Selo Fiocruz: diretor de “O índio cor de rosa” fala sobre premiações, Noel Nutels e questão indígena no Brasil

Por VideoSaúde Distribuidora (Icict/Fiocruz)

O índio cor de rosa contra a fera invisível: a peleja de Noel Nutels, documentário do acervo do Selo Fiocruz Vídeo (da VideoSaúde Distribuidora), será exibido neste final de semana (17 e 18/9) em Paris, numa das principais mostras de produções brasileiras no exterior: o festival  Brasil em Movimentos (BEM). Em entrevista para a VideoSaúde Distribuidora, o diretor Tiago de Carvalho fala sobre o filme, as premiações e debate a questão indígena no Brasil.

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Nota da OPI: Adeus, Bruno, seguiremos seus sonhos e lutas para sempre

Nota de tristeza e revolta do Observatório dos Direitos Humanos dos Povos Indígenas Isolados e de Recente Contato – Opi

Em Opi

Nós, ativistas do Observatório dos Direitos Humanos dos Povos Indígenas Isolados e de Recente Contato, hoje enterramos Bruno, nosso irmão mais velho. Hoje, a terra onde ele nasceu o recebe, seu corpo reencontra o barro, as raízes das plantas, a água e o calor do solo. Seu corpo carrega o perfume salgado do mar e o aroma denso da mata que ele defendeu até que os destruidores da floresta o mataram de forma traiçoeira. Nossos olhos misturam lágrimas de tristeza profunda e de revolta intensa. Mataram Bruno e seu amigo Dom à beira do rio Itacoaí, numa manhã de domingo de fim de inverno, quando ele voltava de uma temporada junto aos seus melhores amigos, junto aos seus melhores mestres, com os quais ele aprendeu a entoar os cantos da festa.

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O rabino Uri Lam fez uma kadish – prece pelos mortos, na tradição judaica – com a música indígena que viralizou na voz de Bruno

No Brasil 247

O vídeo de uma celebração judaica num templo de São Paulo ganhou repercussão nas redes sociais neste sábado (18) pela beleza da homenagem ao indigenista Bruno Pereira e ao jornalista Dom Phillips. Durante reza no Templo Beth-Ei, como forma de lembrar os dois, o rabino Uri Lam fez uma kadish – prece pelos mortos, na tradição judaica. Na oração, ele cantou a música indígena entoada por Bruno em vídeo que viralizou nas redes sociais depois de sua morte. 

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Dom e Bruno: Amazônia, sua linda! Por José Ribamar Bessa Freire

No TaquiPraTi

Quero sua risada mais gostosa / Esse seu jeito de achar /
Que a vida pode ser maravilhosa (Ivan Lins. Vitoriosa. 1986).

Onde está o indigenista Bruno Araújo Pereira, 41 anos, paraibano de nascimento, amazônida por adoção? A cena é paradisíaca. Cercado por árvores no meio da floresta, ele está entoando um canto em katukina, língua dos Kanamari: 

– Wahanararai wahanararai, marinawah kinadik marinawah kinadik; tabarinih hidya hidyanih, hidja hidjanih

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Entidades e comunidades preparam ato em memória de quilombola assassinado no Maranhão

Edvaldo Pereira Rocha é o sétimo quilombola assassinado no estado desde o ano de 2020. Ele era presidente da Associação de Quilombolas do povoado Jacarezinho e foi morto no dia 29 de abril.

por Mário Manzi, com informações da CPT Regional Maranhão

Dia 05 de maio será realizada a missa de sétimo dia, em memória de Edvaldo Pereira Rocha, líder da comunidade quilombola Jacarezinho, na cidade de São João do Soter, localizada a 420 km da capital, São Luís. Edvaldo Pereira Rocha, presidente da Associação de Quilombolas do povoado Jacarezinho, foi assassinado a tiros na manhã da sexta-feira (29), no povoado de Bom Jardim, zona rural de São João do Soter. 

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Possuelo: Sertanista recebe homenagem de indígenas após protesto contra Bolsonaro

Por Cristina Ávila, na Amazônia Real

Brasília (DF) – O vazio deixado pela devolução da medalha e do diploma de Mérito Indigenista que o sertanista Sydney Possuelo fez ao Ministério da Justiça foi preenchido com uma homenagem que ele recebeu na plenária do 18o.  Acampamento Terra Livre (ATL), na quinta-feira (7), onde sete mil pessoas de 200 povos originários discutiam as preocupações e os cuidados que têm com os parentes isolados ou de recente contato. A iniciativa serviu também como protesto contra o governo de Jair Bolsonaro (PL), cujas ações e omissões colocam em risco os povos indígenas isolados ou de recente contato, com o incentivo a invasões em seus territórios de perambulação.

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Resistência na ditadura, jurista Dalmo de Abreu Dallari morre aos 90 anos em São Paulo

Ele foi professor da USP e é considerado um dos maiores especialistas em direito constitucional no país

Thayná Schuquel, Brasil de Fato

O Brasil perdeu nesta sexta-feira (8) um de seus maiores juristas. Dalmo de Abreu Dallari morreu em São Paulo aos 90 anos. Ele foi professor emérito da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). 

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