Em Rondônia, militantes de organizações populares se formam em Educação do Campo

O curso teve início em setembro de 2015 e se encerra com 37 formandos

Da Página do MST

Nesta última quinta-feira (29), aconteceu em Rolim de Moura (RO), pela Universidade Federal de Rondônia (UNIR), o ato de formatura da primeira turma de licenciatura em educação do campo nas áreas das Ciências Humanas e Sociais, com Habilitação em Sociologia, Filosofia e Ciências da Natureza e com Habilitação em Química, Física e Biologia.

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Bacurau em Barra: “A gente hoje está no mapa”

Como o povoado Barra, no sertão nordestino, se ressignificou a partir de Bacurau, filme vencedor de Cannes que foi rodado ali

Por Étore Medeiros, Agência Pública

Os 24 quilômetros de estrada de terra que separam a cidade de Parelhas (RN) do povoado Barra, uma das suas comunidades rurais, dão ricas mostras do poder de resistência da caatinga. Ao contrário do que a etimologia sugere – caatinga vem do tupi, “mata branca” – e apesar do clima seco do semiárido nordestino, o verde persiste em fragmentos da paisagem. Meses após o fim das chuvas, enormes caibreiras erguem suas copas a 20, 30 metros de altura, sinalizando os locais onde a água costuma correr em tempos de “inverno” – como os sertanejos chamam a estação chuvosa, de janeiro a abril. Nos fundos dos vales, as sempre verdes carnaúbas – espécie de palmeira endêmica do semiárido nordestino – demarcam o leito seco do rio Seridó, que dá nome à região. O bonito dourado da babugem, capim que sustenta os rebanhos locais, dá os toques finais ao cenário.

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De Olho na História (I) — Margarida Maria Alves: “Da luta não fujo”

A camponesa de Alagoa Grande (PB) foi assassinada a mando de latifundiários em 1983; os criminosos não foram condenados, mas Margarida tornou-se inspiração para milhares de mulheres que, como ela, resistem a injustiças e retrocessos

Por Maria Lígia Pagenotto, em De Olho nos Ruralistas

Nascimento: 5 de agosto de 1933 em Alagoa Grande (PB), município da região do Brejo Paraibano, a 100 quilômetros de João Pessoa.

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Christiane, Aida, Marcia, Maria, Adelia: cinco histórias de Margaridas

Mulheres de todas as idades, do campo e da cidade, levaram para Brasília diferentes pautas para o encontro de camponesas; em comum, a intenção de fortalecer a luta por seus direitos 

Por Priscilla Arroyo, em De Olho nos Ruralistas

Luta, esperança e coragem. As palavras resumem os propósitos das milhares de mulheres que ocuparam as ruas de Brasília com um chapéu na cabeça e um sorriso no rosto durante a Marcha das Margaridas, nos dias 13 e 14, maior evento de luta feminina da América Latina. Apesar dos desafios impostos pela política, estavam felizes por encontrar as companheiras e ter as suas vozes ampliadas. Elas falam, cada uma a seu modo, sobre as mudanças que gostariam de ver no Brasil.

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Marcha das Margaridas deixa recado em meio à retirada de direitos: “Vamos renascer das cinzas”

Protesto contra retrocessos nas políticas públicas do governo Bolsonaro marcaram ato que reuniu recorde de cem mil pessoas em Brasília durante os dias 13 e 14; mudanças nas regras da aposentadoria são a maior preocupação das mulheres do campo

Por Priscilla Arroyo, em De Olho nos Ruralistas

“Vamos renascer das cinzas, plantar de novo um arvoredo. Bom calor nas mãos unidas, na cabeça de um grande enredo”. Em uma nova versão, na voz de uma mulher, os versos de Martinho da Vila permearam a abertura da 6ª Marcha das Margaridas, ato que levou 100 mil mulheres à capital durante os dias 13 e 14. Trata-se de um número recorde de participantes da ação, que, desde 2000, acontece de quatro em quatro anos, com desfecho em Brasília. Esta edição aconteceu sob o lema “Margaridas na luta por um Brasil com soberania popular, democracia, justiça, igualdade e livre de violência”.

