MST repudia a privatização da EMBRAPA

Movimento denuncia que a privatização da principal empresa de pesquisa e desenvolvimento da agropecuária no Brasil causará prejuízos irreversíveis à soberania alimentar

Da Página do MST

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST repudia o processo de privatização da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que está em curso na atual gestão do governo e faz parte de um desmonte do patrimônio público do povo brasileiro.

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SUS privatizado – o que isso significa? Por Paulo Capel Narvai

No A Terra é Redonda

As Organizações Sociais de Saúde representam uma gambiarra administrativa, um “puxadinho” tacanho que não pode ser modelo de gestão

“Saúde não é mercadoria”, “Não às Organizações Sociais de Saúde”, “Não à privatização do SUS”, “Xô [nome de Organização Social de Saúde]! Sai desse SUS que não te pertence”. Entre muitas outras, algumas bem agressivas, essas palavras-de-ordem expressam as posições de entidades sindicais e movimentos populares de saúde, sobre o que consideram ser a “privatização do SUS”.

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Privatização da fé: riqueza é bênção de Deus? Por Gilvander Moreira[1]

Somente nos anos de 1845 e 1846, na obra A Ideologia Alemã, Karl Marx e Engels analisam o fenômeno religioso como realidade social e histórica produzida materialmente e condicionada pelas relações sociais, “o que significa, é óbvio, que a questão pode ser representada na sua totalidade” (MARX apud LOWY, 2007, p. 300). Após A Ideologia Alemã, poucas vezes Marx se dedicou a escrever sobre religião. Entretanto, sendo questionado sobre o papel da política na Idade Antiga e da religião na Idade Média – como sendo preponderante, alegavam vários pensadores – no primeiro volume de O Capital, em uma nota de rodapé, Marx demonstra sua interpretação materialista da história. Diz ele: “Nem a Idade Media pode viver do Catolicismo nem a Antiguidade da política. As respectivas condições econômicas explicam, de fato, por que o Catolicismo lá e a política aqui desempenham o papel dominante” (MARX apud LOWY, 2007, p. 300).

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Na venda da Amil, os horrores da privatização da Saúde

Usuários relatam dificuldades em utilizar os serviços do convênio de saúde, desde que a operadora vendeu 337 mil de seus planos individuais a outras empresas. Enquanto isso, Congresso discute a desregulamentação do setor…

por Gabriela Leite, em Outra Saúde

Já era de se esperar, mas vieram rápido demais as reclamações de usuários da Amil sobre a degradação acelerada dos serviços. Eles relatam dificuldades em agendar exames, descredenciamento de hospitais sem aviso prévio e falta de orientação da empresa. As reclamações à ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) multiplicam-se. Tudo começou em dezembro do ano passado, quando a Amil simplesmente “vendeu” 337 mil clientes de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná às empresas APS (Assistência Personalizada à Saúde) e Fiord Capital, em dezembro de 2021.

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Open health: a nova tentativa de privatização da Saúde

Nova empreitada de Marcelo Queiroga busca favorecer planos de saúde e esvaziar o SUS. Dados sensíveis dos cidadãos podem ser entregues às operadoras. Proposta é ilegal e amplia desigualdades, dizem pesquisadores

por Gabriela Leite, em Outra Saúde

A notícia sobressaltou aqueles que lutam pela saúde pública universal e gratuita. Ontem de manhã, o ministro da Saúde Marcelo Queiroga, em entrevista ao Valor, afirmou que planeja criar, via Medida Provisória, o open health uma base de dados que contém todas as informações médicas dos cidadãos brasileiros, para “ampliar a concorrência no mercado de planos de saúde”. Com os dados abertos, as empresas poderiam oferecer planos mais baratos para aqueles clientes que “usam menos”. O ministro admite que a intenção, com a MP, é fazer os usuários migrarem do SUS, “sobrecarregado”, para a saúde privada.

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Carta da Abrasco ao Conasems sobre assinatura de Termo de Cooperação com empresas particulares sobre Atenção Básica em Saúde Cardiovascular

Abrasco

Considerando informações amplamente difundidas de assinatura do Termo de Cooperação entre esta entidade, CONASEMS, e a Norvatis Brasil no dia 15 de dezembro de 2021, intitulado “Fortalecimento das ações e estratégias de cuidado na Saúde Cardiovascular: um olhar a partir da Atenção Básica”. Este projeto conta ainda com a participação da empresa Kune Consultoria em Saúde Ltda.

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Médicos pelo Brasil: desmonte da Atenção Primária à Saúde?

Anúncio de contratação de milhares de médicos, além da criação do Previne Brasil e de agência para o avanço da Atenção Primária gera desconfiança, por orientar-se para o setor privado. Pesquisadores explicam o que está por trás dessas mudanças

por Lígia Giovanella, no Outra Saúde

A notícia, em princípio positiva, causa de fato grande preocupação. Pode prejudicar a continuidade do SUS (Sistema Único de Saúde), hoje um exemplo global de atendimento universal, com equidade e integralidade. O bom sinal foi o início do processo de contratação de mais de 20 mil médicos pelos gestores municipais de Saúde, para atuar nas mais carentes regiões do país. No papel, a medida tem o objetivo de fortalecer o SUS.

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