Suspeito de articular massacre em Colniza exporta, foragido, madeira para os EUA

Enquanto Polaco não se apresenta à Justiça, madeira de sua empresa, a Cedrorana, chega à Georgia, nos EUA; ele é acusado de mandar matar nove camponeses no MT

Por Alceu Luís Castilho e Izabela Sanchez – De Olho nos Ruralistas

Ele é o nome por trás do ataque que assassinou nove camponeses em Colniza (MT), norte do Mato Grosso, no dia 19 de abril, segundo o Ministério Público Estadual de Mato Grosso (MPE-MT). O madeireiro Valdelir João de Souza, ou Polaco, 41 anos, é dono de duas empresas de extração e venda de madeiras e produtos derivados. Enquanto estava foragido, no dia 20 de maio, os produtos de suas madeireiras, a Cedroarana, em Machadinho D’Oeste (RO), chegavam no estado da Georgia, nos Estados Unidos. (mais…)

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Maria Rita Kehl entrevista Stedile sobre violência no campo

No programa ‘”Conversa Solta”, da Rádio Madalena, a psicanalista discute o massacre no Pará

Brasil de Fato

A psicanalista, escritora e jornalista Maria Rita Kehl conversa João Pedro Stedile, da direção nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra. Entre os temas estão o massacre de camponeses em Pau D’arco, no Pará; a impunidade da violência no campo; o nascimento do MST; a formação de movimentos populares na Escola Nacional Florestan Fernandes, entre outros. No programa “Conversa Solta”, da Rádio Madalena, ela fala sobre diversos temas, como política, economia, cultura e saúde sem programa. Confira entrevista na íntegra. (mais…)

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Desabafos Indigenistas: Sobre as mãos e o sentimento do mundo

O Indigenista

Lembrei-me hoje do massacre promovido pela Polícia Militar do Paraná ao MST, em Quedas do Iguaçu, em abril de 2016. Decorriam poucos dias do início do dessa tristeza que assola o país. Na ocasião, almoçando com um colega no mercado municipal de Manaus, comentei que aquelas seriam apenas as primeiras vítimas do estado de exceção que se instalaria no Brasil. Considerando-me exagerada e sensacionalista, ele debochou e sentenciou: isso nada tem a ver com a crise política da República. (mais…)

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CDH realiza audiência pública sobre massacre de trabalhadores rurais em Colniza (MT)

No último dia 19 de abril um grupo de homens encapuzados torturou e matou nove trabalhadores rurais. A polícia investiga o caso, que pode estar relacionado a conflito de terra. A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) promoveu audiência pública interativa nesta terça (2) sobre o assunto

Fonte/Foto: Agência Senado / CPT (mais…)

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Justiça anula condenação pelo Massacre do Carandiru. Mas podia ser pior, por Leonardo Sakamoto

Blog do Sakamoto

O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu, nesta terça (11), realizar um novo julgamento para os 74 policiais militares condenados pelo Massacre do Carandiru. Não há data para isso acontecer e o Ministério Público irá recorrer ao Superior Tribunal de Justiça para manter as condenações. A outra opção, neste momento, era a absolvição de todos os policiais. (mais…)

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Dos porões da ditadura às agências de segurança privada

Documentos dos órgãos de inteligência da ditadura mostram violações de direitos humanos cometidas pelas empresas regulamentadas em 1969 e compostas por membros do aparato repressivo do regime militar

por Ciro Barros, Iuri Barcelos, da Agência Pública

Regulamentado pela Junta Militar que substituiu o general Costa e Silva no governo, o setor de segurança privada criou um ramo de negócios próspero para os membros das Forças Armadas e do aparato repressivo da ditadura. De acordo com documentos analisados pela reportagem da Pública, as empresas de segurança constituídas por esses agentes durante a ditadura se envolveram também em casos de tortura, assassinatos, desaparecimento, cárcere privado e outras violações de direitos humanos. (mais…)

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Massacre de Manaus joga luz sobre o negócio dos presídios privados no Brasil

Pastoral Carcerária diz que assistência ao preso tende a ser melhor nos privados. Mas mortes, torturas e fugas são comuns em ambos os modelos

Gil Alessi – El País

O massacre de 56 presos no Complexo Penitenciária Anísio Jobim (Compaj), em 1º de janeiro, reavivou um antigo debate que ronda as discussões sobre o medieval sistema carcerário brasileiro: a privatização dos presídios. A unidade onde os detentos ligados ao Primeiro Comando da Capital foram assassinados funcionava com um modelo de cogestão, no qual um administrador privado, no caso a empresa Ummanizzare, fica responsável por alguns dos serviços no local. Além da tragédia de Manaus, a crise financeira que deixou vários Estados no vermelho trouxe novamente o assunto à tona. E junto com ele o debate sobre as questões éticas e legais que envolvem o fato: é correto que uma empresa lucre com o cárcere? (mais…)

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Plano Nacional de Segurança Pública – “Um suposto plano que é um arremedo de um planejamento efetivo de políticas na área de segurança”. Entrevista especial com Rodrigo de Azevedo

Patricia Fachin – IHU On-Line

Dois são os fatores que ajudam a compreender a situação dos presídios brasileiros e os massacres entre facções rivais, como aconteceu no início do mês de janeiro, no Complexo Penitenciário Anísio Jobim – Compaj. Um deles “é a dinâmica interna” do sistema carcerário, dominado pelas facções, e outro, “a incapacidade do Estado em resolver a gravíssima situação da superlotação carcerária e de falta de condições no sistema”, diz Rodrigo de Azevedo à IHU On-Line, na entrevista a seguir, concedida por telefone. (mais…)

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