6 bandeiras de luta que estarão presentes em 2021

Confira algumas perspectivas que deverão ser debatidas este ano

Por Fernanda Alcântara, na Página do MST

Passadas quase duas semanas desde o início de um novo ano, é comum a reflexão sobre algumas perspectivas e desafios que, de modo geral, enfrentaremos em 2021. Ainda mais diante da pandemia do novo Coronavírus, um inimigo inesperado e mortal já atingiu a mais de oito milhões de brasileiros e nos levou muito mais de 200 mil pessoas, de todas as idades, e aprofundou as desigualdades sociais.

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Água vendida como petróleo na Bolsa de NY: para o capitalismo, tudo deve ser privatizado

O futuro que a humanidade lá encontrará, entretanto, ninguém sabe qual é, mas o capitalismo tem certeza que nele tudo estará privatizado

Por Roberto Malvezzi (Gogó), Diálogos do Sul

Nada de novo sob o sol, o capitalismo tudo transforma em mercadoria, cuja mercadoria mais vil é o ser humano (Marx em algum lugar dos Manuscritos). Um dia chegaria também na água, como chegou na terra, na biodiversidade, na cultura, nas religiões, nas pessoas humanas, inclusive nos órgãos humanos. A notícia é que a água começou a ser cotizada como uma comoditie no mercado futuro de Wall Street, cujo preço flutuará “como fazem o petróleo, o outro e o trigo, tendo como base o índice Nasdaq Veles California Water (NQH2O) informou hoje CME Group” (El País).

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Amapá: os impactos do apagão na população periférica: “me sinto um nada”

O Governo Federal chegou a informar três prazos para normalizar o serviço no estado, mas nenhum foi cumprido

Por Dyepeson Martins, Agência Pública

“Vai normalizar 100%” foi a frase mais ouvida pela auxiliar de serviços gerais Francilene Medeiros, de 46 anos, em relação a ativação de geradores termoelétricos para suprir o fornecimento de energia no Amapá. Contudo, mesmo com o funcionamento dos equipamentos, a promessa do Governo Federal não se concretizou e os moradores permanecem convivendo com os prejuízos provocados pelo apagão que atinge o estado há 23 dias  desde o último dia 3.

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Apagão do Amapá e os riscos para o país: insegurança energética volta à ordem do dia

“Consumidor não ganhou nada com privatização”, diz diretor da Associação de Engenheiros e Técnicos do Sistema Eletrobras

Cristiane Sampaio, Brasil de Fato

A crise de abastecimento que atinge o Amapá desde o último dia 3 realçou o debate sobre os riscos da privatização dos serviços de distribuição de energia elétrica no país – uma realidade no mercado nacional, onde apenas seis das mais de 50 empresas do ramo são estatais.

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O apagão do Amapá poderá nos levar à civilidade? Entrevista especial com Benedito de Queiroz Alcântara

“Nossos gestores, mais uma vez, estão ressaltando, acentuando e agindo no sentido de aumentar mais ainda, explicitamente, as desigualdades sociais e econômicas da nossa sociedade. As pessoas ficam “enojadas” com a forma como são tratadas, de serem relegadas a nada”, diz membro da Repam Brasil

Por João Vitor Santos | Edição: Patricia Fachin, no IHU

Neste final de semana em que muitos brasileiros vão às urnas para escolher o novo quadro legislativo e executivo dos seus municípios, a situação social, política e econômica do Amapá serve de exemplo para refletirmos sobre quem elegemos e para quem concedemos tantos poderes para tudo continuar como está: sempre os mesmos e velhos políticos revestidos com o novo discurso do momento, e uma população que, em sua maioria, sobrevive e aprendeu a ser resiliente, esperando por uma resposta política para os problemas sociais e econômicos que enfrenta, mas que nunca chega.

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Por trás do grande apagão no Amapá, as privatizações. Por Paulo Kliass

Grupo espanhol que geria a subestação avariada não honrou compromissos. Caso revela desastre da entrega de serviços públicos ao setor privado. Governo se diz surpreso, mas tenta vender a Eletrobrás e suas subsidiárias, como a Eletronorte

No Outras Palavras

A tragédia que se abateu sobre a população do estado do Amapá tem forte componente de negligência, negociata e irresponsabilidade. O fornecimento de eletricidade aos mais de 900 mil habitantes daquela unidade da federação sofreu um corte inesperado e que se estende por quase uma semana. Famílias, empresas, órgãos governamentais e prestadores serviços de todo o tipo ficaram sem nenhum acesso à rede de energia elétrica. A situação revelou-se ainda mais drástica na capital Macapá e no município vizinho de Santana, que juntos somam quase 80% da população total do estado.

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Privatização da água: as falsas promessas

Caso da venda da empresa Casal, em Maceió, explicita a injustiça e estupidez incontornáveis da desestatização: um bem natural e coletivo vira ouro para empresários, como um “toque de Midas” — e saneamento de municípios pobres é precarizado

Por Antonio Carlos A. Lobão*, em Outras Palavras

Hoje dizemos que uma pessoa possui o “toque de Midas” quando parece ser capaz de fazer prosperar qualquer negócio, criar riquezas e multiplicar lucros. E costuma ser considerado um elogio para pessoas bem sucedidas na arte do enriquecimento e da cobiça.

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Universidades privadas querem usar aulas gravadas por professores mesmo após demissão

Um dos maiores grupos do Brasil usou a pandemia para propor mudanças nos contratos que ameaçam a propriedade intelectual

Lu Sudré, Brasil de Fato

Professores da Universidade Guarulhos (UNG), do grupo Ser Educacional, um dos maiores grupos privados de educação do Brasil, temem que o ensino a distância (EaD) adotado massivamente em meio à pandemia do novo coronavírus se concretize como um ataque aos seus direitos.

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