O Brasil ou seu atual presidente são mencionados quatro vezes no debate recente entre dois ícones do ativismo global: a filósofa e ativista negra feminista Angela Davis, 75, e a escritora canadense Naomi Klein, 49.
No encontro, na última quinta (2), foi promovido pela organização norte-americana The Rising Majority (a maioria crescente, em inglês), Davis e Klein analisaram de que maneira o capitalismo predatório, o racismo estrutural, a desregulação do sistema financeiro deixaram boa parte do mundo ocidental em piores condições para o enfrentamento da crise do coronavírus.
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