Audiência pública foi promovida pela Câmara de Controle Externo da Atividade Policial e Sistema Prisional do Ministério Público Federal (7CCR/MPF)
“Não há como negar que temos no Brasil um racismo estrutural e institucional em todas as instituições. Temos que aceitar essa realidade e trabalhar para mudar”. A avaliação foi feita pela subprocuradora-geral da República Ela Wiecko, nessa quinta-feira (2), ao encerrar audiência pública que discutiu a interface entre militarização e racismo. No evento, organizado pela Câmara de Controle Externo da Atividade Policial e Sistema Prisional do Ministério Público Federal (7CCR/MPF), procuradores da República, defensores públicos, policiais, representantes da sociedade civil e pesquisadores debateram sobre o que significa a militarização das forças policiais e como a reprodução dessa cultura de violência e enfrentamento está direcionada à população negra.
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