Entre os dias 6 e 8 de abril, foi realizada de forma virtual devido à pandemia da Covid-19, a 33ª Assembleia Nacional da CPT. Foram discutidas as prioridades de ação da Pastoral para os próximos três anos e, também, foram eleitas a nova diretoria e coordenação executiva nacional da entidade. A atividade contou com a participação remota de cerca de 77 delegados e delegadas, de todas as regiões do Brasil, que contribuíram na análise de conjuntura e na partilha das realidades dos povos do campo, das águas e das florestas em todo o país.
Cristiane Passos, Amanda Costa e Andressa Zumpano*, na CPT
A CPT iniciou sua 33ª Assembleia Nacional com a triste notícia da perda de mais uma lutadora para a Covid-19. Fátima Barros, liderança quilombola do Bico do Papagaio (TO), foi mais uma vítima do governo de morte, instituído pela atual gestão presidencial. Fátima virou semente e deixou como legado a força da mulher negra e a luta ancestral de seu povo. Em suas palavras: “Nós somos povo Bantu, nós não morremos, nós sempre voltaremos. Nós somos os guerreiros de Zumbi e Dandara, nós somos a força do quilombo!”. Fátima Presente!
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