Homem branco agride e atiça cachorro contra músico negro. Sai pela porta da frente da delegacia e tem audiência marcada para março de 2023

“Tinha cabeça raspada, estava com uma blusa preta justa, um colarzinho de militar com plaquinhas, uma calça camuflada verde, coturno, o cachorro e o cassetete”

Na Band

Agressão covarde em Curitiba! Um músico negro, Odivaldo Carlos da Silva, também conhecido como Neno, foi espancado por um homem branco. A vítima afirma que o ataque foi motivado por racismo. As imagens mostram quando Paulo Cezar Bezerra da Silva surge com um cachorro e ordena que o animal ataque. Na sequência, o agressor começa a dar vários golpes de cassetete. Neno levou cinco pontos na cabeça, teve fratura no maxilar, vários hematomas e mordidas do cachorro pelo corpo.
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Os genocidas 2.0 e os velhos genocidas de sempre. Por Fausto Salvadori

Newsletter da Ponte

Dia desses, numa reunião de pauta com meus companheiros da Ponte, vi que estava confundindo as histórias trazidas pelos repórteres e perguntei: “De qual caso de nazismo a gente está falando mesmo?”. Em seguida, parei. Por um instante, fiquei ouvindo o eco do que havia acabado de dizer repercutindo dentro da minha cabeça. E me dei conta: “Não acredito que acabei de dizer isso. É tanta história de nazismo não sei mais qual é qual”. A gente riu, mais pelo nervoso do que pela graça. (mais…)

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‘Não vão nos parar’, diz MST após ataque de admiradores de Hitler e Bolsonaro

Referência na formação de pessoas do campo, Centro de Formação Paulo Freire foi atacado com fogo e pichações de “mito” e suásticas, em Caruaru (PE), mesma cidade onde “patriota” se pendurou em caminhão

Por Gil Luiz Mendes, na Ponte

No meio da madrugada do último domingo (13/11), Jaime Amorim, 62 anos, integrante da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), foi chamado com urgência. É que parte do Centro de Formação Paulo Freire, uma escola do movimento fica dentro do Acampamento Normandia, em Caruaru, no agreste pernambucano, estava em chamas. (mais…)

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Oito pessoas são presas após polícia acabar com encontro de neonazistas em sítio de SC

Criminosos teriam escolhido para o encontro o município de São Pedro de Alcântara, na Grande Florianópolis, por ser a primeira colônia alemã em Santa Catarina.

Por Caroline Borges e John Pacheco, g1 SC

Oito homens foram presos em flagrante pela Polícia Civil de Santa Catarina suspeitos de integrar uma célula neonazista interestadual. O grupo estava reunido em um sítio na cidade de São Pedro de Alcântara, na Grande Florianópolis, e participava de um encontro anual da célula. (mais…)

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‘Me senti na inquisição’: ‘listas de petistas’ se espalham pelo país e causam medo

Por Vinícius Lemos, da BBC News Brasil em São Paulo

Pouco após o primeiro turno das eleições, um questionamento chamou a atenção da cabeleireira Monika Ganem. “Uma cliente ligou para perguntar a um profissional do meu salão se eu estava trabalhando pro Lula. Ele respondeu: ‘claro que não'”, conta a empresária, que há 30 anos é dona de um salão de beleza em Maringá (PR).

Dias depois, ela descobriu que o seu estabelecimento estava em uma “lista de petistas” que eleitores de Jair Bolsonaro (PL) elaboravam para que pessoas deixassem de frequentar.

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MPSC investiga manifestantes que fizeram saudação nazista ao som do Hino Nacional em São Miguel do Oeste, SC

Um grupo de pessoas fez apologia ao nazismo durante manifestação em São Miguel do Oeste

MPSC

O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) de Santa Catarina já está trabalhando para identificar as pessoas  que fizeram saudação nazista durante as mobilizações que deveriam ser democráticas e pacíficas em São Miguel do Oeste. (mais…)

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“Tu não é ariano, te coloco pra assar”, escreveu aluno para colega em instituição no MS

Três alunos negros acusam o estudante José Evaristo Freitas de ameaça e injúria racial, além de comentários que remetem ao nazismo; em mensagem, ele disse: ‘Tu não é ariano, te coloco pra assar’

Por Rodrigo Castro, em O Globo

RIO – A mãe de um dos três alunos negros do Instituto Federal do Mato Grosso do Sul (IFMS) que acusam um colega de sala de aula de racismo e apologia ao nazismo afirmou, em carta, que o “sentimento é de impotência, de choro, ansiedade e dor”. Professora e mestranda em educação, ela desabafou sobre o preconceito racial no Brasil, criticou a forma como o caso é conduzido e relatou episódios contra seu filho, corroborando depoimento dele ao GLOBO.

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