Lilia Schwarcz , David Tygel e Silvio Tendler então entre os mais de 230 artistas e intelectuais judeus que assinaram manifesto reafirmando as “inclinações nazistas e facistas”, além de genocidas, do governo Bolsonaro. Embora não cite Michel Gherman, o documento é lançado em meio à polêmica envolvendo o presidente da entidade que teoricamente representa os judeus do Rio de Janeiro, em negação às fortes denúncias do historiador, que afirma que, para estudar o holocausto, é fundamental estudar e entender o nazismo que o originou.
Abaixo, a excelente resposta de Michel Gherman ao presidente da Federação Israelita do Rio de Janeiro (Fierj) e, em seguida, a íntegra do manifesto com as respectivas assinaturas. Novas adesões podem ser feitas aqui.
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