e quilombolas — são os mais suscetíveis à fome. Segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), divulgada nesta quinta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 10,3 milhões de brasileiros viviam em situação de insegurança alimentar grave entre 2017 e 2018. Desse total, 2,6 milhões (25,2%) encontravam-se na área rural.

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Pela Garantia de Alimentos Saudáveis e Sustentáveis contra a Fome e a Política Genocida do Governo Bolsonaro

Carta denuncia à sociedade a política genocida do governo Bolsonaro sobre o veto quase que integralmente da Lei Assis de Carvalho 14.048/2020

Da Página do MST

Nós, movimentos populares e sindicais do campo, das florestas e das águas, entre eles, ANA, APIB, ASA, CONAQ, CONTAG, CONTRAF, FBSSAN, MAB, CPT, CIMI, MCP, MPP, PJR, MMC, MAM, MPA, MST, trabalhadores e trabalhadoras rurais, organizações não governamentais, ambientalistas, artistas, sociedade civil e parlamentares vimos denunciar à sociedade a política genocida do governo Bolsonaro que é capaz de vetar quase que integralmente a Lei Assis  de Carvalho 14.048/2020, sob o argumento falacioso de “contrariedade ao interesse público e inconstitucionalidade”. 

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As soluções para o Semiárido precisam partir da realidade local. Entrevista especial com Antônio Barbosa

De acordo com o coordenador do Projeto Daki – Semiárido Vivo, as populações das áreas áridas e semiáridas precisam de políticas estruturantes para sair de vez da situação de fome, pobreza e insegurança alimentar em que se encontram

Por: Patricia Fachin, em IHU On-Line

As regiões áridas e semiáridas da América Latina, como o Semiárido brasileiro, o Chaco Trinacional, que abrange áreas da ArgentinaParaguai e Bolívia, e o Corredor Seco, que atravessa a América Central, passando por sete países, entre eles, El SalvadorGuatemalaHonduras e Nicarágua, têm em comum, além das características climáticas, o fato de serem abandonadas pelos governos nacionais. Com acesso restrito a recursos e políticas públicas por causa da falta de investimento público, a população que vive nesses territórios enfrenta situações de extrema pobreza e insegurança alimentar.

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