Levantamento dos resultados das políticas de ação afirmativa na universidades federais em 2016

O Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (GEMAA), do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UERJ (IESP-UERJ) acaba de publicar em seu site o Levantamento sobre a Evolução da Lei Nº 12.711 Nas Universidades Federais (2016).

Este estudo apresenta resultados do acompanhamento das políticas de ação afirmativa realizado anualmente pelo GEMAA (Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa), com foco nas universidades federais brasileiras. A aprovação da Lei Federal 12.711, em 2012, demandou que as universidades federais – muitas das quais já possuíam programas de ação afirmativa – se adequassem às suas prescrições, de modo que a lei fosse cumprida nos processos seletivos para 2013. (mais…)

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RJ – Colóquio Brasil-Nigéria discute Conhecimentos Tradicionais e Saúde

Na COC

A Casa de Oswaldo Cruz (COC)/Fiocruz realiza o Colóquio Brasil-Nigéria, cujo tema “Conhecimentos Tradicionais e Saúde” será debatido por pesquisadores, no dia 13 de junho, na Tenda da Ciência Virgínia Schall do Museu da Vida. Participará da abertura do evento o rei Ooni de Ifé, cidade de Osun, no Oeste daquele país africano. Pela primeira vez no Brasil, o rei é representante da etnia iorubá. A viagem ao país integra a Década Internacional dos Afrodescendentes, estabelecida pela Unesco de 2015 a 2024. (mais…)

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Em carta aberta, acadêmicos de todo país repudiam concurso da UFRJ para docentes que ignorou cotas raciais

No Justificando

Em carta aberta, mais de duzentas pessoas da academia de todo país denunciam o desrespeito pelo Departamento de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a qual, por resolução interna, teria deixado a critério da banca de seleção para cadeira de professor da universidade seguir a reserva de vagas a negros e negras prevista em lei. O documento é encabeçado pela pesquisadora e professora na Universidade de São Paulo Márcia Lima e conta com assinaturas de pessoas ícones da intelectualidade brasileira, como Kabengele Munanga Sueli Carneiro, além de professoras da própria UFRJ, como a Professora Doutora de História e colunista em portais Giovana Xavier. (mais…)

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MPF RJ quer adoção de controle prévio para ingresso nas cotas raciais em universidades públicas

Recomendação é para que o critério do fenótipo, ou seja, da aparência se torne prioritária para classificar o estudante nas vagas de cotas

O Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro, por meio da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, expediu recomendação para que as universidades públicas do estado – UFRJ, UFRRJ, UNIRIO e IFRJ – adotem controle prévio de aferição dos requisitos para o ingresso ao ensino superior por meio das cotas raciais reservadas, com adoção prioritária do critério do fenótipo, ou seja, da aparência.

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I Caravana do Oeste do Pará percorre a Transamazônica e a BR 163 em defesa da agroecologia e dos Bens Comuns

Por Fundo Dema

No período de 29 de janeiro a 02 de fevereiro, uma caravana com cerca de 60 pessoas sai de Altamira rumo ao município de Rurópolis, com o principal objetivo de vivenciar as realidades da Amazônia e intensificar a luta em defesa dos direitos territoriais de povos e comunidades tradicionais ameaçadas pelo avanço do desenvolvimentismo econômico e da mercantilização da natureza. (mais…)

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MPF recomenda retificação do edital do concurso da Defensoria Pública do Amapá para assegurar cota para negros

Recomendação foi entregue no Palácio do Governo nesta terça-feira (16)

O Ministério Público Federal (MPF) recomendou ao governador do Amapá que retifique o edital do concurso público da Defensoria Pública do estado, incluindo a reserva de 20% das vagas a candidatos negros, conforme prevê a legislação federal e estadual. Após a publicação da retificação, o prazo para inscrições deve ser reaberto para que os candidatos que se considerem negros possam assim se autodeclarar. A recomendação foi entregue na manhã desta terça-feira (16).

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UnB investiga fraude de 100 estudantes no sistema de cotas

Uma comissão da universidade avalia se 100 estudantes burlaram a seleção ao se autodeclararem negros ou indígenas sem terem as características fenotípicas desses grupos. Extintas desde 2012, as bancas de verificação podem ser retomadas no próximo ano

Por Otávio Augusto, no Correio Brasiliense

A Universidade de Brasília (UnB) investiga 100 supostos casos de fraudes no sistema de cotas. A suspeita é de que pessoas que não são pretas, pardas ou indígenas se apropriaram dessas vagas. As informações foram obtidas com exclusividade pelo Correio. Os casos chegaram à Reitoria da instituição por denúncias de coletivos negros e dos próprios estudantes. Se confirmadas as ilegalidades, os alunos poderão ser expulsos. (mais…)

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Capoeira, trabalho social e cidadania

por Alenice Baeta, para Combate Racismo Ambiental

Ocorreu no dia 22 de Dezembro no município Sarzedo, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o “Segundo Encontro Nacional de Capoeira Unidos pela Paz” organizado pelo Mestre Edvaldo Gregório do grupo “Guerreiros do Ser” que atua nos municípios Ibirité, Sarzedo e Itatiaiuçu em Minas Gerais. Nesta oportunidade foi feita a troca de cordas de crianças, jovens e idosos.   (mais…)

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UFRGS interrompe temporariamente processo de verificação das cotas raciais

Universidade decidiu interromper processo enquanto é construída uma proposta que assegure plenamente os direitos dos envolvidos em supostas fraudes

Por Guilherme Justino e Marcel Hartmann, na GauchaZH

A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) decidiu suspender temporariamente o processo de aferição realizado com estudantes que se autodeclararam negros, pardos ou indígenas ao ingressar na universidade por meio de cotas raciais. Com isso, os possíveis desligamentos dos alunos envolvidos em supostas fraudes dependerão de nova decisão da universidade enquanto, segundo a UFRGS, “é construída uma proposta que assegure plenamente os direitos dos envolvidos”. (mais…)

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Em decisão histórica, Unicamp aprova cotas étnico-raciais e Vestibular Indígena

Mecanismos fazem parte de política mais ampla que objetiva fazer com que a sociedade esteja representada na Universidade

Por Manuel Alves Filho, no Jornal da Unicamp

A Unicamp tomou uma decisão histórica na tarde desta terça-feira (21) ao aprovar, por meio do Conselho Universitário (Consu), mecanismos que flexibilizam o ingresso nos seus cursos de graduação. Entre as medidas admitidas estão a adoção de um sistema de cotas étnico-raciais que reserva 25% das vagas disponíveis para candidatos autodeclarados pretos e pardos e a criação do Vestibular Indígena. O objetivo da iniciativa, como assinalou o reitor Marcelo Knobel, é fazer com que a sociedade se veja representada na instituição. As medidas serão aplicadas a partir de 2019. (mais…)

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