Por Marcelo Auler*, no IHU
Por Marcelo Auler*, no IHU
Por Josep Iborra Plans (CPT Rondônia)
Prestes a completar 9 anos, a luta por Justiça parece estar longe de solução para as famílias de dois jovens sem terra (sendo um assassinado e outro desaparecido), em uma grave violência sofrida na Fazenda Tucumã, em Cujubim (RO), em janeiro de 2016. Após diversos adiamentos, o julgamento, que estava marcado para este mês de dezembro, foi novamente suspenso, sem previsão de uma nova data. (mais…)
por Carlos Henrique Silva (Comunicação CPT Nacional), com informações da CPT Regional Amapá
A CPT Regional Amapá emitiu Nota de Repúdio diante da violência no campo no Estado, que vitimou fatalmente o trabalhador Antônio Candeia Oliveira, conhecido como “Maranhão”, de 72 anos. O idoso foi assassinado na tarde do último sábado (23), em uma fazenda no município de Amapá, localizado a 310 km da capital Macapá, em meio a uma discussão por terras. (mais…)
Por Instituto José Cláudio e Maria
Edição: Carlos Henrique Silva (Comunicação CPT Nacional)
Nesta segunda-feira (14), movimentos sociais de Marabá/PA emitiram uma Nota em que pedem esclarecimento do governo do Estado do Pará e demais autoridades a respeito do assassinato de trabalhadores acampados na fazenda Mutamba, durante a operação Fortis Status, deflagrada pela Policia Civil de Marabá/PA na sexta-feira (11), às 04h da manhã. (mais…)
No marco dos 24 anos do assassinato de camponês Sem Terra, ato cobra efetivação da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos que condenou o Estado brasileiro pelo crime, cometido pela Polícia Militar do PR
Por Setor de Comunicação e Cultura do MST no PR
Da Página do MST
Vinte e quatro anos após o que ficou conhecido como massacre da BR 277, militantes e amigas/os do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) se reuniram em um ato às margens do KM 108, em Campo Largo (PR), nas proximidades do local onde o crime ocorreu. Ali está o Monumento Antonio Tavares, batizado com o nome do camponês que foi morto pela Polícia Militar naquele 2 de maio do ano 2000, erguido também em homenagem a todas as vítimas do latifúndio e do aparato militar do Estado. (mais…)
O assassinato de Hariel é reflexo e expõe o tom da falsa conciliação a que os setores anti-indígenas sempre se propuseram
O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) manifesta profunda indignação e tristeza pelo cruel assassinato de Hariel Paliano, de 26 anos, ocorrido na aldeia Kakupli, interior da Terra Indígena (TI) Ibirama La Klãnô, do povo Xokleng, em Santa Catarina. Além dos Xokleng, vivem também no território indígenas dos povos Guarani e Kaingang, ao qual pertencia Hariel. (mais…)