Documento Final da Assembleia dos Povos Indígenas de Tocantins

Nós lideranças indígenas, representantes dos povos Apinajé, Krahô, Xerente, Krahô Takaywrá, Javaé, Krahô-Kanela, Awá Canoeiro estivemos reunidos na Assembleia dos Povos Indígenas de Tocantins realizada no período de 07 a 09/12/2018 na aldeia Brejinho, Terra Indígena Apinajé, no município de Tocantinópolis -TO. Durante três dias, mais de 200 lideranças dialogamos, debatemos e analisamos a situação política do país; com especial atenção sobre a política indigenista ameaçada e desprezada pelo presidente eleito em 2018. 

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Nota de Solidariedade da RENAP

Nota de Solidariedade da RENAP – Rede Nacional de Advogadas e Advogados Populares – ao MST e aos familiares e companheiros/as dos militantes assassinados no Acampamento Dom José Maria Pires, município de Alhandra, PB

RENAP

A RENAP se constitui há mais de 23 anos como um dos espaços de articulação da advocacia popular que atua cotidianamente na defesa dos movimentos sociais e organizações populares no Brasil, e uma de suas frentes de luta é ao lado dos movimentos pela reforma agrária. Por isso mesmo sabemos que lamentavelmente a violência do latifúndio e do estado burguês a seu serviço nunca deixou de assassinar milhares de trabalhadoras e trabalhadores rurais de nosso País, que se colocaram em marcha pelo direito a terra para quem nela trabalha ou nela deseja trabalhar.

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Brasil tem 4.536 áreas com risco de conflito socioambiental, indica estudo

José Lázaro Jr., Alexsandro Ribeiro e Rosiane Correia de Freitas, da Agência Livre.jor, para o UOL

Neste momento, em 4.536 pontos do território brasileiro, conflitos humanitários e choques ambientais podem estar ocorrendo sem que ninguém, a não ser os atingidos, tenha conhecimento. Nesses locais, indígenas, quilombolas, trabalhadores rurais e áreas verdes protegidas são vizinhos de atividades legalizadas de mineração.

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Como é esse lance de Direitos Humanos?

Por Camilo Vannuchi, Carta Capital

Aconteceu comigo. Faz pouco mais de um ano. Bolsonaro ainda nem era candidato a presidente, apenas um deputado falastrão que gostava de bater boca com os adversários no Congresso Nacional e no programa da Luciana Gimenez. Naquela tarde, eu saía de um restaurante em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, após almoçar e entrevistar o dono para um livro que estava escrevendo. Fui me despedir da Raquel, filha do casal que desde 1984 prepara a chuleta mais famosa do ABC Paulista, quando um rapaz de uns 15 anos me interpelou:

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Direitos humanos para humanos sem direitos

O ser humano que não conhece os próprios direitos está fadado a se resignar com a tirania de quem trata garantias básicas como privilégios

Por Breiller Pires, no El País Brasil

Para salvar uma senhora de 83 anos rendida como refém, dois policiais aproveitam a distração do assaltante e o executam com cinco tiros em plena luz do dia. A tentativa de roubo a uma joalheria de Valença, no sul fluminense, termina em morte. Testemunhas filmam a cena como se fosse um jogo de futebol e comemoram seu desfecho como um gol em final de campeonato. A quatro dias do 70º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, o Brasil escancarado em mais uma tragédia para a conta do Rio de Janeiro celebrava sem constrangimentos seu irremediável processo de desumanização.

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Presidente da CDHM pede informações à justiça sobre assassinato de líderes rurais na Paraíba

Na CDHM

O deputado federal Luiz Couto (PT/PB), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (CDHM), manifesta total solidariedade às famílias de José Bernardo da Silva e Rodrigo Celestino, assassinados na noite do último sábado (8), em Alhandra, Paraíba. Os dois eram lideranças do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST). Segundo testemunhas, homens encapuzados e fortemente armados atacaram Orlando e Rodrigo no acampamento Dom José Maria Pires, a 45 quilômetros de João Pessoa.

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MPF: Nota de solidariedade e repúdio

Ministério Público Federal manifesta solidariedade às famílias dos trabalhadores rurais assassinados na Paraíba

A Procuradoria Geral da República (PGR), a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) e a Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão na Paraíba (PRDC/PB), órgãos do Ministério Público Federal, vêm a público manifestar solidariedade às famílias de José Bernardo da Silva, conhecido como Orlando Bernardo, e Rodrigo Celestino, brutalmente assassinados na noite do sábado, 8 de dezembro de 2018. As duas vítimas eram militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na Paraíba e foram mortos no Acampamento Dom José Maria Pires, localizado no município de Alhandra, na região sul do estado.

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Nota da Direção do MST Paraíba sobre o assassinato de dois militantes no Acampamento Dom José Maria Pires, município de Alhandra


O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST-PB) perde nesta noite de sábado (08) por volta das 19:30 dois militantes: José Bernardo da Silva, conhecido por Orlando e Rodrigo Celestino. Foram brutalmente assassinado por capangas encapuzados e fortemente armados. Isso demonstra a atual repressão contra os movimentos populares e suas lideranças.

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