‘O Exército matou meu filho’, diz mãe de catador baleado em ação com 80 tiros em Guadalupe, Rio

Luciano Macedo tentou ajudar uma família no carro fuzilado por militares e acabou atingido por três tiros. Ele considerava o bairro seguro por ser próximo da Vila Militar, contou a mãe.

Por Gabriel Barreira, no G1

O corpo da segunda vítima que morreu após a ação do Exército com 80 tiros em Guadalupe, na Zona Norte do Rio, foi enterrado nesta sexta-feira (19), no Cemitério do Caju, Zona Portuária do Rio.

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Condenado a 30 anos, fazendeiro mandante da execução de Dorothy Stang é preso no Pará

Regivaldo estava solto, desde maio de 2018, aguardando uma decisão sobre o recurso em segunda instância

Redação Brasil de Fato

Foi preso em Altamira, no Pará, o fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, conhecido como “Taradão”, condenado pela Justiça por ser o mandante do assassinato da missionária católica Dorothy Stang. A militante, nascida nos EUA e naturalizada brasileira, atuava na luta pela terra, contra os latifundiários e pela preservação da floresta, entrando em conflito com grileiros e madeireiros. O crime teve repercussão mundial.

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Violência contra mulheres no campo cresce 377% em 2018; casos incluem tentativas de assassinato e criminalização

Relatório da Comissão Pastoral da Terra (CPT) aponta 482 casos de camponesas, indígenas e quilombolas impactadas pela violência no campo; invisibilização social e dificuldade no acesso a políticas públicas são os principais desafios

Por Júlia Dolce, em De Olho nos Ruralistas

Lançado na sexta-feira (12/04) pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), o relatório Conflitos no Campo Brasil 2018 traz dados alarmantes sobre o aumento da violência no contexto da luta pela terra. No último ano, foram registrados 964 conflitos agrários, que resultaram em 25 mortes de lideranças camponesas, indígenas e quilombolas.

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Indígenas dos Povos Canela-Memortumré e Canela-Apãnjekra voltam à capital federal por seus direitos

Ao longo de cinco dias a delegação realizou uma série de incidências políticas no STF, AGU e na Câmara dos Deputados

Por Adilvane Spezia, no Cimi

Numa semana de intensas atividades (8 à 12 de abril), a delegação composta por mais de 25 indígenas dos povos Canela-Memortumré e Canela-Apãnjekra, do Maranhão, estiveram na capital federal, Brasília, com o objetivo denunciar a invasão de seu território, o desmatamento por parte de madeireiros da região e o avanço da rodovia dentro da terra indígena, bem como as consequências da Medida Provisória (MP) 870/2019, primeira medida adotada pelo governo de Jair Bolsonaro ao assumir a Presidência da República.

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MPF denuncia responsável por executar liderança Tupinambá com 13 tiros em Ilhéus (BA)

Segundo as investigações, o assassinato do indígena Adenilson Pinduca, em maio de 2015, foi retaliação por suas atividades como liderança indígena e por disputas por terras

Ministério Público Federal na Bahia

O Ministério Público Federal (MPF) ofereceu, na última sexta-feira 12 de abril, denúncia contra Edivan Moreira da Silva, conhecido como “Van de Moreira”, por homicídio consumado e homicídio tentado, ambos qualificados pela emboscada, o que dificulta ou impossibilita a defesa da vítima. Segundo a denúncia, Edivan Moreira foi o principal responsável por executar com 13 tiros o indígena Adenilson Silva Nascimento, conhecido como Pinduca, e ferir com dois tiros sua esposa, Zenaildes Menezes Ferreira, em 1º de maio de 2015, em Ilhéus (BA), na zona rural limítrofe com Buerarema – município a 462km de Salvador. Além dele, participaram do crime duas outras pessoas que não foram identificadas.

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Conflitos no campo: PFDC lança roteiro de atuação para casos de violência contra defensores de direitos humanos

Material traz sugestões de ações práticas na definição de estratégias de curto e longo prazo. Quase um milhão de pessoas estiveram envolvidas em conflitos campesinos no Brasil em 2018

Na PFDC

A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), por meio do seu Grupo de Trabalho Direito à Reforma Agrária, elaborou um roteiro para subsidiar a atuação do Ministério Público Federal em casos de violência contra defensores de direitos humanos no campo.

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Sérgio Moro e Dona Diquinha: uma surra de terço. Por José Ribamar Bessa Freire

No Taqui Pra Ti

– “É algo que pode acontecer” – admitiu Sérgio Moro, ministro da Justiça, comentando três dias depois o fuzilamento do músico Evaldo Rosa por soldados do Exército, que dispararam 80 tiros no carro da família a caminho de um chá de bebé, em Guadalupe, no Rio. Além do morto, dois feridos: o sogro do músico e um pedestre que tentou ajudar as vítimas.

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O músico, as 80 balas e o ministro

Para condenar a paupérrima proposta de Sérgio Moro “contra a violência”, já sobravam argumentos. Agora, há também o corpo de um homem que tocava cavaco, nas rodas de samba dos subúrbios

por Roberto Andres, em Outras Palavras

Uma família em seu carro a caminho de um chá de bebê. De repente, tiros. O carro é metralhado. Os atiradores não são aqueles que se costuma chamar de bandidos. São militares do Exército brasileiro. Com 80 tiros, assassinam Evaldo dos Santos Rosa – pai de família, músico, segurança.

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Após crime de Brumadinho, ministro propõe “premiar” Vale com concessão de parques

Ricardo Salles propôs conceder sem licitação sete parques nacionais de Minas Gerais à mineradora Vale 

Leonardo Fernandes, Brasil de Fato

A empresa provoca um dano ambiental de enormes proporções, pelo qual é multada em R$ 250 milhões. Alguns meses depois, recebe “a incumbência” de cuidar do meio ambiente que ela mesma devastou. E com qual recurso? Com os mesmos R$ 250 milhões que ela havia desembolsado por conta da destruição provocada.

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CDHM pede agilidade na investigação sobre assassinato e violação de direitos humanos em seringal no Amazonas

por Pedro Calvi / CDHM 

A Comissão Pastoral da Terra (CPT) denunciou para a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (CDHM), o assassinato do líder seringueiro Nemis Machado de Oliveira, que trabalhava no seringal São Domingos, em Lábrea (AM). A região, conhecida como Ponta do Abunã, fica próxima à tríplice fronteira dos estados do Acre, Amazonas e Rondônia.

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