Proprietária que reivindica terras em Jericoacoara é sobrinha de governadores da ditadura

Tios de Iracema Correia São Tiago governaram o Ceará e o Piauí durante os anos de chumbo; em 1983, quando seu ex-marido adquiriu as fazendas em Jeri, os três ainda ocupavam cargos no Congresso; Flávio Marcílio era presidente da Câmara; Virgílio Távora e Alberto Silva, senadores

Por Bruno Stankevicius Bassi, em De Olho nos Ruralistas

Quem é a família que reivindica 80% da Vila de Jericoacoara, um dos principais destinos turísticos do Brasil? Na última quarta-feira (7), De Olho nos Ruralistas publicou uma reportagem em vídeo mostrando as conexões — até então ignoradas — entre Iracema Correia São Tiago, reclamante de três fazendas sobrepostas ao Parque Nacional de Jericoacoara, e o banco cearense Bancesa, liquidado em 1995 após uma série de fraudes contra a União. (mais…)

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Casa onde Marighella viveu em Salvador será transformada em instituto

Anúncio foi feito no dia que marca 55 anos da morte do guerrilheiro

Letycia Bond – Repórter da Agência Brasil

A casa onde o político, guerrilheiro e poeta Carlos Marighella e uma de suas companheiras de vida e luta, Elza Sento Sé, viveram, no bairro de Nazaré, em Salvador, será a sede do Instituto Carlos Marighella, espaço de realização de atividades culturais e formação política. A transformação do local foi anunciada nesta segunda-feira (4), durante um ato que o homenageou no endereço em que foi assassinado, na Alameda Casa Branca, região central de São Paulo, por agentes da ditadura militar. (mais…)

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Os Subterrâneos da Psiquiatria em Sergipe… Por Antonio Samarone

Presa pichando muro contra a ditadura, militares mantêm poetisa internada em hospital psiquiátrico durante nove anos

No Documentos Revelados

Em meados da década de 1970, a Atalaia Nova, na Barra dos Coqueiros, era uma Arembepe de Província, frequentada por hippies, comunistas, artistas, bichos grilos, maconheiros e desocupados. Era a nossa Praia. Sem contar que o aluguel era barato.

Circulava entre os moradores uma lenda, de que antes do golpe de 1964, morou na Ilha, num barraco isolado, um mulher desconhecida, altiva, bem falante, feminista, poeta, jornalista e escritora. Era vista diariamente na tó-tó-tó, indo e vindo de Aracaju. Se falava que era até comunista. (mais…)

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Morte do jornalista Vladimir Herzog completa hoje 49 anos

Projeto prevê 25 de outubro o Dia Nacional de Defesa da Democracia

Agência Brasil

Considerado por muitos historiadores um dos principais marcos na luta contra a ditadura cívico-militar no Brasil, o assassinato do jornalista, professor e dramaturgo Vladimir Herzog (Vlado), completa hoje (25) 49 anos. Assassinado em uma cela das dependências do Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna (antigo Doi-Codi), órgão de repressão e da prática de torturas à época do regime militar, teve seu atestado de óbito forjado como “suicídio”, fraude que foi desconstruída anos depois. (mais…)

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“Memórias da resistência: museus, democracia e justiça 60 anos depois do golpe de 1964”: MHN, 30 e 31 de outubro

Na próxima semana, nos dias 30 e 31, acontece o Seminário do Museu Histórico Nacional 2024, que traz um tema muito sensível, que é “Memórias da resistência: museus, democracia e justiça 60 anos depois do golpe de 1964”. Esse será um encontro dedicado à reflexão sobre as memórias de experiências de resistência vividas por pessoas e comunidades no contexto de processos autoritários. Todo o evento será transmitido pelo YouTube e haverá emissão de certificado. Confira a programação: (mais…)

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Procuradora Eugênia Gonzaga: “Vamos ver se muda a visão que a ditadura do Brasil foi a que menos matou”

Mortos e desaparecidos reconhecidos são 434, mas para presidente de comissão, Eugênia Gonzaga, número passa dos 10 mil

Por Marcelo Oliveira | Edição: Ed Wanderley, em Agência Pública

Com a experiência de quase 30 anos de Ministério Público Federal (MPF) e de 23 anos lidando com justiça de transição, a atual presidenta da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), Eugênia Augusta Gonzaga, em entrevista à Agência Pública, defendeu que o Brasil deveria mudar a forma como conta seus mortos e desaparecidos na ditadura militar (1964-1985). (mais…)

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Fórum discute estratégias e mecanismos para implantar a Comissão Nacional Indígena da Verdade

Solenidade de lançamento será realizada nesta sexta-feira (13), com transmissão ao vivo pelo youtube

Procuradoria-Geral da República

Ampliar o debate público em favor de um processo de verdade, memória, reparação integral e justiça para os povos indígenas vítimas de violações cometidas pela ditadura militar e formular a proposta de implementação da Comissão Nacional Indígena da Verdade (CNIV). Esses são os objetivos do Fórum Povos Indígenas: Memória, Verdade e Justiça, iniciativa que será coordenada, de forma conjunta, pelo Ministério Público Federal, Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Observatório dos Direitos e Políticas Indigenistas (Obind) e Instituto de Políticas Relacionais (IPR). A solenidade de lançamento do fórum ocorre nesta sexta-feira (13), a partir das 14h, na sede da Procuradoria-Geral da República, em Brasília. O evento será transmitido ao vivo pelo canal da Apib no Youtube. (mais…)

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