Indígenas lançam campanha contra estereótipos para o Dia do Índio: ‘Não precisamos de outras pessoas para nos definirem

Denílson Baniwa e Katu Mirim militam nas redes sociais sobre a causa e falam como são os indígenas em 2019; artista visual criou camiseta com referência a Star Wars em tupi.

Por Bárbara Muniz Vieira, G1 SP

Em 2018, o artista visual Denílson Baniwa, 35 anos, escreveu um poema sobre os estereótipos sobre indígenas usados nas escolas no Dia do Índio, comemorado no dia 19 de abril. Juntamente com a página Visibilidade Indígena, ele começou uma campanha espontânea contra atitudes como pintura facial em crianças “com canetinhas hidrocor” e cocares de papel.

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Na Praça Vlado, tristeza pelo presente e esperança no futuro

Ivo Herzog diz que momento conservador é mundial, mas acredita que o Brasil será o primeiro país a “virar o jogo”. Ato teve inauguração de réplica de troféu que leva o nome do jornalista morto em 1975

Por Vitor Nuzzi, da RBA

São Paulo – O coral da Guarda Civil Metropolitana abriu com músicas de três períodos do país: São Paulo, São Paulo, interpretada pelo grupo Premeditando o Breque, O Bêbado e a Equilibrista (João Bosco/Aldir Blanc), imortalizada por Elis Regina, e Aquarela do Brasil, de Ary Barroso, com pitadas de Carinhoso, de Pixinguinha. Era o começo do ato, na manhã deste sábado (6), que marcou a inauguração de réplica do Troféu Vladimir Herzog, na praça de mesmo nome, localizada atrás da Câmara paulistana.

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Senado aprova Dandara dos Palmares e Luísa Mahin como ‘heroínas da pátria’

Do Bahia Notícias

Os nomes das guerreiras Dandara dos Palmares e Luísa Mahin podem ser incluídos no livro “Heróis e Heroínas da Pátria”. No caso da primeira, a sugestão foi do deputado baiano Valmir Assunção (PT-BA), mas as duas tiveram seus nomes aprovados em sessão do Senado, nesta quarta-feira (27). Com isso, a medida agora segue para sanção presidencial.

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As mil mortes de Marielle. Por Elaine Tavares

No Palavras Insurgentes

No dia em que foi divulgado o nome dos matadores de Marielle, o que mais se viu nos perfis dos bolsonaristas foram calúnias e mentiras sobre ela. Um verdadeiro horror. Cada um e cada uma, a seu modo, tentando desqualificar essa mulher que vinha lutando bravamente, inclusive pelos policiais militares que também são vítimas da violência no Rio de Janeiro. São muitos os relatos de familiares de policiais assassinados que tiveram o apoio de Marielle nos mais de 10 anos em que ela trabalhou com a ajuda jurídica e psicológica à vítimas da violência. É, Marielle não começou sua luta contra a violência quando se elegeu vereadora, antes disso já travava pesadas batalhas. 

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Helder Salomão é o novo presidente da CDHM; posse é marcada por homenagens às vítimas do tiroteio em Suzano e à Marielle Franco

Pedro Calvi, CDHM

O capixaba Helder Salomão (PT) foi eleito nesta quinta-feira (14) para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (CDHM). O parlamentar tem 55 anos, está no segundo mandato de deputado federal e começou a atuação política nas comunidades eclesiais de base da igreja católica.

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Mulheres corajosas

Amyra, Denise, Laura e Maria Lúcia desafiam o poder totalitário do Mercado

Por Geraldo Hasse, no Século Diário

Cada uma por si, as economistas Amyra El Khalili, Denise Gentil, Laura Carvalho e Maria Lucia Fattorelli colocaram-se na frente do pelotão de oposição ao exército de empresários, executivos, jornalistas e ocupantes de cargos públicos que defendem a política do laissez-faire na gestão da economia brasileira. Corajosas mulheres no momento em que se fazem sentir agudamente as consequências de medidas como a reforma trabalhista, a liberação de drogas agrícolas e outras maldades contra a maioria da população.

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Stella no coração das línguas indígenas. Por José Ribamar Bessa Freire

No Taqui Pra Ti

Se aprendes uma língua indígena e se escreves livros para ensinar aos outros essa ‘língua estranha’, a posteridade te dirá: teu nome jamais será esquecido”. (Versão adaptada do soneto em língua muísca. Frei Bernardo de Lugo,1619)

Toda vez que os índios Muísca da zona central da Colômbia usavam o termo “pquyquy”, os espanhóis traduziam como “coração”, conforme consta nos dicionários coloniais. O vocábulo designa, efetivamente, esse órgão do corpo, mas seus significados são muito mais amplos do que sonhava a vã filosofia ibérica, de acordo com a linguista Maria Stella González de Pérez, pois – diz ela – os Muísca não separam a razão, de um lado, a emoção de outro, o que ocorre também com pelo menos outras seis culturas indígenas americanas: Aymara, Guarani, Maya, Náhuatl, Candoshi e Quechua.

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Mulheres Indígenas da Tradição ganham perfis em livro divulgado no Dia Internacional da Mulher

O livro, escrito pelas mulheres indígenas, é uma parceira do Centro de Cultura Luiz Freire, Cimi Regional Nordeste e Movimento de Mulheres Indígenas de PE

Por Renato Santana, no Cimi

Com significativa participação na trajetória de resistência dos povos indígenas do Nordeste, as chamadas Mulheres da Tradição são pouco mencionadas pela historiografia, ocupada de forma majoritária por lideranças masculinas. Parte das biografias silenciadas, ou restritas às aldeias, agora podem ser acessadas pelo público.

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Quanta dor Lula ainda pode suportar? Por que o temem tanto os sem-caráter?

Perseguido barbaramente há três anos, nesse período ex-presidente perdeu companheira de vida, irmão, neto e amigos. Mas ainda empresta seu olhar sereno e altivo para que a esperança sobreviva

Por Cláudia Motta e Paulo Donizetti de Souza, na RBA

Ao se despedir do neto, o ex-presidente Lula disse a Arthur que ele agora está com dona Marisa no céu. E prometeu que quando for encontrá-los também, vai levar o diploma de sua inocência, que vai redimi-lo de todo bullying que o Arthur sofreu na escola. E vai provar que Moro e Dallagnol mentiram.

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De mãe para filha: Dia da Parteira Tradicional homenageia luta e transmissão do saber

Mulheres enfrentam tabus e resistem a pressões diversas para realizar ofício e conquistar reconhecimento profissional

Por Rute Pina, no Brasil de Fato

Pelas mãos de Maria José Galdino da Silva, de 61 anos, nasceram mais de 2 mil crianças. Conhecida como Zezé Parteira, ela se dedica ao ofício há 43 anos na comunidade de Taquara de Cima, em Caruaru (PE) – e tem anotado em um caderno o nome de cada criança que ajudou a vir ao mundo.

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