PFDC/MPF solicita à Advocacia-Geral da União esclarecimento sobre decisão que afeta sistema de cotas raciais em concurso do órgão

Decisão administrativa estaria divergindo de defesa apresentada em ação judicial que questiona sistema de cotas para concursos de transferência e promoção na carreira

PFDC

A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), do Ministério Público Federal, solicitou à Advocacia-Geral da União (AGU) informações acerca de decisão de seu Conselho Superior que poderia afetar a política de cotas raciais adotada na administração pública. (mais…)

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Políticas de inclusão formam estudantes tão capacitados quanto seus colegas

José Tadeu Arantes – Agência FAPESP

A qualificação dos formandos que ingressaram no ensino superior por meio de ações de inclusão (cotas raciais e sociais, Prouni ou Fies) equivale ou até mesmo supera a de seus colegas. Esta foi a conclusão de um estudo que comparou o desempenho de mais de 1 milhão de alunos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), no triênio 2012-2014. (mais…)

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Para ser médico, um branco vira negro

Por Winnie de Campos Bueno, no Justificando

A implementação da política de ações afirmativa de cotas raciais no Brasil foi extremamente exaustiva. A falta de capacidade da sociedade brasileira em reconhecer que o processo de escravização dos negros gerou consequências sócio-econômicas que obstam metade da população brasileira de acessar os direitos mais básicos de cidadania, foi responsável pela reprodução falaciosa de uma série de discursos enviesados e desonestos, calcados em uma lógica meritocrática hipócrita que inclusive circundou nas academias brasileiras através de pesquisadores reconhecidos das ciências humanas. (mais…)

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Sistema de cotas na pós-graduação é aprovado na UFBA

Serão reservadas, no mínimo, 30% das vagas ofertadas

Na UFBA

Todos os processos seletivos para os cursos de pós-graduação stricto sensu da Universidade Federal da Bahia (doutorado e mestrados acadêmicos e profissionais) irão adotar o sistema de cotas: serão reservadas, no mínimo, 30% das vagas ofertadas para candidatos negros (pretos e pardos) e uma vaga a mais em relação ao total ofertado nos cursos para candidatos enquadrados em cada uma das categorias de quilombolas, indígenas, pessoas com deficiência e trans (transgêneros, transexuais e travestis). (mais…)

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