120 anos após o massacre, Canudos é um exemplo de resistência

O ano é 1897. No norte da Bahia, a vila de Canudos era um dos focos de resistência popular contra a República e os altos impostos. A revolta era organizada por todos os moradores da vila, que tinha cerca de 20 mil habitantes, liderados pelo cearense Antônio Conselheiro. Mesmo com o massacre e a inundação, Canudos é um retrato da luta do povo do Nordeste

Brasil de Fato / CPT

Nascido em Quixeramobim-CE, Antônio Vicente Mendes Maciel foi seguidor do Padre Cícero e Padre Ibiapina. Antes de se estabelecer em Canudos, peregrinou na Bahia e em Sergipe. Além de pregar a palavra de Deus, Antônio Conselheiro contribuía na organização de 3 obras que considerava fundamentais por onde passava: açudes, para lidar com clima do semiárido e enfrentar os períodos de estiagem; cemitérios, para enterrar com dignidade a grande quantidade de crianças que morriam de fome; e as Igrejas, para reunir a comunidade em torno da palavra de Deus e para a tomada de decisões coletivas. (mais…)

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Massacre do Carandiru, 25 anos: Um serviço sujo em nome do “cidadão de bem”, por Leonardo Sakamoto

Blog do Sakamoto

O que ocorreu naquele 2 de outubro de 1992, em que forças policiais executaram 111 presos no Pavilhão 9 da então Casa de Detenção de São Paulo, foi um servicinho sujo que parte de nós, brasileiros, desejava e ainda deseja em seus sonhos mais íntimos: que alguém que cometeu um crime, qualquer crime, seja morto e não reintegrado à sociedade. (mais…)

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Presidente da Funai dá poucas explicações sobre as investigações do massacre de isolados no Javari

Por Francisco Loebens, Equipe de apoio do Cimi aos Povos Indígenas Isolados

O presidente da Funai, Franklimberg Ribeiro de Freitas, passou nesta quarta-feira, 27, por Manaus e em reunião com parlamentares na Assembleia Legislativa do Amazonas foi inquirido sobre o andamento das investigações sobre o possível massacre, com características de genocídio, de indígenas isolados ocorrido no mês de agosto, no rio Jandiatuba, no interior da terra indígena do Vale do Javari. Suas explicações, sobre um sobrevoo realizado pela Funai com apoio da Polícia Federal de do Exército, onde os indígenas isolados teriam sido avistadas numa aldeia em clima de normalidade, sem dar outros detalhes da investigação, trazem enormes preocupações e interrogações sobre o futuro dos povos indígenas isolados no vale do Javari. (mais…)

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Em nota, Repam expressa indignação diante de possível massacre sofrido por indígenas em isolamento voluntário

Cimi

A Rede Eclesial Pan Amazônica (Repam) expressou em um comunicado a indignação e a forte repulsa diante ao possível massacre sofrido por povos indígenas em isolamento voluntário na Amazônia brasileira. Os indícios apontam que o massacre ocorreu no rio Jandiatuba, região do Vale do Javari, próximo à fronteira do Brasil com o Peru.  (mais…)

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Nota Pública da Foirn (Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro) sobre denúncia de massacre de índios isolados no Vale do Javari (AM)

Foirn

A Foirn (Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro), entidade que representa 10% da população indígena nacional, com 30 anos de atuação em defesa dos direitos dos povos originários, vem por meio desta nota pública manifestar sua indignação em relação ao descaso das autoridades nacionais e do governo brasileiro sobre a denúncia de massacre sofrido pelos índios isolados na Terra Indígena Vale do Javari, no extremo oeste do Amazonas.  (mais…)

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Nota do Cimi: o inaceitável massacre de indígenas isolados no Vale do Javari

“Por causa de Sião não me calarei… não ficarei quieto, até que a justiça surja como a aurora e a salvação brilhe como uma lâmpada”. (conf. Is 62, 1)

Cimi

O Conselho Indigenista Missionário vem a público manifestar profunda preocupação diante das informações acerca de possível massacre de indígenas em isolamento voluntário ocorrido no rio Jandiatuba, interior da Terra Indígena Vale do Javari, no extremo oeste do estado do Amazonas. O Ministério Público Federal (MPF) confirmou que “investiga a denúncia de mortes de índios isolados na região do Vale do Javari” apresentada pela Fundação Nacional do Índio (Funai) e que “há diligências em curso”. O massacre teria sido cometido no mês de agosto de 2017, por garimpeiros que vinham explorando ilegalmente a região. Suspeita-se que a chacina teria sido cometida contra o grupo conhecido como “flecheiros” de cuja existência se tem notícias desde a década de 1970. (mais…)

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“Brasil tem hoje licença para matar”, diz coordenador da CPT sobre madeireiro foragido

Paulo César Moreira, da Pastoral da Terra, repercute notícia do De Olho nos Ruralistas sobre Valdelir Souza, que exporta madeira para os EUA enquanto está foragido

Por Izabela Sanchez – De Olho nos Ruralistas

Membro da coordenação nacional da Comissão Pastoral da Terra (CPT), o padre Paulo César Moreira afirma que hoje, no Brasil, “há licença para matar”. Ele repercute a reportagem publicada nesta terça-feira (12/07) pelo De Olho nos Ruralistas: “Suspeito de articular massacre em Colniza exporta, foragido, madeira para os EUA“. (mais…)

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Assassinato do defensor de direitos humanos Rosenildo Pereira de Almeida em meio a onda de repressão contra pessoas defensoras do direito à terra

Front Line Defenders

Em 7 de julho de 2017, o defensor de direitos humanos Rosenildo Pereira de Almeida foi assassinado por agressores não identificados em Rio Maria, Pará, Brasil. Seu assassinato ocorreu aproximadamente um mês após o massacre de dez pessoas defensoras do direito à terra em 24 de maio de 2017 pela polícia. (mais…)

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Suspeito de articular massacre em Colniza exporta, foragido, madeira para os EUA

Enquanto Polaco não se apresenta à Justiça, madeira de sua empresa, a Cedrorana, chega à Georgia, nos EUA; ele é acusado de mandar matar nove camponeses no MT

Por Alceu Luís Castilho e Izabela Sanchez – De Olho nos Ruralistas

Ele é o nome por trás do ataque que assassinou nove camponeses em Colniza (MT), norte do Mato Grosso, no dia 19 de abril, segundo o Ministério Público Estadual de Mato Grosso (MPE-MT). O madeireiro Valdelir João de Souza, ou Polaco, 41 anos, é dono de duas empresas de extração e venda de madeiras e produtos derivados. Enquanto estava foragido, no dia 20 de maio, os produtos de suas madeireiras, a Cedroarana, em Machadinho D’Oeste (RO), chegavam no estado da Georgia, nos Estados Unidos. (mais…)

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