Costa Rica: en Salitre se siguen violando impunemente los derechos del pueblo indígena Bribri. Por Alberto Gutiérrez Arguedas*

En días pasados hicimos una visita al territorio indígena Bribri de Salitre y pudimos constatar de primera mano el grave escenario de violación de derechos que este pueblo continúa sufriendo de manera sistemática. A casi un año del asesinato del líder Sergio Rojas Ortiz (18 marzo 2019), el cual permanece en total impunidad, las violencias en contra de la integridad física, psicológica y patrimonial del pueblo indígena Bribri de Salitre son una realidad de todos los días, demostrando, una vez más, el fracaso del Estado costarricense por salvaguardar los derechos fundamentales de este pueblo.

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A morte de um capitão e o futuro de outro

Fausto Salvadori, da Ponte Jornalismo

A eleição de Jair Bolsonaro não fez a democracia desaparecer com uma explosão, como algumas pessoas previram que ocorreria quando foi eleito, em 2018. A historiadora francesa Maud Chirio, por exemplo, foi uma que imaginou que chegaríamos ao final de fevereiro com MST e PT proibidos de existir. Nenhuma ruptura dessas ocorreu, mas nem por isso dá para dizer que a escalada autoritária não está em marcha. A democracia brasileira está morrendo, sim, com um suspiro.

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Romarias transformam assassinados no campo em mártires e ‘encantados’

Pesquisa de doutorado mostra a sacralização de lideranças camponesas e indígenas vitimadas em conflitos de terra no Brasil

Por Luiz Sugimoto, no JU-online

“Ele não foi enterrado, foi plantado”, afirmam reiteradamente os indígenas em respeito ao cacique Xicão (Francisco de Assis Araújo), dotando o líder assassinado em 1998 de materialidade nas águas, matas e terras do povo Xukuru do Ororubá, em Pesqueira (PE). Isso também é recorrente nas narrativas sobre a missionária Dorothy Stang, assassinada em 2005 no município de Anapu (PA). “Os peregrinos afirmam que o corpo dela não foi enterrado, mas plantado, como semente, e que seu sangue derramado fecunda o solo, fertiliza a plantação e fortalece a luta pelos direitos à terra e à vida”, escreve o antropólogo Edimilson Rodrigues de Souza em “Sacralização de lideranças camponesas e indígenas assassinadas em contextos de conflito de terra no Brasil”, tese de doutorado orientada pela professora Emília Pietrafesa de Godoi, no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH).

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Após 15 anos da morte de Dorothy Stang, a impunidade ainda persiste em Anapu

Por Maria Fernanda Ribeiro, Amazônia Real

Palavras como generosidade, renúncia, doação, dignidade, solidariedade, sacrifício, coragem, justiça e amor foram as mais proferidas durante as celebrações que marcaram os 15 anos da morte da missionária Dorothy Stang, aos 73 anos, no município de Anapu, no Pará. Irmã Doti, como era conhecida, foi assassinada por dois pistoleiros e seu corpo atravessado por seis tiros enquanto caminhava por uma estrada de terra do PDS Esperança, Projeto de Desenvolvimento Sustentável que ela criou para assentar famílias pobres da Transamazônica. Era uma manhã de 12 de fevereiro de 2005.

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Multas do Ibama para assassinos de Dorothy Stang prescreveram ou ainda não foram pagas

Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, e Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, receberam autuações milionárias por desmatamento em 2004, como fruto de denúncias da missionária; os dois fazendeiros foram mandantes do crime ocorrido há 15 anos em Anapu (PA)

Por Alceu Luís Castilho e Leonardo Fuhrmann, em De Olho nos Ruralistas

Há exatamente quinze anos era assassinada, em Anapu (PA), a missionária Dorothy Stang. Denúncias feitas pela freira tinham motivado, um ano antes, autuações milionárias por desmatamento para os dois mandantes do crime, lavradas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Nenhuma das multas foi paga. A base de dados da autarquia mostra que duas multas graúdas, uma para cada um, prescreveram. Outras ainda correm na justiça ou administrativamente, dezesseis anos depois.

