Defensoria Pública da União alerta para escalada de violência política

por Raquel Júnia, em EBC

A Defensoria Pública da União afirmou que vem acompanhando com preocupação os casos de violência política que tem aumentado no país desde o primeiro turno das eleições.

O caso mais grave resultou na morte do mestre de capoeira, Moa do Katendê, na Bahia, à facadas após ter criticado o presidenciável Jair Bolsonaro e declarado voto em Fernando Haddad em um bar. (mais…)

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Mentes perigosas

O título acima é também do livro escrito pela psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva sobre a sociopatia, também chamada de psicopatia ou transtorno de personalidade antissocial. São pessoas que não conseguem ver o “outro”, têm total indiferença, não conseguem olhar as outras pessoas como alguém que merece respeito e muito menos respeitam os direitos alheios. “Os psicopatas são minoria no mundo, mas o poder de estrago é enorme. Não só de crimes graves, de morte, mas também de corrupção. Querem status, diversão e poder. Estão em todas as profissões, médicos, políticos. Para eles, mentir é fácil. Difícil é dizer a verdade”, afirma a médica

por Pedro Calvi, em CDHM

Ana Beatriz participou da audiência pública realizada pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (17), sobre esse tipo de comportamento e as consequências na violação dos direitos dos cidadãos. (mais…)

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“Bolsonaro é candidato a formar um Reich”, diz especialista em neonazismo

Em entrevista à Fórum, Adriana Dias, doutora em antropologia social que pesquisa o neonazismo há mais de 15 anos, explicou como a ascensão de Jair Bolsonaro fomentou a atuação de grupos de extrema direita no Brasil e como o militar da reserva está mais próximo do neonazismo do que muitos acreditam

Por Ivan Longo, Revista Fórum

A candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) está muito mais próxima do neonazismo do que muitos acreditam. A afirmação é de Adriana Dias, doutora em antropologia social que estuda o fenômeno da extrema direita no Brasil há mais de quinze anos. (mais…)

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A ‘violência política’ tem nome e número

Chamar as coisas pelo nome. Enquanto é tempo

Por Editorial da Ponte Jornalismo

Desde que a Ponte começou, em 2014, sempre nos preocupamos em chamar as coisas pelos seus nomes e chamar a atenção para conflitos que outros veículos de mídia preferiam escamotear. Tomamos o cuidado, por exemplo, de registrar a cor da pele das vítimas da violência no Brasil, de preferência no título, algo que até hoje incomoda algumas pessoas. Nesta semana, quando escrevemos, sem fazer juízo de valor, que um jovem ameaçado de linchamento por apoiadores do candidato Jair Bolsonaro era negro, houve quem se sentisse incomodado. “O rapaz cometeu um furto [algo que não ficou provado] e vocês vêm aí falando de etnia e política?”, perguntou um dos comentaristas no Twitter. (mais…)

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Posição de Bolsonaro sobre demarcação de terra gera 10 assassinatos de índios por mês

Conflitos fundiários por demarcação de reservas são a principal causa do genocídio indígena no Brasil

por Juca Guimarães, em Brasil de Fato

Na última década, 1.071 indígenas foram assassinados no Brasil. Essas mortes violentas têm relação com o conflitos relacionados à terra, mais especificamente com a falta de demarcação das terras e invasões de madeireiros. A média foi de 8,9 assassinatos por mês. (mais…)

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Após denúncia do MPF, Justiça condena duas pessoas por trabalho escravo na região de Araraquara (SP)

Uma delas aliciou 12 maranhenses para colheita de laranja em fazenda de Bariri; a outra manteve vítimas sob condições degradantes

Procuradoria da República no Estado de S. Paulo

Duas pessoas foram condenadas em Araraquara (SP) por aliciamento e redução de 12 trabalhadores a condições análogas à escravidão. As vítimas vieram de Penalva (MA) em 2011 com promessa de serviço na safra de laranja em uma fazenda na região do município paulista de Bariri. Um dos réus foi o responsável por arregimentar os empregados no Maranhão, enquanto o outro os manteve em situação precária de habitação e não garantiu condições mínimas para o exercício digno do trabalho. As penas de prisão, substituídas por realização de serviços comunitários e pagamento de prestação pecuniária, são resultado de uma denúncia do Ministério Público Federal contra ambos. (mais…)

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A democracia: um bem comum político. Por Cândido Grzybowski

Do Ibase

Estamos em um momento histórico no Brasil que coloca em risco a própria democracia. Um processo eleitoral extremamente polarizado e com o candidato Bolsonaro negando qualquer resultado, que não seja a sua vitória e a imposição de sua agenda, carregam uma ameaça ao estado democrático. Como bem comum, ele não permite ser vivido e ao mesmo tempo negado, com exclusões e até discursos de eliminação de adversários e defensores de direitos. Bolsonaro já anunciou que pretende eliminar toda forma de ativismo cidadão, com a violência das armas se necessário. Aliás, ele não esconde que admira e tem como modelo a ditadura militar que nos foi imposta de 1964 a 1985. Já sabemos pela nossa história e de tantos outros povos a barbárie que praticam tais regimes. (mais…)

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MPF realiza audiência pública com pescadores artesanais de Olho d’Água do Casado (AL)

Comunidade tradicional ribeirinha será ouvida sobre principais problemas envolvendo a pesca artesanal no Rio São Francisco

Ministério Público Federal em Alagoas

O Ministério Público Federal em Alagoas (MPF/AL) realizará audiência pública no município de Olho d’Água do Casado, dia 25 de outubro, no Clube Social Casadense, a fim de ouvir os pescadores artesanais e toda a população local sobre a situação da comunidade tradicional ribeirinha.

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Trinta anos ao lado dos camponeses do Nordeste

Pedro Calvi / CDHM

Criada em agosto de 1988, em João Pessoa (PB), a Comissão Pastoral da Terra Nordeste 2 reúne camponeses, leigos e religiosos também de Alagoas, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Naquela época, o país vivia um clima de tensão e o autoritarismo e conservadorismo chegaram a destituir a equipe da Pastoral. Mas, com a insistência popular e com a ajuda de bispos e padres ligados às questões do campo, a Pastoral ressurgiu para apoiar a luta pela terra e atuar em conflitos agrários nos quatro estados. (mais…)

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