MPF denuncia agrônomo por crimes ambientais em área próxima a aldeia indígena no Rio Grande do Norte

Comunidade da Lagoa do Tapará vem sofrendo com diversos danos decorrentes do cultivo irregular de cana-de-açúcar no entorno

Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte

O Ministério Público Federal (MPF) apresentou denúncia à Justiça Federal contra um produtor rural por uma série de crimes ambientais cometidos em áreas próximas à aldeia indígena Lagoa do Tapará, da etnia Tapuia-Tarairiú, situada entre os municípios de Macaíba e São Gonçalo do Amarante, na Região Metropolitana de Natal (RN). (mais…)

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Nota de Apoio – Em defesa do rio Tapajós, em defesa da vida!

Organização manifesta seu apoio aos parentes e parentas que se mobilizam desde o dia 22 de janeiro, em Santarém (PA).

Por Coiab

A Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) manifesta seu apoio aos parentes e parentas que se mobilizam em defesa do rio Tapajós, desde o dia 22 de janeiro, em Santarém (PA). A manifestação é símbolo da luta legítima dos povos indígenas do Tapajós contra a dragagem do rio e contra os projetos que ameaçam seus territórios, seus modos de vida e a própria existência dos povos que protegem e dependem desse rio. (mais…)

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Oficina Política do povo Mura: fortalecendo lideranças e caminhos para o enfrentamento às ameaças e proteção do território

Jovens, anciãos, guerreiras e guerreiros Mura participaram da Oficina Política que analisou a realidade, animou lideranças e planeja ações de defesa do território com autonomia, identidade e resistência

Por Filipe Gabriel Mura e Mayara Mura, Rede de Comunicadores Mura, e Ligia Apel, Ascom Cimi Regional Norte 1, no Cimi

Entre os dias 22 e 24 de janeiro, a Aldeia Murutinga, Autazes, Amazonas, se tornou espaço de diálogo, formação e fortalecimento da luta coletiva com a realização da Oficina de Políticas, promovida pela parceria entre o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e lideranças e organizações da Resistência Mura de Autazes e Careiro da Várzea. (mais…)

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Indígenas do Baixo Tapajós ocupam há uma semana a entrada da Cargill e exigem presença do governo federal

Movimento indígena mantém ocupação contra decreto de privatização do rio Tapajós; nova reunião com o governo federal está prevista para esta sexta-feira, 30

Por Conce Gomes, Tapajós de Fato

Povos indígenas do Baixo Tapajós ocupam há uma semana a área de entrada da empresa norte-americana Cargill, em Santarém, no oeste do Pará, e exigem a presença do governo federal no local para tratar das reivindicações. De acordo com informações do movimento, a presença de representantes do governo federal está prevista para está sexta-feira (30), às 15h, em Santarém. (mais…)

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Funai aprova relatório de identificação e delimitação da Terra Indígena Apyka’i do povo Guarani-Kaiowá

Na Funai

A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) aprovou ontem (28) as conclusões do Relatório Circunstanciado de Identificação e Delimitação (RCID) da Terra Indígena (TI) Apyka’i, de ocupação tradicional do povo indígena Guarani-Kaiowá, localizada em Dourados (MS). A aprovação se deu por meio de assinatura do Despacho Decisório pela presidenta da autarquia indigenista, Joenia Wapichana, durante a Oficina de Planejamento da Diretoria de Demarcação de Terras Indígenas (Didem), setor vinculado à Funai, em Brasilia (DF). (mais…)

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No Rio Grande do Sul, projeto de celulose de R$ 25 bilhões ameaça indígenas e o rio Guaíba

Denúncia aponta falhas na consulta a indígenas Guarani Mbyá sobre impactos de multinacional chilena

Por Alass Derivas | Edição: Bruno Fonseca, em Agência Pública

No Rio Grande do Sul, a multinacional chilena CMPC (Companhia Manufatureira de Papéis e Cartões, traduzido do Espanhol) pretende instalar nos próximos meses a sua segunda unidade industrial para processamento de celulose na Região Metropolitana de Porto Alegre. O chamado “Projeto Natureza” é o maior investimento privado da história do Estado, e vai custar R$ 25 bilhões à empresa. Apesar de ainda não ter a Licença Prévia aprovada, o empreendimento já é denunciado pelos impactos ao povo Guarani Mbyá, que vive na região, e também ao rio Guaíba e ao bioma dos Pampas. (mais…)

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Nega Pataxó entregou o seu peito à lança: a impunidade do crime do Invasão Zero na Bahia

Dois anos depois, a memória de Nega Pataxó não se organiza apenas em torno da violência de sua morte, mas em torno daquilo que ela continua a produzir. Sua última imagem – o corpo estendido no pasto, o maracá ainda erguido – não é apenas vestígio da violência, é um acontecimento que desloca e instaura sentidos

Por Felipe Milanez, Olivia von der Weid e Daniela Duarte Lima, Le Monde Diplomatique Brasil

Um tempo antes de ser assassinada, a pajé Nega Pataxó havia recebido um canto e transmitido aos seus familiares, também cantando este canto em alguns rituais. Ela tinha uma voz potente, aguda, alta, marcante e muito afinada. Esse canto hoje parece ser premonitório para seus parentes. Tanto pela tragédia, quanto pela coragem. Antes de morrer, em 2023, em visita à Aldeia Marakanã, no Rio de Janeiro, Nega cantou: (mais…)

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