No UOL
Quando o secretário de cultura de Jair Bolsonaro foi à TV, em comunicado nacional, e usou a estética de comunicação do partido nazista alemão, assim como seus elementos de retórica, para dizer que estava prestes a fazer nas artes, muitos riram. Parecia mesmo uma esquete do Porta do Fundos. Mas era a vida real e havia ali uma lição a ser absorvida por todos os que acreditam que a democracia deve ser perseguida.
Em 2020, Roberto Alvim, secretário da cultura de Bolsonaro, disse: (mais…)