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De Olho na História (III) — 15 anos após assassinato, Dorothy Stang inspira resistências na Amazônia

Missionária chegou ao Brasil em 1966 e se tornou internacionalmente conhecida em 2005, quando foi executada a mando de dois desmatadores em Anapu, no Pará; ela já tinha recebido várias ameaças de morte, mas nunca se intimidou

Por Priscilla Arroyo, em De Olho nos Ruralistas

Missionária, ambientalista, mártir. Essas são algumas das palavras que definem a vida e o legado de Dorothy Mae Stang, religiosa estadunidense pertencente à Congregação das Irmãs de Notre Dame de Namur que se naturalizou brasileira para lutar ao lado dos camponeses pelo seu direito à terra e à existência, contra as ameaças de grileiros que, ainda hoje, continuam a destruir a Amazônia.

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Nota Pública da CPT: 15 anos sem irmã Dorothy Stang

Na CPT

A direção nacional e coordenação executiva da CPT divulgam Nota pelos 15 anos do assassinato de irmã Dorothy Stang, em que destacam : “O exemplo de Dorothy nos comove e nos incita à continuidade de sua luta, como tem feito o Pe. Amaro Lopes, seu sucessor, perseguido e acusado injustamente. Dizia Ir. Dorothy pouco antes de ser assassinada: “Não vou fugir nem abandonar a luta desses agricultores que estão desprotegidos no meio da floresta. Eles têm o sagrado direito a uma vida melhor numa terra onde possam viver e produzir com dignidade sem devastar”. Sejamos fiel a ela, como ela foi no Caminho de Jesus”. Confira: 

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Em SP: capitão e delegado contrariam comando da PM e pedem que Rota mate mais

Ao comentar dados da Ouvidoria, Telhadinha disse: “200% em 2020”. Delegado, por sua vez, comentou: “Bora dobrar a meta, meus irmão da Rota”

Por Kaique Dalapola, Ponte Jornalismo

Dois dias depois da divulgação do relatório da Ouvidoria da Polícia de São Paulo que apontou um aumento de 98% no número de pessoas mortas por policiais militares da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) no ano passado na comparação com 2018, o capitão Rafael Henrique Cano Telhada usou as redes sociais para comemorar e estimular nova meta: “200% em 2020”.

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“Querida Amazônia”: a ressurreição da irmã Dorothy Stang

Existem datas associadas a pessoas específicas. Na Amazônia brasileira, o dia 12 de fevereiro, desde 2005, é uma data que lembra a irmã Dorothy Stang, alguém que considerava a Amazônia uma terra querida, que não hesitou em dar a vida por uma causa, a causa dos povos que a habitam. Foi nessa data em que seu martírio fez dela um ícone de resistência, um exemplo a seguir.

por Luis Miguel Modino, em IHU On-Line

Que na mesma data seja publicada “Querida Amazônia”, a exortação pós-sinodal nascida de tudo o que foi vivido durante a assembleia do Sínodo para a Amazônia, realizada em Roma, de 6 a 27 de outubro de 2019, e os dois anos em que, desde a escuta, foi preparado, é uma razão para pensar que tudo tem um motivo e que isso pode ser considerado como uma homenagem merecida a tantos mártires que deram a vida por algo que realmente queriam.

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Suspenso cumprimento de liminar de reintegração de posse da Fazenda Santa Lúcia, área do Massacre de Pau D’Arco (PA)

No dia 03 de fevereiro foi realizada audiência pública na Vara Agrária de Redenção (PA) para elaboração do plano de despejo das famílias da Fazenda Santa Lúcia, local do Massacre de Pau D’Arco, ocorrido em maio de 2017, quando dez trabalhadores foram cruelmente executados por policiais civis e militares.

por Regional CPT Pará

A audiência foi designada pela juíza substituta que estava respondendo pela Vara Agrária,  Elaine Neves de Oliveira, em despacho que suspendeu temporariamente o cumprimento da liminar de reintegração de posse marcada, até aquele momento, para o dia 27 de janeiro deste ano, ante à inexistência de um plano de remoção, contrariando a Resolução nº 10 do Conselho Nacional de Direitos Humanos.

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