Os isentões tomam a frente do golpe. Por Luís Felipe Miguel

No Demodé

A divulgação das conversas da força-tarefa da Lava Jato com o então juiz Sérgio Moro adquiriu tal magnitude que se tornou impossível, para o establishment político e midiático, ignorá-las. A direita extremada manda suas hordas, nas redes virtuais, redobrar a virulência nos ataques ao “petismo” (categoria ampla que engloba todo o campo democrático), lançar acusações contra Glenn Greenwald e preparar falsificações para, a partir delas, tentar desmoralizar os diálogos autênticos. Ações de quem está na defensiva e não vê como sair dessa posição.

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Direito à privacidade e o cinismo de Moro

Informações reveladas por Glenn Greenwald são de interesse público — e não de foro íntimo, como argumenta ministro. Ao atuar de forma ilegal e político-partidário, ex-juiz da Lava Jato não pode acobertar-se como mera “vítima de hackers”

por Jonnefer Francisco Barbosa, em Outras Palavras

Com a revelação no jornal online Intercept Brasil das conversas e acordos entre o magistrado responsável por julgar os casos da Laja-Jato, Sérgio Moro, e membros do Ministério Público Federal e investigadores ligados à operação, principalmente o Procurador Federal Deltan Dallagnol, uma pergunta ganha relevo e precisa ser respondida, juridicamente e politicamente: agentes públicos, nas informações vinculadas às suas respectivas funções, têm a garantia do direito à privacidade?

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Eugênio Aragão destrói tese de violação de privacidade: São de celulares funcionais!

O ex-Ministro da Justiça e membro do Ministério Público Federal de 1987 até 2017 explica que as conversas de procuradores e juízes via iPhones funcionais passam por servidor institucional e devem, com exceções, ser transparentes ao público

Por Eugênio Aragão, no Jornalistas Livres

NÃO SÃO PRIVADOS! Há tempos tenho chamado a atenção de colegas para o fato de que a divulgação de conteúdos de conversas da lista  @membros  não configura violação de privacidade, a uma porque tal lista é hospedada em servidor institucional; a outra porque essas conversas tratam de matéria de interesse público, não sendo lícito a procuradores portarem-se, nesse âmbito, de forma conspirativa.

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Glenn Greenwald: “a Globo e a força-tarefa da Lava Jato são parceiras”

Em entrevista à Pública, jornalista coautor das reportagens do The Intercept Brasil diz que “a grande mídia não estava reportando sobre a Lava Jato, ela estava trabalhando para a Lava Jato” e que a “arrogância de Sergio Moro causou seu comportamento antiético”

Por Thiago Domenici, na Pública

“Se você não quer esses riscos, você não deve fazer jornalismo”, afirma Glenn Greenwald sobre a série do The Intercept Brasil que revelou no último domingo trocas de mensagens nada republicanas entre o então juiz federal Sérgio Moro e a força-tarefa da Lava Jato.

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Carta aberta dos Partidos de Oposição defende CPMI para investigar as denúncias sobre a Lava Jato em Curitiba

Os Partidos de Oposição vêm a público defender a instalação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do Congresso Nacional para apurar e investigar as condutas de magistrados e membros do Ministério Público Federal, integrantes da operação Lava Jato e objeto de graves denúncias neste fim de semana.

Os fatos revelados no domingo (9), pelo Intercept configuram graves violações à Constituição, comprometendo a imparcialidade e a legitimidade do processos conduzidos pela Operação Lava Jato, em Curitiba (PR). Também expõem suspeitas de uso da máquina judiciária com propósitos eleitorais, uma grave ameaça de violação da soberania popular.

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Presidente da Funai confirma que foi exonerado do cargo

Franklimberg Ribeiro de Freitas disse que recebeu telefonema informando que a saída será publicada no Diário Oficial desta quarta

Por André Borges, em O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA – O presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), o general Franklimberg Ribeiro de Freitas, confirmou que foi exonerado do cargo. A informação foi antecipada nesta terça-feira pelo Estado.

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CNJ arquivou processos que julgavam parcialidade de Moro dias antes do vazamento de conversas

Por André Zanardo, no Justificando

O corregedor nacional de justiça, ministro Humberto Martins, determinou neste último dia 6 de junho, o arquivamento do pedido de providências instaurado contra o ex-juiz federal Sérgio Moro para apuração de “supostas” irregularidades cometidas na época em era titular da 13ª Vara Federal de Curitiba. O caso tramitou em sigilo no CNJ e reuniu fatos controversos do ex-juiz desde 2016 até 2018. 

Os casos arquivados, foram tratados tanto pelos juízes do TR4 quanto pelo corregedor como “mero inconformismo” e “alegações genéricas”.

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Como os vazamentos da Lava Jato podem atingir Bolsonaro?

Consultorias avaliam que o governo pode ter problemas para seguir com a votação das reformas

CartaCapital

A “bomba” lançada pelo The Intercept Brasil neste domingo 9 abala não só a Operação Lava Jato e seus defensores. O governo de Jair Bolsonaro também fica suscetível à suspeita de parcialidade política dos procuradores e do ex-juiz Sergio Moro levantada a partir de conversas reveladas entre o agora ministro da Justiça e o coordenador da Lava Jato, Deltan Dallagnol.

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Conluio de Moro e Dallagnol é o maior escândalo do Judiciário brasileiro, diz jurista

Para professor da PUC-SP, conversas divulgadas pelo Intercept levam à “absoluta nulidade” do processo contra Lula

Da Rede Brasil Atual / MST

“O que era uma crítica teórica feita por acadêmicos, crítica jurídica feita por juristas e crítica política realizada por determinados segmentos, se transformou em prova e no maior escândalo do Judiciário brasileiro.” Esta é a avaliação do professor de Direito Constitucional da PUC-SP Pedro Serrano sobre o conteúdo das conversas entre procuradores da Operação Lava Jato e o então juiz Sergio Moro revelado  pelo The Intercept Brasil.

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Morogueite: quando o “jogo político” invade os tribunais

Revelações do Intercept evidenciam a meta da Lava Jato: governar sem a “chatice” do voto. No “vale tudo contra eles”, ilegalidades e perseguições a inimigos. Hora é de denunciar crimes de Moro – e exigir revisões de suas sentenças

Por Artur Araújo, em Outras Palavras

I) o material divulgado até agora confirma o sobejamente conhecido: as sentenças de Curitiba são redigidas e assinadas antes de que seja “juntado aos autos” (como se diz em língua esotérica) qualquer outro documento enviado pela acusação ou pela defesa;

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