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Indígenas y campesinos, disruptores en movimiento

Indígenas y campesinos en CODECA innovan la praxis y las dinámicas de los movimientos sociales actuales en América Latina, y desafían a las organizaciones indígenas y campesinas del Continente a caminar con sus propias piernas, sentir y pensar con sus propias almas. Por ello este movimiento es disruptor.

Por Ollantay Itzamná, en Servindi

Entre finales del pasado siglo, e inicios del presente, el norteamericano Clayton Christensen, acuñó/socializó el concepto de disrupción para explicar la introducción al mercado de un nuevo producto que modifica las dinámicas del funcionamiento del mismo.

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Marcha das Margaridas 2019 na luta pela mulheres do país

Pela autonomia e liberdade das mulheres sobre o seu corpo e a sua sexualidade

Da Contag / MST

A sexualidade feminina é marcada por diversos tabus que frequentemente impedem as mulheres de falarem sobre isso, e de buscarem compreender melhor sobre o próprio corpo, suas fases, emoções e tudo o que compreende esse universo, a princípio individual, mas que em algum momento também encontra o coletivo. Tabus que começam em casa, principalmente quando as mulheres chegam à puberdade, e se arrastam por toda a vida, perpetuados pela mídia e pelas convenções sociais ainda fortemente arraigadas nos princípios patriarcais que reprimem a sexualidade feminina. Fatalmente, a liberdade das mulheres em fazer suas escolhas na esfera da sexualidade ainda é muito usada como motivação para a violência contra elas.

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Com frutos do Cerrado, camponeses de Bonito (MS) resistem aos agrotóxicos

Aliado a práticas agroecológicas, extrativismo da bocaiuva, do bacuri e da guavira garante renda para famílias camponesas na Serra da Bodoquena; com alto potencial turístico, região é ameaçada pelo avanço do agronegócio e pelo uso excessivo de venenos

Por Sara Almeida Campos, de Bonito (MS), em De Olho nos Ruralistas

A camponesa Élida Martins Aivi carrega em seus traços parte da história do Mato Grosso do Sul. Filha de agricultores de origem guarani e paraguaia, Élida e sua família coletam e beneficiam frutos do Cerrado no Assentamento Santa Lúcia, o segundo mais antigo de Bonito (MS), localizado na parte sul do Parque Nacional da Serra da Bodoquena, em zona de transição com o Pantanal.

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Por uma vida livre de todas as formas de violência, sem racismo e sem sexismo

Mulheres se unem na organização da Marcha das Margaridas 2019

Da Contag / MST

12 de agosto de 1983. Naquele dia, a mando de fazendeiros e pelas mãos de pistoleiros armados, Margarida Maria Alves seria assassinada na porta da sua casa, em frente ao marido e ao filho. Uma tentativa brutal de silenciar uma líder que ousou romper com os padrões de gênero e, por doze anos, presidiu o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alagoa Grande, na Paraíba, denunciando o abuso e o descumprimento dos direitos de trabalhadoras(es) na região. 

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La Vía Campesina se solidariza con CRBZ de Venezuela por masacre en Barinas

La Via Campesina

La Vía Campesina, movimiento campesino internacional que reúne 200 millones de miembros en cientos de organizaciones en toda África, Asia, Europa y América denuncia ante el mundo la reciente llamada “Masacre de Barinas” ocurrida el  pasado día 27 de julio de 2019, en la cual seis militantes de nuestro movimiento en la República Bolivariana de Venezuela, entre ellos una compañera embarazada, fueron vilmente asesinadxs por mercenarios presumiblemente vinculados a la derecha terrateniente. La guerra híbrida contra la Revolución Bolivariana debe cesar de inmediato, respetando el derecho del pueblo venezolano de vivir en paz.

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