Em 2023, empreendimentos destruíram 4,5 mil hectares de vegetação, principalmente no Nordeste; número é 9,5 vezes maior do que o registrado em 2020.
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Além do impacto a comunidades locais e de contratos de arrendamento de terras que prejudicam pequenos proprietários rurais, alguns projetos solares e eólicos são marcados por aumentarem o desmatamento em biomas já vulneráveis. No ano passado, empreendimentos de energia renovável causaram a destruição de 4,5 mil hectares – equivalentes a quase 30 vezes a área do Parque Ibirapuera, em São Paulo – de vegetação nativa no país. O número é 9,5 vezes maior do que o registrado em 2020, quando foram desmatados 475,99 hectares para tal fim. A Caatinga é o bioma que mais tem sofrido com a situação, mostra levantamento do ((o))eco com base em dados da iniciativa MapBiomas. (mais…)
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