EUA são a nova Alemanha Nazista declarando a 3ª guerra mundial. Por Ualid Rabah

Os crimes estadunidenses na América Latina e no Caribe sempre buscaram roubar território – do México e da Colômbia – e suas riquezas.

No GGN

O ataque dos EUA à Venezuela, nesta madrugada, e o sequestro de seu presidente Nicolás Maduro, não diferem da longa lista de crimes estadunidenses na Península Coreana (1950/53) e no Vietnã (1955/75), ambas guerras de agressão com até 3 milhões de assassinados cada, a maioria civis; das invasões a países americanos – Granada (1983), Panamá (1989), Haiti (1915, 1994 e 2004), República Dominicana (1965) – ou dos assassinatos aos seus presidentes, dentre eles o panamenhos soberanistas José Antonio Remón Cantera (1955) e Omar Torrijos (1981), o chileno Salvador Allende (1973), para citar poucos na América Latina. (mais…)

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Gesto é poder. Por Edward Magro

Em sua página

A respeito da reunião bilateral, atrevo-me, talvez com certa imprudência, a interpretar o encontro entre Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, hoje em Kuala Lumpur, não pela política, cujo conteúdo permanecerá envolto em reserva diplomática, mas pela semiótica, mais precisamente pela imagética — esse território em que os corpos revelam o que as palavras preferem omitir. No vídeo da conferência pré-reunião reservada, o essencial não está no que se diz, mas no que se move e, sobretudo, em como se move. O que se viu ali não foi propriamente uma conversa entre chefes de Estado, mas o contraste claro entre quem domina a arte de governar e quem ainda joga peladas na várzea da política internacional. (mais…)

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O imperialismo americano em convulsão. Por Ladislau Dowbor

800 bases militares espalhadas pelo mundo. Controle dos fluxos de informação essenciais à economia. Violência e tortura contra os inimigos. Três livros mostram como, ainda assim, o poder dos EUA nunca foi tão decadente e vulnerável

Por Ladislau Dowbor, em Outras Palavras

Cold inhumanity
Burning insanity
(Thomas Hood, The Bridge of Sighs, 18441)

Entender o imperialismo americano moderno envolve juntar diversas dimensões, e vale a pena. Queiramos ou não, os Estados Unidos constituem hoje uma ameaça planetária, com as convulsões e reações extremistas de um império em decadência. Nada como os próprios americanos para apresentar as transformações em curso, e queria aqui apresentar três livros que ajudam muito na compreensão das dinâmicas. Apresento uma breve resenha de cada um, pois são muito complementares em termos de construção de uma visão sistêmica. (mais…)

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Nação, soberania política, identidade e cultura. Por Cândido Grzybowski

No Blog Sentidos e Rumos

Estou intrigado conosco mesmo, analistas, ativistas e organizações de cidadania portadoras de perspectiva de transformação democrática ecossocial, para garantir direitos iguais na diversidade como povo brasileiro. Qual o porquê do nosso quase silêncio e falta de reação em relação às questões que o título anuncia? Isto em um contexto explícito de ataque do Trump, presidente dos EUA, à nossa institucionalidade democrática e acordos comerciais se julgando no direito de impor, de forma unilateral, taxação de 50% sobre as nossas exportações a seu país e condenar membros do STF, que estão julgando o líder da extrema direita e seus cúmplices pela tentativa de golpe de Estado e imposição de uma ditadura. (mais…)

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Venezuela: soam tambores de guerra dos EUA

Como Washington usa retórica de “guerra às drogas” para intimidar países e esboçar plano intervencionista contra Caracas? Quais os interesses na região, além do petróleo? Por que Trump prega paz na Ucrânia e arma-se contra América Latina?

Por Nick Corbishley*, no Naked Capitalism | Tradução: Rôney Rodrigues, em Outras Palavras

Os tambores de guerra do Império Americano estão mais uma vez batendo alto e forte na América Latina. (mais…)

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Sanções coloniais: O genocídio sem bombas. Por Vijay Prashad

Estudo mostra: impostos sobretudo pelos EUA, embargos matam meio milhão de civis por ano, mais do que as vidas perdidas em batalhas. A maioria é de crianças e idosos. Geram dor e sofrimento incalculáveis aos países do Sul

No Instituto Tricontinental / Outras Palavras

Aqueles que não vivem em zonas de guerra ou em países sufocados são forçados a viver suas vidas como se não houvesse nada de estranho em relação ao que acontece ao nosso redor. Quando lemos sobre guerra, ela não se conecta às nossas vidas, e muitos de nós queremos parar de ouvir qualquer coisa sobre a miséria humana causada por armas ou sanções. O academicismo do intelectual e o tom calmo do diplomata são silenciados enquanto a bomba e o banco travam uma guerra contra o planeta. Após autorizar a bomba atômica lançada sobre Hiroshima (Japão) em 6 de agosto de 1945, o presidente dos EUA, Harry S. Truman, anunciou no rádio: “Se [os japoneses] não aceitarem agora nossos termos, podem esperar uma chuva de ruína vinda do ar, como nunca se viu na Terra”. (mais…)

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