“Um ano e meio sem resposta é mais do que suficiente para percebermos que tem algo muito errado”, diz viúva de Marielle

por Vera Araújo, em Extra

RIO — Dois dias depois de o Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinar que a Justiça do Rio forneça as cópias do processo do caso Marielle Franco (PSOL-RJ) à Procuradoria-Geral da República (PGR), a viúva da parlamentar, a arquiteta Mônica Benício, aprovou a decisão. Mônica afirmou que a demora na resposta para se chegar aos mandantes do assassinato pode estar relacionada a “um jogo político” para proteger quem encomendou o crime. Ela defendeu o compartilhamento das informações, pois acredita que só com transparência e o entrosamento de todos os órgãos de investigação o caso será elucidado. O homicídio da vereadora e do motorista Anderson Gomes ocorreu há 536 dias.

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1964, o ano que não termina. Por Marcio Sotelo Felippe

Na Revista Cult

No dia anterior à decisão do STF sobre a soltura de Lula, um tuíte do general Villas Boas, comandante do Exército, mandou um recado aos ministros: “asseguro à Nação que o Exército Brasileiro julga compartilhar o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade e de respeito à Constituição, à paz social e à Democracia, bem como se mantém atento às suas missões institucionais”.

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Quase 20 anos depois, fazendeiro “juiz” é condenado por mandar matar sindicalista

José Dutra da Costa foi morto por denunciar desmatamento, grilagem e trabalho escravo; advogado do caso falou sobre a condenação do latifundiário com alcunha de “juiz” no Pará

Por Rafael Oliveira, Agência Pública

Após quase 20 anos, o fazendeiro Décio José Barroso Nunes foi condenado pelo júri do Fórum Criminal de Belém (PA) a 12 anos de prisão. Conhecido como Delsão, no dia 14 de agosto ele foi considerado o mandante do assassinato do sindicalista José Dutra da Costa, o Dezinho, morto por pistoleiros em 21 de novembro de 2000, em Rondon do Pará. Condenado em primeira instância em regime fechado, o fazendeiro pode recorrer em liberdade.

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Wajãpi questionam investigação sobre morte de cacique: “Temos certeza que invasores entraram na nossa terra”

Indígenas questionam laudo sobre morte de Emyra Wajãpi e rumo das investigações, que ignoram relatos e indícios de invasão a sua terra indígena

Cimi

Após a divulgação de um laudo preliminar da Polícia Federal (PF) sobre a morte da liderança Emyra Wajãpi, que apontou a causa da morte como afogamento, o Conselho das Aldeias Wajãpi (Apina) emitiu uma nova nota, questionando as conclusões dos investigadores.

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Diligência da CDHM ao Amapá contesta laudo oficial e pede mais investigações sobre morte de líder indígena

Por Pedro Calvi, CDHM

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (CDHM) fez, na sexta (16) e sábado (17), uma diligência ao Amapá para apurar em qual situação aconteceu a morte do líder indígena Emyra Waiãpi. Os parlamentares Camilo Capiberibe (PSB/AP) e Joênia Wapichana (Rede/RR), integrantes da CDHM, conduziram os trabalhos.

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Comissão de Direitos Humanos da Câmara contesta laudo da PF sobre morte de líder indígena, no AP

Representantes se pronunciaram neste sábado (17), em Macapá. Investigação da PF apontou afogamento como causa da morte de Emyra Waiãpi.

Por Victor Vidigal, G1 AP

Representantes da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados se pronunciaram neste sábado (17), em Macapá, contestando o laudo preliminar apresentado pela Polícia Federal (PF) que sugere como afogamento a causa da morte da liderança indígena Emyra Waiãpi, em julho no Amapá.

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Fazendeiro é condenado a 12 anos de prisão por assassinato de sindicalista no Pará

Líder foi morto em 2000 por denunciar trabalho escravo; pena repete condenação anterior, anulada em 2014.

Por Catarina Barbosa, do Brasil de Fato / CPT

O fazendeiro Décio José Barroso Nunes foi mais uma vez condenado a 12 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato do sindicalista José Dutra da Costa, também conhecido como Dezinho, ocorrido em novembro de 2000. Dezinho foi morto por pistoleiros. Nesta quarta-feira (14), os jurados aceitaram a tese da acusação, segundo a qual Nunes foi mandante do crime.

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“Não somos mentirosos”, diz liderança Wajãpi, em resposta a Bolsonaro

Na foto está ao microfone o líder Makreiton Wajãpi, que rebate as declarações do Presidente da República sobre a morte do cacique Emyra e a invasão de garimpeiros no território (Foto: Rudja Santos/Amazônia Real)

Por Bianca Andrade e Kátia Brasil, da Amazônia Real

Macapá (AP) – Desde a notícia da morte brutal do cacique Emyra Waiãpi, que segundo o povo Wajãpi foi assassinado por garimpeiros no dia 22 de julho – com várias perfurações de faca pelo corpo, na aldeia Waseity – a etnia continua se manifestando, por meio de notas oficiais, pelas redes sociais na internet e até em coletivas à imprensa, cobrando por justiça e a intensificação das investigações pela Polícia Federal e o Exército brasileiro no território, localizado no oeste do Amapá.

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Cimi Regional Amazônia Ocidental lamenta assassinato do cacique Pian Kanamari, no Acre

Pian Kanamari, que era cacique da aldeia Mamori, Terra Indígena Kanamari do Médio Juruá, foi brutalmente assassinado na cidade de Eirunepé, no Acre

No Cimi

O Conselho Indigenista Missionário – Cimi Regional Amazônia Ocidental comunica, com imenso pesar, o assassinato do líder indígena Waldemar Kanamari, conhecido como Pian Kanamari, de 39 anos, no dia 28 de julho. Pian, que era cacique da aldeia Mamori, Terra Indígena Kanamari do Médio Juruá, foi brutalmente assassinado na cidade de Eirunepé, no Amazonas. Segundo testemunhas, após uma tentativa de roubo, o indígena foi covardemente esfaqueado pelas costas e não resistiu aos ferimentos.

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