‘Tenho medo de acabar como a Marielle’, diz Jean Wyllys

Em apelo por proteção, o deputado federal afirma que ameaças contra sua vida têm aumentado dia a dia, mas não são levadas a sério pelas autoridades

Por Rodrigo Durão Coelho, na Carta Capital

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL/RJ) vive com medo. São tantas as ameaças que constantemente recebe desde que foi reeleito parlamentar, em outubro deste ano, que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos solicitou ao Estado brasileiro a tomada de medidas para garantir a integridade da vida do congressista. (mais…)

Ler Mais

Aos gritos de ‘É Bolsonaro’, jovem transgênero é agredida a coronhada em Santarém

Luana Trans estava acompanhada de uma amiga, mas só ela foi agredida. Caso aconteceu no bairro Maracanã.

Por Sílvia Vieira, G1 Santarém — PA

Um caso de violência contra a uma jovem transgerênero foi registrado em Santarém, oeste do Pará, na madrugada desta segunda-feira (5), na travessa E, bairro Maracanã. Ela caminhava em companhia de uma amiga, quando foi abordada por um homem que gritava “É Bolsonaro! É Bolsonaro!”, e a agrediu com soco e uma coronhada. (mais…)

Ler Mais

É preciso ter a coragem de dizer: liberdade

Plenária Popular das LGBTI+ contra o Fascismo aponta a unidade e a luta como desafios da conjuntura

Da Página do MST

Durante as atividades da quarta turma do Curso para Militantes LGBTs Sem Terra, realizado entre os dias 16 e 20/10, na Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF), em Guararema (SP), um momento de unidade e de luta apontou diversos desafios para o Movimento LGBT diante do atual momento político, em que uma onda de violência tem tomado as ruas do país. (mais…)

Ler Mais

Gays, negros e indígenas já sentem nas ruas o medo de um governo Bolsonaro

Episódios de intimidação aumentam ansiedade entre grupos que se sentem vulneráveis por discursos feitos no passado, e hoje negados, pelo candidato. Debate sobre estratégias de proteção cresce para “resistir em tempos sombrios”, diz ativista

por Joana Oliveira e Naira Hofmeister, em El País

Há uma semana, W.D. 34 anos, parou de andar de mãos dadas com o marido nas ruas de Porto Alegre. Ambos, que sempre se sentiram cômodos com sua homossexualidade, tomaram a decisão depois do resultado do primeiro turno das eleições, no dia 7 de outubro, que deu grande vantagem ao candidato de extrema direita Jair Bolsonaro, com 46% dos votos. “Vimos que a nossa atitude em público teria que mudar, não poderíamos mais trocar carinho na rua porque sentimos uma reação muito agressiva à nossa simples existência”, conta W. D., gerente de uma empresa do ramo imobiliário. O medo é um sentimento latente entre o coletivo LGBT, negros, indígenas e outras minorias atacadas por Bolsonaro, que lidera a corrida eleitoral para o Planalto e que tem um longo histórico de declarações racistas, misóginas e homofóbicas. Sua chegada à presidência é percebida como a legitimação de comportamentos que ultrapassam o limite do aceitável. Em campanha, o candidato já negou diversas vezes que seja homofóbico ou racista. Porém, suas falas contundentes em vídeos passados não escondem o desprezo que já empregou pelo que lhe parece diferente. (mais…)

Ler Mais

“Eles têm a sensação de que a violência contra nossos corpos é algo legitimado”, diz presidenta da ABGLT

Simmy Larrat acredita o maior desafio da escalada de violência que o Brasil vive hoje é não se encastelar em seu próprio medo

Por Nadine Nascimento, na Página do MST

Registros de violações contra negros, mulheres e pessoas LGBT  têm crescido desde o caso emblemático do capoeirista Moa do Katendê, esfaqueado e morto no início do mês por dizer que era contra o candidato do PSL à presidência. (mais…)

Ler Mais

Nossa existência é resistência!

Curso para militantes LGBT Sem Terra aponta a Reforma Agrária Popular como instrumento de luta contra o patriarcado

Por Wesley Lima, na Página do MST

Cerca de 70 lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), assentados e acampados nas áreas de Reforma Agrária do MST, participam da 4º turma do Curso para Militantes LGBT Sem Terra, na Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF), em Guararema, no interior de São Paulo.  (mais…)

Ler Mais

Presidente da CDHM pede providências ao Ministério Público de São Paulo no caso da travesti assassinada

O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, Luiz Couto (PT/PB), enviou nesta quinta-feira (18) ao procurador-geral de Justiça do Estado de São Paulo, Gianpaolo Poggio Smanio, um ofício solicitando informações sobre o assassinato da travesti Priscila na madrugada da última terça-feira (16), em São Paulo, capital

por Pedro Calvi, em CDHM

“De acordo com testemunhas ouvidas pela polícia, houve gritos e agressões verbais, seguidas de menções a um candidato à presidência da República e incentivando a violência contra a população LGBT.  A vítima foi esfaqueada e morreu. O crime é mais um na escalada de violência contra minorias políticas no contexto das eleições presidenciais. Portanto, solicito ao Ministério Público que adote todas as medidas cabíveis no caos”, denuncia Luiz Couto.    (mais…)

Ler Mais

“Cura gay”: Reino Unido proíbe; no Brasil, MPF quer liberar

Justificando

Nesta terça-feira (3), o governo britânico anunciou a promoção de diversas medidas contra a LGBTfobia, dentre as quais a implantação de uma lei que proíbe terapias de conversão sexual. No mesmo dia, no Brasil, o Ministério Público Federal em Goiás (MPF/GO) protocolou um novo recurso na Justiça contra a norma do Conselho Federal de Psicologia brasileiro (CFP) que proíbe terapias semelhantes. (mais…)

Ler Mais

Minas ocupa a segunda posição no ranking de mortes por homotransfobia

Foram 43 vítimas em 2017, número que representa uma alta de 105% em relação aos registros do ano anterior

No Estado de Minas

Quarenta e três lésbicas, gays, bissexuais ou transexuais perderam a vida em Minas Gerais no ano passado vítimas de homotransfobia, que matou 445 pessoas desse grupo em todo o Brasil no período. O estado foi o segundo em número de notificações de assassinatos e suicídios de pessoas desse grupo. Os dados são do relatório anual do Grupo Gay da Bahia (GGB) e indicam o maior número de ocorrências em 38 anos, quando o monitoramento começou a ser feito pela entidade. (mais…)

Ler Mais